Sean “Diddy” Combs enfrenta novas acusações de agressão sexual. No dia 26 de fevereiro de 2025, um homem, identificado como John Doe, entrou com um processo alegando que o rapper o drogou, abusou sexualmente e ameaçou de morte. De acordo com informações do TMZ, durante a ameaça, Combs teria feito referência a “Pac”, apelido de Tupac Shakur, rapper assassinado a tiros em 1996.
Sobre o caso
O homem afirma que foi contratado por Diddy em 2012 por meio de um serviço de acompanhantes masculinos, no qual trabalhava na Flórida. Ele viajou até Nova York para se encontrar com o rapper, que estava no Intercontinental Hotel. Segundo ele, ao entrar no quarto, o homem relata que foi recebido por Diddy e sua companheira.
De acordo com o processo, o homem alega que Combs o drogou com uma garrafa de água e/ou óleo de bebê esfregado em seu corpo, fazendo com que ele perdesse o controle de si mesmo.
O garoto de programa diz que Diddy o drogou, o seguiu até o banheiro e o estuprou. “Se eu consegui que Pac Tupac fosse atingido, o que você acha que pode acontecer com você?” teria dito Diddy, referindo-se ao rapper Tupac Shakur.
Diddy performando no Madison Square Garden em 2012 (Foto: Reprodução: Getty Images/Embed/Taylor Hill)
Defesa de Diddy
A equipe jurídica de Sean “Diddy” Combs minimizou as recentes acusações de agressão sexual feitas contra o rapper, em um comentário enviado ao TMZ: “Não importa quantos processos sejam movidos — especialmente por indivíduos que se recusam a colocar seus próprios nomes nas alegações — isso não mudará o fato de que o Sr. Combs nunca abusou sexualmente de ninguém, nem se envolveu em tráfico sexual, seja homem ou mulher, adulto ou menor”.
Os advogados acrescentam: “Vivemos em um mundo onde qualquer um pode entrar com uma ação judicial por qualquer motivo. Felizmente, existe um processo judicial justo e imparcial para descobrir a verdade, e o Sr. Combs está confiante de que ela prevalecerá no tribunal.”
Atualmente, Combs está detido no Centro de Detenção Metropolitano de Brooklyn, onde permanecerá até o seu julgamento, marcado para o dia 5 de maio.