Fabiana Justus celebra conclusão de tratamento contra o câncer e volta a praticar ritual sagrado judaico
Empresária responde a seguidores que questionam sua fé em horóscopo e sua identidade judaica
Fabiana Justus retomou o jejum de Yom Kippur no domingo (20) após receber licença médica para a tradição judaica, segundo a Revista Quem. A empresária havia interrompido a prática no ano anterior por causa das sessões de quimioterapia do tratamento contra leucemia mieloide aguda, concluído em maio. Ela compartilhou a notícia com seus 4,4 milhões de seguidores no Instagram. Sobre a volta à tradição, Fabiana afirmou: “Ano passado não fiz por causa das quimios. Mas agora já comecei”;
A retomada marca um momento importante de recuperação. Yom Kippur é o dia mais sagrado e solene do judaísmo. O período é dedicado à oração global, ao jejum absoluto (sem comida ou água por aproximadamente 25 horas) e ao pedido de perdão por erros passados. Em 2024, a celebração começou ao pôr do sol de domingo (20) e terminou ao anoitecer de segunda-feira (21).
O significado de Yom Kippur
A importância de Yom Kippur na tradição judaica vai além de uma simples data no calendário. É considerado um momento de introspecção e conexão espiritual profunda. A prática do jejum absoluto representa um afastamento temporário das necessidades materiais, permitindo que o fiel se dedique exclusivamente à reflexão e à oração. Para aqueles que seguem a tradição, retomar essa prática após um período de impossibilidade é simbólico de recuperação e renovação.

Fabiana é judia, mas se descreve como não religiosa. Para ela, a participação em Yom Kippur representa a conexão com sua etnia e herança cultural, não necessariamente com doutrinas religiosas estritas. Essa distinção é importante para compreender sua relação com a tradição.
Fabiana rebate críticas sobre suas crenças
No domingo (20), ao comentar o retorno ao jejum, Fabiana também respondeu a seguidores que questionam sua fé. Uma seguidora perguntou se judeus acreditam em horóscopo, gerando reações críticas de internautas que desaprovam sua adesão a signos e astrologia.
Sobre o assunto, Fabiana respondeu de forma direta: “Eu recebo muito esse tipo de cobrança. Eu sou judia, porém não sou religiosa. Judaísmo também é etnia além da religião. Sigo o que acredito e o que faz sentido para mim. Me conecto com Deus e com a minha fé. Acho muito chatas certas cobranças”
Sua posição deixa claro que não vê contradição em reunir diferentes crenças e referências em sua vida. Para Fabiana, a pluralidade espiritual é coerente com sua identidade.
