Isabella Arantes relata luto após perda de bebê com Gabriel Medina: “O amor não tinha prazo”

Ex-bailarina abriu o jogo sobre o aborto espontâneo vivenciado meses após revelar gravidez no casamento e detalhou o impacto emocional da perda

12 set, 2026
Gabriel Medina e Isabella | Reprodução/Instagram/@gabrielmedina
Gabriel Medina e Isabella | Reprodução/Instagram/@gabrielmedina

Isabella Arantes, de 29 anos, fez um desabafo público no sábado (12) através dos Stories do Instagram sobre o aborto espontâneo que sofreu. A ex-bailarina do Faustão e do Domingo (13) Legal estava grávida de três meses quando a gestação foi interrompida de forma espontânea, cerca de um mês antes do relato. A descoberta aconteceu durante o exame morfológico do primeiro trimestre.

“A gestação durou semanas. O amor não tinha prazo…”

Isabella anunciou a gravidez no dia 30 de julho, durante a cerimônia de casamento com o surfista Gabriel Medina, tricampeão mundial de surfe. Conforme informado ao ge na época, o casal recebeu a notícia da interrupção fetal após realizar o ultrassom morfológico desta fase gestacional.


Isabella Arantes relata luto após perda de bebê com Gabriel Medina: "O amor não tinha prazo"

Isabella Arantes desabafa sobre perda de bebê com Gabriel Medina (Foto: reprodução/Instagram/@isaabellaarantes)


O choque da descoberta

Antes de saber que estava grávida, Isabella notou mudanças significativas no corpo. Seu cabelo começou a cair com intensidade e manchas surgiram na pele, causando preocupação estética. Quando descobriu a gravidez, porém, essas questões deixaram de importar completamente.

“O coração do nosso filho havia parado de bater. Naquele momento, foi um choque.”

O que tornou a experiência mais difícil foi a ausência de sinais de alerta. Isabella não teve qualquer sinal físico, como sangramento, que indicasse que algo poderia estar errado. O impacto emocional veio na sala do ultrassom, onde não havia mais batida cardíaca.

Refletindo sobre o luto

A ex-bailarina refletiu sobre a complexidade do processo de lidar com a perda. Em seu desabafo, ela pontuou a dificuldade em reprogram o cérebro após meses de expectativas criadas.

“De uma hora para outra, você precisa ensinar o seu cérebro a parar de pensar em tudo aquilo que, durante três meses, ele se acostumou a criar, imaginar e planejar.”

Isabella também reconheceu que a profundidade do sofrimento só é compreendida por quem passa pela experiência.

“A gente só entende a dimensão dessa dor quando passa por ela. Só passando para compreender o quanto é difícil.”

Segundo ela, depois de descobrir a gravidez, nada mais do que havia incomodado antes tinha relevância. O foco se deslocou completamente para a vida que se formava.

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