Allan Souza Lima anuncia estreia na direção com Poeta Bélico

Após o fim de Cangaço Novo, ator prepara primeiro longa como diretor e também trabalha no lançamento de seu primeiro livro

18 set, 2026
Allan Souza Lima | Reprodução/Instagram/@allansouzalima
Allan Souza Lima | Reprodução/Instagram/@allansouzalima

Após duas temporadas de Cangaço Novo, Allan Souza Lima já tem novos projetos para a carreira. O ator, que interpretou o protagonista Ubaldo na série do Prime Video, vai estrear na direção de longas-metragens com Poeta Bélico, projeto que desenvolve desde 2013. Além do novo trabalho atrás das câmeras, Allan também prepara a estreia de seu primeiro livro.

Allan Souza Lima estreia na direção com Poeta Bélico

O primeiro longa dirigido por Allan será ambientado em Cabaceiras, na Paraíba, conhecida nacionalmente como a “Roliúde Nordestina” e também cenário das filmagens de Cangaço Novo. A produção acompanha dois sobreviventes de um mundo pós-apocalíptico, conhecidos como o Guerrilheiro e o Poeta, com a trama sendo estruturada a partir dos 14 quadros da Via Crucis. Os atores Renato Góes e Alejandro Claveaux estarão nos papéis centrais da trama.


 

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Allan Souza Lima vai estrear na direção de longas-metragens com Poeta Bélico (Foto: reprodução/Instagram/@lagomarcos)


A produção terá os atores Renato Góes e Alejandro Claveaux nos papéis centrais da trama. O projeto representa a expansão da atuação de Allan no audiovisual, que passa a assumir também a condução de uma produção de longa-metragem. “Por uma questão de recursos mesmo, existe muito trabalho e todo um processo até conseguir a captação que hoje temos. Quantos projetos, tanto o meu quanto tantos outros de baixo orçamento ou de diretores estreantes, enfrentam dificuldades para captar, entrar em editais, declarou o ator sobre o novo projeto.

Ator também prepara lançamento de seu primeiro livro

Paralelamente ao cinema e TV, Allan Souza Lima trabalha ainda em seu primeiro projeto literário. Ainda sem título definido, o livro nasceu durante um período de luto e está sendo construído a partir de anotações pessoais e escrito diariamente durante 42 dias.

A obra reúne reflexões sobre memória, infância e passagem do tempo, partindo de experiências pessoais para tratar de sentimentos relacionados à perda e às transformações provocadas pela vida. Com os dois projetos, Allan amplia sua atuação para além da interpretação e passa a explorar diferentes frentes de criação artística.

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