Saúde e Bem Estar

Atualizações sobre caso de “Varíola dos Macacos” deixa Inglaterra em estado de atenção

16 Mai 2022 - 14h12 | Atulizado em 16 Mai 2022 - 14h12
Atualizações sobre caso de “Varíola dos Macacos” deixa Inglaterra em estado de atenção

Novos casos de varíola dos macacos, faz  médicos e especialistas ficarem atentos. Trata-se de uma infecção viral rara da qual a maioria das pessoas se recupera em apenas algumas semanas, segundo o NHS (sistema público de saúde do Reino Unido, o SUS britânico) e se não for controlada da maneira correta, pode desencadear muitos casos ao longo dos meses.

Entretanto, é preciso tratá-la com seriedade. Os sintomas começam semelhantes aos da gripe incluindo febre, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, calafrios, exaustão e inchaço dos gânglios linfáticos (são pequenas estruturas que funcionam como filtros para substâncias nocivas). Em seguida, progride para uma erupção disseminada no rosto e no corpo todo que em seguida, cria uma crosta que cai.


Foto: Reprodução/Idaron/Divulgação


Os novos casos foram confirmados na Inglaterra pela Agência de Segurança da Saúde do Reino Unido (UKHSA, na sigla em inglês). Os indivíduos compartilham o mesmo domicílio, um estava sendo atendido no Hospital Dt Mary, em Londres, e o outro estava em isolamento, de acordo com a agência. 

Contudo, eles não estão ligados ao caso anterior anunciado pela UKHSA no dia 7 de maio, onde uma pessoa que viajou recentemente para a Nigéria havia contraído a infecção antes de chegar ao Reino Unido. O diretor de infecção clínica e emergente do USHSA, Colin Brown afirmou que o risco geral para o público permanece muito baixo, e completou: 

"Embora as investigações continuem em andamento para determinar a fonte da infecção, é importante enfatizar que ela não se espalha facilmente entre as pessoas e requer contato pessoal próximo com uma pessoa sintomática infectada".

Colin Brown disse que a agência estava contactando "quaisquer amigos, familiares ou contatos em potencial na comunidade", bem como "profissionais de saúde que trataram" dos dois novos casos para ter dados mais concretos.

 

Foto Destaque: Diário do Nordeste