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Mourão afirma que Bolsonaro não está com vontade de conversar com Lula

O vice-presidente Hamilton Mourão (Republicanos), senador eleito pelo Rio Grande do Sul, disse que o presidente Jair Bolsonaro (PL) “não está com muita vontade de conversar com o novo presidente”. Ele se refere ao processo de transição para o governo de Lula (PT), que assume em 2023. O atual presidente ainda não reconheceu a vitória de Lula nas eleições de outubro e falou publicamente poucas vezes desde a vitória do petista.

“As equipes que eles reuniram, que foram equipes volumosas, tiveram acesso a todos os dados necessários. Ninguém reclamou que não teve acesso a dados. Quanto a uma conversa específica entre o presidente que sai e o que entra, uma vez que o presidente Bolsonaro está recolhido…”, afirmou o vice-presidente em entrevista à Rádio Gaúcha.

Mourão ainda entende que a falta de diálogo causará problemas para a transição “para que o novo presidente implemente o que julga necessário em termos do Poder Executivo”.

“Acredito que (Bolsonaro) não está com muita vontade de conversar com o novo presidente, então fica um espaço vazio nisso aí”, declarou o vice-presidente.


Hamilton Mourão conversa com Jair Bolsonaro (Foto: Reprodução/Reuters)


Ele também garante que, em relação à vice-presidência, “tudo foi realizado da forma mais transparente possível”. Em novembro, Mourão recebeu o vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (PSB) em seu gabinete. O encontro foi para tratar da transição.

O vice-presidente acredita que Bolsonaro ficou chateado com a derrota e voltou a dizer que o perdedor de uma eleição tem que ser desafiador e altivo.

Mourão ainda afirmou que, se o atual presidente decidir passar a faixa para Lula, ele também estará na cerimônia. Ele voltou a se manifestar sobre os atos praticados por apoiadores de Jair Bolsonaro em Brasília e em outras cidades do Brasil. Nesta segunda-feira (12), bolsonaristas radicais tentaram invadir o prédio da Polícia Federal e colocaram fogo em carros e ônibus na capital do país.

Ele afastou a possibilidade de atos violentos durante a cerimônia de posse do novo governo, em 1º de janeiro. “Sei que tem tropas das Forças Armadas preparadas para auxiliar a polícia do DF caso haja um tumulto de grandes proporções, mas, pela minha avaliação, até pelo próprio dia, 1º de janeiro… 1º de janeiro está todo mundo de ressaca, não vai acontecer nada.”

O vice-presidente considera os atos inadmissíveis, e afirma que os responsáveis devem ser devidamente punidos de acordo com a própria lei.

 

Foto destaque: Vice-presidente Hamilton Mourão. Reprodução/Estadão

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