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Covid: OMS adverte lotações em hospitais na China

Em meio a preocupações e incertezas devido à nova onda de covid-19 que atinge a China, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou que os hospitais do país estão lotando por conta dos quadros de saúde dos pacientes.

Apesar das autoridades chinesas alegarem que os números são relativamente baixos, Michael Ryan, chefe de emergências da OMS, afirmou que as Unidades de Terapia Intensiva (UTI) estão ocupadas. Os dados oficiais mostram que ninguém morreu por infecção da doença na última quarta-feira (21), mas há um certo ceticismo em relação ao real impacto da doença.

Nos últimos dias, hospitais em Pequim e em outras cidades ficaram lotados por conta da nova onda da doença que atingiu o país. Apesar do aumento de casos, os números oficiais mostram que apenas cinco pessoas morreram de covid na última terça-feira (20), e duas na última segunda (19).


Covid volta a assombrar população chinesa. (Foto: Reprodução/Lifestylememory/Freepik)


Desde meados de 2020, a China impôs diversas medidas rigorosas com o intuito de diminuir os números de infecções por covid – a chamada “covid zero”. Porém, nas últimas semanas, o governo chinês suspendeu grande parte dessas medidas, após protestos históricos contra os controles rígidos. Desde a suspensão, o número de casos disparou novamente.

Com a situação, o chefe de emergências da OMS, Michael Ryan, fez um apelo ao país cobrando uma maior transparência das informações sobre a nova onda de propagação do vírus. “Na China, o que foi reportado (oficialmente) é um número relativamente baixo de casos em UTIs, mas os relatos são de que as UTIs estão lotando”, afirmou.

“Temos dito isso há semanas, que esse vírus altamente contagioso sempre será muito difícil de deter completamente, apenas com saúde pública e medidas sociais”, completou Michael, que ainda acrescentou que “a vacinação é a estratégia para escapar” dos surtos de coronavírus.

A China desenvolveu e também produziu suas próprias vacinas, que demonstraram ser menos eficazes do que as vacinas de mRNA usadas na maioria do resto do mundo, especialmente na proteção das pessoas contra doenças graves e morte por covid.

O governo alemão anunciou recentemente que havia enviado seu primeiro lote de vacinas BioNTech contra covid-19 para a China. É a primeira vacina estrangeira a ser entregue no país e deve ser aplicada inicialmente em expatriados na China — estima-se que haja cerca de 20 mil.

Foto destaque: Covid: OMS adverte lotações em hospitais na China. Reprodução/rawpixel.com/Freepik

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