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Fifa diz que gasto pela transferência de jogadores internacionais quase triplicaram em 10 anos

03 Set 2021 - 15h52 | Atulizado em 03 Set 2021 - 15h52
Fifa diz que gasto pela transferência de jogadores internacionais quase triplicaram em 10 anos

Nos últimos 10 anos vimos grandes transferências no mercado da bola internacional, como as transferências de Neymar do Barcelona para o Paris Saint-Germain (US$ 273,5 milhões), ou de Philippe Coutinho do Liverpool para o Barcelona (US$ 197 milhões), ou então mais recentemente Cristiano Ronaldo da Juventus indo para o Manchester United por "apenas" US$ 17.7 milhões, e vale lembrar que o Juventus gastou US$ 118 milhões em 2018 para tirar o português do Real Madrid, saindo assim com um prejuízo de US$ 100 milhões.



A maior transferência de um jogador internacional foi de Neymar do Barcelona para o PSG em 2017, um gasto de US$ 273,5 milhões
(Foto: Reprodução / Forbes)


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O gasto com taxas de transferências internacionais de jogadores de futebol na última década saltaram de US$ 2,66 bilhões em 2012 para um pico de US$ 7,35 bilhões em 2019, e os agentes de atletas receberam US$ 3,5 bilhões em comissões, mostrou um estudo da Fifa.

Esse estudo da entidade que governa o futebol mundial mostra que a média das taxas de transferências de jogadores migrando internacionalmente vem aumentando gradativamente desde 2012, e que a pandemia do Covid-19 pressionou as finanças e provocou uma queda em 2020, quando US$ 5,63 bilhões foram gastos.

No total, US$ 48,5 bilhões foram despendidos em transferências internacionais na última década, e os 30 clubes que mais gastaram são todos da Europa.

O estudo também mostra que os jogadores brasileiros foram os que mais se transferiram de país, encabeçando a lista com mais de 15 mil transferências entre times de vários países.

“Das 11.890 transferências realizadas em 2011 a um pico de 18.079 em 2019, um total de 133.225 transferências internacionais e empréstimos de jogadores profissionais ocorreu”, disse a Fifa.

“As transferências envolveram 66.789 jogadores e 8.264 clubes das associações-membros da Fifa, sublinhando assim o papel do futebol na economia global.”

Os times ingleses foram os que mais gastaram na última década com seus US$ 12,4 bilhões, seguidos pelos da Espanha (US$ 6,7 bilhões), Itália (US$ 5,6 bilhões), Alemanha (US$ 4,4 bilhões) e França (US$ 4 bilhões).

Foto Destaque: Divulgação / Manchester United