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Bandeiras símbolo da comunidade LGBTQIA+ podem ser confiscadas na Copa do Catar

01 Abr 2022 - 19h31 | Atulizado em 01 Abr 2022 - 19h31
Bandeiras símbolo da comunidade LGBTQIA+ podem ser confiscadas na Copa do Catar

Bandeiras arco-íris poderão ser retiradas dos torcedores durante a Copa do Catar, porém segundo um dos integrantes da segurança do torneio, esse ato seria para proteção dos simpatizantes dos direitos LGBTQIA+. Segundo, o próprio homem afirma, essa medida será tomada para evitar conflitos entre torcedores que apoiam a causa e outros que são contrários. Ele ainda alega que não está sendo discriminatório por suas falas, e sim expressando uma verdade sobre o local da competição.


Autoridades do Catar comunicam que bandeiras arco-íris podem ser tomadas do público


A relação entre pessoas do mesmo sexo é considerada crime no Catar, país sede do torneio. Porém, o major-general Abdulaziz Abdullah Al Ansari garante que não haverá problemas para pessoas do grupo LGBTQIA+ estarem no país durante a Copa do Mundo. O militar ainda afirma que "não se pode mudar a religião de um país por 28 dias de Copa." O país já se envolveu em uma polêmica recente, por conta de diversas mortes de trabalhadores da preparação do torneio causadas pela forte temperatura do local e as más condições de trabalho que o país oferece.

Segundo autoridades da Fifa as bandeiras arco-íris, símbolo mais conhecido do grupo LGBTQIA+, poderão ser usadas e legalizadas nos estádios durante a Copa do Catar. O torneio começa no dia 21/11 e a grande final será 18/12.  A seleção do Catar que participará de sua primeira Copa, abre os jogos no torneio contra a equipe do Equador. Apesar de estar em um grupo complicado, o país sede do torneio, tem esperanças de fazer uma boa Copa.

 

Foto: Redes sociais / DW Sports

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