The Town: confira os pontos altos e baixos do primeiro final de semana

O primeiro final de semana do “The Town” em São Paulo encerrou-se nesse domingo (03). Tido como o festival irmão do “Rock in Rio”, o evento lotou o Autódromo de Interlagos e trouxe grandes nomes da música, além de uma elaborada estrutura. Acompanhe o que deu certo e o que não deu nesses primeiros dois […]

04 set, 2023

O primeiro final de semana do “The Town” em São Paulo encerrou-se nesse domingo (03). Tido como o festival irmão do “Rock in Rio”, o evento lotou o Autódromo de Interlagos e trouxe grandes nomes da música, além de uma elaborada estrutura. Acompanhe o que deu certo e o que não deu nesses primeiros dois dias de shows.

 

Pontos positivos

Assim como o “Rock in Rio” o festival instalou brinquedos para entreter ainda mais o público: tirolesa, montanha-russa, roda-gigante e o Megadrope, uma torre com 50 metros de altura com queda livre. Para evitar longas horas de espera em filas, o evento disponibilizou o agendamento prévio por aplicativo.

A comida também foi um ponto positivo. Repleta de variedades para todos os gostos: pizza, temaki, açaí, picolé, bobó de grão-de-bico. Tinha para todos os bolsos também, com os preços sendo os mais comuns em festivais, onde a comida do lado de fora ainda é mais barata. Entretanto, o principal destaque é a atenção dada a quem possui restrições alimentares.

O evento ainda inovou nos sanitários, deixando de lado o banheiros químicos para a instalação de um sistema de encanamento provisório. O intuito era o aumento de higiene e a diminuição de odores. Papel higiênico e sabonetes estiveram disponíveis na maior parte do tempo. 

Também houve destaque positivo para a segurança. O evento recomendou a utilização de transporte público e a polícia esteve presente em todos os momentos do trajeto, tanto na chegada, quanto na saída, na madrugada. As estações também tiveram segurança reforçada. 


The Town: confira os pontos altos e baixos do primeiro final de semana

Bruno Mars durante sua apresentação no The Town. (Foto: divulgação/Instagram/thetownfestival)


Pontos negativos

O sistema de transporte público teve alguns problemas no primeiro dia de evento. Uma falha técnica em trens levou a uma redução de velocidade, o que atrasou e promoveu superlotação nos vagões. Havia um transporte expresso e semiexpresso criado para o evento pela “ViaMobilidade” cujas passagens chegavam a R$ 40 e pode ter prejudicado o transporte na totalidade. Os problemas foram resolvidos ainda no sábado e no domingo tudo ocorreu tranquilamente.

Ponto comum a eventos de grande porte, as filas foram um problema. As pessoas tiveram que esperar por bastante tempo, principalmente no domingo, para se alimentar ou usar o banheiro. Apesar de ainda não ter sido divulgado a quantidade de pessoas por dia no evento, a sensação passada foi de um público ainda maior no domingo, justamente pelas filas.

Dois palcos do festival, “The One” e “Factory”, ficaram muito próximos, de modo que houve uma mistura de ritmos vindo dos dois, em alguns momentos. Além disso, o palco “Factory” teria um espaço muito pequeno para convidados que atraem grande público, como os astros do trap Kayblack e Veigh.

 

Foto destaque: Grande público presente no The Town. Reprodução/Twitter/thetownfestival

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