O Retorno de Rick e Evelyn: Novo capítulo de “A Múmia” é confirmado para 2028
Diretores de “Casamento Sangrento” assumem a sequência da franquia, garantindo a esperada volta de Brendan Fraser e Rachel Weisz
Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, cineastas conhecidos pelo sucesso de Pânico (2022) e Pânico VI (2023), revelaram detalhes promissores sobre o desenvolvimento de “A Múmia 4″. Com lançamento previsto para 2028, a produção marca o aguardado retorno dos protagonistas aos papéis de origem. O projeto sinaliza um resgate nostálgico à atmosfera que consagrou a saga no final dos anos 90, unindo o elenco original a uma nova visão criativa.
Em entrevista à Entertainment Weekly, a dupla explicou que a oportunidade surgiu através do produtor William Sherrick. Durante as filmagens do terror “Abigail”, Sherrick manifestou o desejo de assegurar o comando da franquia para os diretores. “Pensamos que seria loucura, que não haveria como ele conseguir essa negociação”, relembraram os cineastas, que agora lideram um dos retornos mais aguardados do cinema de aventura.
Enredo como pilar para o retorno do elenco
O roteiro, assinado por Dave Coggeshall, foi o fator determinante para a reunião dos protagonistas. Segundo Gillett, o engajamento de Fraser e Weisz só ocorreu devido à qualidade do material apresentado. “Eles não se envolveriam a menos que amassem o texto, e o que leram realmente os cativou”, afirmou o diretor. Bettinelli-Olpin reforçou que a narrativa preserva todo o “coração” e a profundidade dos personagens que o público espera encontrar.
Iniciada em 1999, a franquia “A Múmia” arrecadou US$ 422,5 milhões em seu lançamento original, consolidando Brendan Fraser como um ícone do gênero. Para garantir a fidelidade à obra original, Sean Daniel, produtor dos primeiros filmes, retorna à equipe técnica. Fontes próximas à produção indicam que o longa não funcionará como um reboot, mas sim como uma sequência direta que deve focar na essência que transformou o título em um fenômeno global.
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Brendan Fraser e Rachel Weisz retornam aos seus papéis originais (Foto: reprodução/Instagram/@sbcinema_)
A continuidade narrativa e o resgate do cânone
Um ponto crucial discutido pelos diretores envolve a continuidade da saga após a ausência de Rachel Weisz em “A Múmia: Tumba do Imperador Dragão” (2008). Ao serem questionados se o terceiro longa, protagonizado por Maria Bello, ainda seria considerado parte da cronologia oficial, os diretores foram enfáticos. “A Rachel está nesse aqui. Isso deve responder sua pergunta”, declararam, sugerindo que o novo filme deve desconsiderar os eventos da produção de 2008.
Diferente da tendência atual de abusar do fundo verde, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett planejam utilizar o máximo possível de efeitos práticos e cenários físicos. Eles querem resgatar a sensação “tangível” e de aventura clássica dos filmes de 1999 e 2001, deixando o CGI apenas para complementação e para as criaturas sobrenaturais.
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“A Múmia: Tumba do Imperador Dragão” (Foto: reprodução/Instagram/@lugastao)
Ao resgatar a química lendária entre Fraser e Weisz, a nova produção da Universal Pictures promete corrigir os rumos da franquia e entregar a continuação que os fãs esperam há décadas. Com o apoio dos produtores originais e uma equipe apaixonada pelo material, o filme se posiciona como o capítulo definitivo para encerrar o legado dos O’Connell nas telonas.
