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Aumento do salário mínimo é desproporcional ao da inflação

09 Dez 2021 - 07h42 | Atulizado em 09 Dez 2021 - 07h42
Aumento do salário mínimo é desproporcional ao da inflação

O padrão de vida dos brasileiros enfrenta mais um ano de constantes altas, o preço dos combustíveis, energia elétrica entre outros bens de consumo, vão de encontro as relações pandêmicas que enfrentam e crises políticas, que proporcionam um ambiente um tanto irregular fazendo com que a economia encontre novos rumos em favor de uma classe social.

Em relação ao salário mínimo divulgado pelo governo para o próximo ano será de R$1.210,00 reais, esse é a base que boa parte de famílias brasileiras serão acometidas, o valor nada satisfatório é apenas 1/3 de um valor que seria necessário segundo especialistas, o aumento não condiz com ao que é apresentado em relatórios econômicos.

 


Vídeo: O que o novo aumenta de salário mínimo representa. Reprodução: Instituto Montanari.


 

O Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) expõe que uma família composta por quatro integrantes com necessidades básicas chega no valor de R$5.969,17, valor este que também sobe gradativamente. O órgão que realiza o estudo, utiliza de práticas fundamentais nos bens e serviços comuns dos usuários de baixa reanda, o que preocupa a economia neste ambiente é em relação a diferença do salário mínimo aplicado pelo governo e o que comumente é gasto por esses cidadãos, a conta não fecha.

Os índices de inflações sobem gradativamente, com altas chegando a 11,8%, o setor de alimentação e bebida tido como fundamental, está cada vez mais vetado, com produtos sendo tirados do carrinho mensalmente para que a conta seja paga, os 12% de aumento desse setor afeta mais da metade da população, combustíveis e energia que fora acometidos com um aumento de 31% afetou diretamente na forma de locomoção e transporte tanto de indivíduos quanto do agronegócio, esse foi um dos motivos pela alta nos supermercados, os valores começam a ser repassados de forma direta a seus consumidores.

Em relação aos consumos essenciais, temos ainda a energia elétrica residencial que teve aumento inflacionário de significativos 29%, que foi um dos que mais afetaram o bolso desses brasileiros, além é claro do famigerado botijão de gás com elevação recorde de 38%, este causou alvoroço nas últimas semanas.

 

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Um ponto importante a ser abordado em virtude em relação a novos patamares de consumo, abre espaço para a desigualdade social, em relação a renda o Brasil se torna um dos pioneiros, onde a metade dos mais pobre não preenche ao menos 1% de toda a riqueza no Brasil, este é um ponto preocupante, pois a concentração de poderes é nítida dentro dessa sociedade, com os novos campos que estão sendo aplicados, os bilionários enxergam otimismo enquanto que aqueles desprovidos, enfrentam duras altas e inflações que impedem o consumo essencial para equilibrar a balança nada econômica dentro do ambiente familiar.

 

Foto destaque: Carteira de Trabalho. Reprodução/Rede Brasil Atual.

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