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Fila do INSS afeta mais de 1,8 milhões de pessoas desde início do ano

20 Set 2023 - 09h13 | Atulizado em 20 Set 2023 - 09h13
Fila do INSS afeta mais de 1,8 milhões de pessoas desde início do ano

Há mais ou menos dois meses, o governo de São Paulo fez um programa para reduzir a fila de pessoas à espera de benefícios da previdência, mas a demora para análise dos processos ainda continua bem lenta, fazendo as pessoas esperarem por muito tempo.

Filas enormes

A filas do INSS são  automáticas, mas, mesmo assim, continua tendo muitas pessoas esperando respostas do sistema. Antes do início do programa, em julho, mais de 1,8 milhões de pessoas esperavam o atentimento. Na maioria dos casos, as pessoas esperam receber o dinheiro da aposentadoria e a outra grande parte está esperando a Péricia Médica. 

Em audiência na Câmara dos Deputados, o ministro da Previdência Social, Carlos Lupi, anunciou nesta quarta-feira (20) a meta de reduzir, até o fim do ano, a fila de concessão de benefícios. Ele aposta em “ações estruturantes”, como informatização, análise documental sem passar pela perícia, por meio do serviço  cruzamento de dados com outras instituições federais (Marinha e Ministérios do Desenvolvimento Agrário e do Desenvolvimento e Assistência Social) e lançamento do Programa para atendimento itinerante.

Segundo o Lupi em agosta mais de 1 mihão de brasileiros em agosto entram com o pedido o Meu INSS ou na Previdência.


Logo da Previdência Social Foto:Reprodução Governo Federal)


Governo vai tenta diminuir a fila  

Rui Martins do Santos, um dos pacientes que está na fila, luta contra a depressão e está esperando desde abril pela Perícia do INSS, que foi marcada somente para novembro. 

Quando o governo paulista diz que quer diminuir a fila, é apenas para os procedimentos iniciais, não entra na leva de recursos, pedidos, revisão dos pedidos. Sendo assim, elevaria o tamanho da fila para 7 milhões de pessoas, segundo o Ministério da Previdência.

 

Foto Destaque: O ministro da Previdência Social, Carlos Lupi. Reprodução/Mateus Bonomi/AFP