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Governo de Israel decreta que hospital em Gaza seja esvaziado

Governo de Israel decreta que hospital em Gaza seja esvaziado

Nesta sexta-feira (13), o governo de Israel decretou, às 16h no horário de Brasília, prazo de duas horas para esvaziar e fechar o hospital Al Awda, localizado na Faixa de Gaza, onde há mais de 1 milhão de pessoas na região.

Ordem para esvaziamento de hospital em Gaza

O hospital Al Awda é um dos diversos hospitais em que a Organização Médicos Sem Fronteiras (MSF) apoia na região da Faixa de Gaza. “Condenamos inequivocamente esta ação, o contínuo derramamento de sangue indiscriminado e os ataques aos cuidados de saúde em Gaza”, declarou a Organização.

Segundo o MST, o decreto para esvaziar o hospital chegou enquanto os médicos ainda estavam tratando os pacientes. Em uma das últimas atualizações nas redes do MST, informaram que a evacuação do hospital foi adiada para sábado (14), “Forças israelenses adiaram agora para 6h de sábado, 14/10, hora local (00h de Brasília), o ultimato para a evacuação do hospital Al Awda em Gaza, onde o MSF trabalha. A retirada de pacientes permanece muito complicada”, MSF via app X.

A diretora-geral do Médicos Sem Fronteiras, Meinie Nicolai, declarou que a ordem dada por Israel “representa um ataque aos cuidados médicos à humanidade”, há cerca de 1,1 milhão de pessoas no norte de Gaza.


Governo de Israel decreta que hospital em Gaza seja esvaziado

                                                                                    Prédios destruídos na Faixa de Gaza. (Foto: Reprodução/Ahmad Hasaballah)


Consequências para população Israelense 

A Organização Mundial de Saúde (OMS), afirmou que segundo médicos, ser impossível retirar pacientes do norte de Gaza. “Há pessoas gravemente doentes, cujos ferimentos significam que sua única chance de sobrevivência é estar sob suporte de vida, como ventiladores mecânicos”, declarou Tarik Jasarevic, porta-voz da OMS.

O ataque feito pelo grupo radical Hamas, iniciou no último sábado (07), e até o momento foram contabilizados cerca de 1.300 de pessoas mortas, sendo o pior ataque à população israelense na história do país.

Em resposta e iniciando o cerco contra o grupo terrorista, as autoridades israelenses afirmaram que não haverá eletricidade, água ou abastecimento de combustível até que o Hamas entregue as pessoas sequestradas e feitas de reféns.

 

Foto destaque: Jornalistas Said al-Tavil e Muhammed Sobh foram velados em Gaza, após ataque em Israel. Reprodução/Ahmad Hasaballah

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