Celine Dion recria look do Oscar de 1997 com Chanel
Celine Dion recriou, em Paris o icônico vestido da Chanel usado por ela no Oscar de 1997 com muito glamour e quase 1.400 horas de trabalho feito à mão
A cantora franco-canadense Celine Dion, dona do hit “My Heart Will Go On”, trilha sonora do filme “Titanic” retornou aos palcos após uma longa recuperação do seu diagnóstico de síndrome da pessoa rígida (SPR) usando um belo vestido de Alta-Costura assinado pela Chanel. A artista escolheu homenagear a si mesma nos palcos de Paris, se inspirando no look que a mesma usou no Oscar de 1997.
A confecção do vestido usado por Celine Dion
O modelo usado por Celine Dion na sua última apresentação em Paris foi desenhado por Matthieu Blazy e foi confeccionado dentro dos ateliês da Chanel na Rue Cambel, levando 1.380 horas de trabalho à mão para ficar pronto. O vestido recebeu o nome de Strapless e traz uma modelagem sereia para o corpo, e se destacou pela estrutura bustier e um degradê com muito brilho. Transitando pelo tom prateado do corpete até o azul marinho da saia longa com uma fenda frontal.
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Celine Dion usando o vestido assinado pela Chanel na sua última apresentação em Paris (Foto: Reprodução/Instagram/@celinedion)
O vestido também possuía bordados com 6.000 pedrarias e 5.000 miçangas, e também contava com detalhes de ráfia no decote, reproduzindo assim, perfeitamente o efeito glamuroso do vestido usado por Dion na cerimônia do Oscar de 1997.
O colar de diamantes usado por Dion na apresentação
Para fechar o look com o mesmo impacto do vestido de 1997, Celine apostou em um colar que é uma versão contemporânea do Comète da Chanel, sendo confeccionado em ouro branco 18k e platina, trazendo o formato de uma estrela cadente. A jóia reuniu 1.080 diamantes que equivalem à mais de 67k.
Celine dion brilhou nos palcos de Paris com glamour e uma elegância sofisticada usando um coque polido e scarpins pretos com cetim. A cantora enfrentou uma longa batalha contra o diagnóstico da síndrome da pessoa rígida e estava fora dos palcos desde março de 2020, recebeu o diagnóstico em 2022 e começou a fazer o seu retorno em setembro de 2026.
