Lívia Andrade obtém decisão favorável em disputa judicial por patrimônio com Marcos Araújo

Juiz Raphael Augusto Cunha determinou que 13 empresas ligadas ao ex-companheiro forneçam registros financeiros e fiscais em processo que pode impactar a divisão patrimonial

17 out, 2026
Lívia Andrade | Reprodução/Instagram/@liviaandradereal
Lívia Andrade | Reprodução/Instagram/@liviaandradereal

A apresentadora Lívia Andrade conquistou avanço significativo em seu processo de disputa patrimonial contra o empresário Marcos Araújo. Em decisão de 14 de setembro, o juiz Raphael Augusto Cunha ordenou que 13 empresas rés na ação apresentem documentos financeiros e fiscais requisitados pela artista. A ação teve início em março deste ano e tramita com prioridade reconhecida pela Justiça.

O processo foi ajuizado originalmente na comarca do Tatuapé, em São Paulo, e posteriormente remetido à comarca de Santo Amaro, conforme entendimento do tribunal sobre a competência territorial adequada para o caso.

As alegações de Lívia Andrade

Lívia sustenta ter mantido união estável com Marcos por cinco anos, durante a qual o patrimônio do casal teria aumentado expressivamente. A apresentadora alega que o empresário estruturaria seu patrimônio através de empresas registradas em nomes de parentes e funcionários, sem constar formalmente como sócio nos cartórios de pessoas jurídicas.

Segundo coluna de Fábia Oliveira no Metrópoles, Lívia solicitou também a quebra de sigilo bancário de Marcos, de duas irmãs dele e da mãe do empresário. A apresentadora alegou ser vítima de violência doméstica e informou possuir medida protetiva contra o ex-companheiro, o que justificaria a tramitação prioritária conforme legislação específica.


Lívia Andrade consegue decisão favorável na Justiça e avança em disputa de bens com ex (Vídeo: reprodução/X/@choquei)


Argumentação do magistrado

Na sentença, o juiz apontou:“haver fundado receio de que, com o passar do tempo, os fatos narrados pela apresentadora se tornem impossíveis ou muito difíceis de comprovar”

O magistrado esclareceu, porém, que:“a medida não representa um julgamento sobre o conteúdo dos documentos, mas busca garantir a produção e a preservação das provas”

Raphael Augusto Cunha reconheceu a necessidade de dar prosseguimento acelerado ao processo. Os documentos a serem apresentados pelas 13 empresas funcionarão como base para outras ações judiciais e para a futura partilha de bens do ex-casal.

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