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Alemanha aumenta restrições para não vacinados contra a COVID

03 Dez 2021 - 11h17 | Atulizado em 03 Dez 2021 - 11h17
Alemanha aumenta restrições para não vacinados contra a COVID

Novas restrições provocam maniqueísmo na Alemanha. O governo anunciou nesta quinta-feira (2), novas proibições para aqueles que se negam a tomar a vacina contra a COVID-19. O motivo seria por uma possível onda que pode ocorrer no país e com a nova variante todo cuidado está sendo garantido pelos órgãos reguladores.

O motivo de todo o alarde se dá por conta da obrigação em vacinação, essas restrições que pretendem fazer com que a população busque pela vacinação de forma não voluntária é fortemente criticada pelo grupo que nega a imunização.

 


Vídeo: Pronunciamento de Angela Merkel sobre restrinções. Reprodução/AFP português.


 

A Alemanha totaliza um número de mortes que ultrapassam dos 100 mil desde o início da pandemia chegando a atingir recordes desagradáveis para a potência. Os casos seguem em alta atingindo a marca de 6,07 milhões de casos confirmados, as novas restrições pretendem frear esse quadro que segue em crescimento.

A Ômicron está começando a se expandir, uma variante pouco conhecida pela ciência originaria da COVID-19, chegou em solo alemão que já possuem dois casos confirmados, motivo esse que pressiona ainda mais o governo a tomarem medidas cautelares, mesmo que possa parecer evasivo, mas que pretendem garantir a segurança de todo o corpo social.

Bares, cinemas, igrejas entre outros lugares fechados não essenciais passam a ser proibidos para aqueles que se negam a vacinação que atingem a marca de 14 milhões de adultos. O governo demostra pressa as novas restrições e pretende ainda tornar algo ainda mais rígido, como a própria obrigação da imunização no geral, além das medidas já em questão, as novas normas pretendem também anexar o horário de funcionamento dos bares noturnos, a pandemia na Alemanha, que já ocorreram anteriormente nos picos de surto.

 

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Líderes das 16 regiões do país, junto de Angela Merkel e Olaf Scholz já entenderam a gravidade de toda a situação e criaram um parlamento de crise, pois não pretendem perder o controle e entrar em uma nova onda de casos. “A situação é muita séria, o número de infecções estabilizou-se em um patamar muito alto”, afirma Merkel, as novas medidas a serem tomadas são de urgência segundo as circunstâncias que estão sendo apresentadas.

Foto destaque: Angela Merkel e Olaf Scholz. Reprodução/CNBC.