Leandro Karnal sofre tentativa de furto em meio a temporal na capital paulista
Historiador enfrentou pouso fechado, aeroporto com circulação estendida e abordagem criminosa durante temporal que alagou a capital
O historiador Leandro Karnal divulgou nas redes sociais nesta quinta-feira (15) um relato sobre uma tentativa de furto sofrida na terça-feira (14). O episódio ocorreu quando retornava do aeroporto de Congonhas, em São Paulo, durante temporal que provocou alagamentos na cidade, segundo a revista Quem.
Tudo começou cedinho. Karnal saiu às 3 da manhã de São Paulo para cumprir uma palestra em Goiás. Na volta, o avião enfrentou dificuldades para chegar ao solo. O aeroporto de Congonhas precisou fechar, e a aeronave permaneceu circulando no ar: “O aeroporto fechou e ficamos mais de uma hora no ar, fazendo círculos. Na internet víamos notícias da cidade inundada, com pessoas sobre os carros”.
Depois de pousar, o caminho até sua residência se transformou em uma odisseia no trânsito caótico da capital paulista. Do terminal até em casa levaram 2 horas e 40 minutos para cobrir apenas 9 km.
No meio desse trajeto, Karnal sofreu a abordagem criminosa. Dois homens em uma motocicleta tentaram quebrar o vidro de seu automóvel: “Dois homens em uma moto tentaram quebrar o vidro do meu carro. Não conseguiram, mas chutaram o retrovisor com raiva.Levei 2h40 para um trajeto de cerca de 9 km”, relatou Karnal ao descrever o percurso.
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Relato de Leandro Karnal (Foto: reprodução/Instagram/@leandro_karnal)
Reflexão sobre crises
Após relatar os acontecimentos, o historiador usou sua plataforma para questionar seguidores sobre estratégias para lidar com momentos de pressão extrema: “Há momentos em que o equilíbrio pessoal precisa se sobressair em meio à crise do mundo. Ontem foi um deles. O que vocês usam para permanecerem calmos quando tudo desaba ao redor? Têm estratégias?”
O desabafo repercutiu. Nos comentários, celebridades se manifestaram em solidariedade. Astrid Fontenelle sugeriu sua própria forma de lidar com tensão: “Ligar para alguém e colocar as fofocas em dia!! Depois, é claro, de ter rezado uma Ave Maria, porque foi um dia de livramentos”. Gabriela Prioli também comentou o relato, expressando empatia com a experiência vivida pelo historiador.
