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Lula enfrenta a complexa escolha para um novo ministro da Defesa.

O presidente eleito, Lula, PT, enfrenta dificuldades em decidir quem irá presidir o Ministério da Defesa em sua equipe de transição. O grande empasse da decisão gira em torno de nomear alguém alinhado com o plano de governo do petista e que agrade também a base militar. Já que o cargo ficará à frente no Exército, Aeronáutica da Marinha.

Buscando manter uma de suas propostas durante a campanha, de ser um governo de pacificação e diálogo, o presidente eleito tem mandado sinais para que os militares escolham primeiro, de acordo com seus critérios, quais serão os comandantes do Exército, Marinha e Aeronáutica. Essa é uma antiga tradição militar que foi deixada de lado durante o governo do atual presidente, Jair Bolsonaro, ao dispensar os nomes escolhidos pela caserna por não concordarem com o desejo de Bolsonaro em politizar as tropas.

Com isso, equipe possui uma lista com os principais nomes cotados para esta escolha.  Entre eles, cabe destacar o do próprio vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin, PSB, que, apesar de Lula já ter declarado que não ocupará nenhum cargo como ministro, é bem visto entre os militares de alta patente por sua capacidade de articulação.


Geraldo Alckmin, um dos nomes cotados para o Ministério da Defesa (Foto: Reprodução/O Globo)


Outros nomes que compõem a lista de candidatos para fechar a equipe de transição – que já conta com nomes como Aloysio Nunes (PSDB), Marina Silva (Rede) e Guido Mantega (PDT) – são o do atual ministro do STF Ricardo Lewandowski, que enfrenta certa aversão tanto por parte dos militares quanto da própria equipe de transição – e Aloysio Nunes, que é aliado de Alckmin.

Ainda, estão cotados o ex-presidente da câmara dos deputados, Aldo Rebelo; e o ex-ministro das Relações Exteriores e da Defesa, Celso Amorim. Além de Nelson Jobim, ex-presidente do STF e também ex-ministro da Defesa no segundo mandato de Lula em 2007. Este, porém, já declarou que não possui nenhum interesse em voltar a trabalhar em Brasília.

Com isso, a escolha segue adiada até que Lula retorne ao Brasil com o fim da COP27 no Egito, previsto para hoje, 18.

Foto destaque: Fachada do Ministério da Defesa. Reprodução/Agência Brasil.

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