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Auxílio Brasil: Ministro João Roma diz buscar recursos para mantê-lo

18 Out 2021 - 18h40 | Atulizado em 18 Out 2021 - 18h40
Auxílio Brasil: Ministro João Roma diz buscar recursos para mantê-lo

João Roma, atual ministro da Cidadania, reafirma que o objetivo do programa assistencial que substituirá o Bolsa Família, o Auxílio Brasil, será atender 17 milhões de brasileiros com, aproximadamente, 300 reais mensais. Neste último domingo (17), o ministro declamrou em uma entrevista ao programa Brasil em Pauta que pretende zerar a fila de espera do programa, que atualmente beneficia 14,6 milhões de famílias com 190 reais mensais, em média.

 

Segundo o político, a ideia é aumentar o valor do benefício para 300 reais por mês e torná-lo permanente. No entanto, apesar do objetivo iminente, Roma afirma que essa escolha não dependerá apenas dele, que ainda precisará de aprovação das possíveis fontes que sustentam a ampliação.

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"Acredito que nós próximos dias, o presidente Bolsonaro deve reunir toda equipe, tanto do Ministério da Cidadania como do Ministério da Economia, para apontar as fontes de recursos. É uma decisão de governo", disse o ministro.


O ministro da Cidadania, João Roma, durante entrevista coletiva. Reprodução/Marcelo Camargo/Agência Brasil


No dia 10 de agosto, o governo publicou uma Medida Provisória que revoga o Bolsa Família e entra em debate a criação de um novo programa que irá substituí-lo, o Auxílio Brasil. Apesar da Medida já ser oficial, para ser considerada de forma definitiva, ainda precisa ser aprovada por deputados e senadores em até 120 dias.

A PEC dos Precatórios e a reforma do imposto de renda estão entre as possíveis soluções para os fundos do novo programa, mesmo que ambas ainda estejam em debate no Congresso Nacional, onde estão sofrendo certa resistência de passar. Um dos maiores desafios do governo atualmente é encontrar uma forma de ampliar seus programas essenciais de forma eficiente e não estourar as contas públicas, que andam no limite.

Segundo o portal de notícias G1, que ao procurar o ministro da Cidadania, recebeu em resposta que o auxílio emergencial não deve ser prorrogado. Devido a isso, o atual presidente da república, Jair Bolsonaro vem buscando formas de amenizar o fim do auxílio de emergência de crise sanitária, como também vem tentando tomar iniciativas mais populares. Nesse sentido, com as últimas parcelas do Auxílio Emergencial sendo pagas neste mês de outubro, o governo pretende começar a utilizar o Auxílio Brasil já a partir deste próximo mês de novembro.

Foto Destaque: João Roma em entrevista  à TV Brasil. Reprodução/Site pessoal João Roma