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Foodtechs usam inteligência artificial para ampliar opções para público vergano

02 Nov 2021 - 19h57 | Atulizado em 02 Nov 2021 - 19h57
Foodtechs usam inteligência artificial para ampliar opções para público vergano

Um mundo mais consciente da preservação da natureza, sobretudo sobre a vida animal,  tem trazido consciência na mudança de hábitos alimentícios para um classe de pessoas, em específico aqueles que não se alimentam de nenhum alimento com derivados de natureza animal.


Foto Reprodução: Instagram/OficialNotCo


Esse consumo consciente tem crescido e impulsionado negócios pelo mundo afora, e a novidade é a inteligência artificial que identifica foodtechs para os amantes da comida vegana, disponibilizando um sistema que identifica mais opções de estabelecimentos que possuem os alimentos veganos para comercialização.

 

A ideia partiu da NotCo em parceria com Tecbio, que desenvolveu um algoritmo de busca especialmente com o propósito de identificar ofertas de alimentos e estabelecimentos para esse público de comida vegana que tem crescido cada dia mais. 

 

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O crescimento de adeptos por comidas veganas cresceu tanto no mundo que no último levantamento feito por pesquisa pelo Euromonitor International, a receita de produtos veganos chegou a US $50 bilhões. Em outra pesquisa feita pela Research and Markets, levantou-se uma estimativa de 250,4 bilhões movimentados pelos food teaches até 2022.

 

A empresa NotCo com sede no Chile foi a pioneira no investimento em tecnologia para criar  alternativa na busca de matéria prima de origem não animal para desenvolver alimentos 100% sem matéria prima animal. a startup desenvolveu um algoritmo de nome Giuseppe que encurta o tempo de procura do usuário na busca pela combinação dos alimentos necessário para consumo com base no gosto da pessoa.

 

Já a Tecbio, que tem fábrica no interior de São Paulo, criou uma versão do mel de origem animal, uma versão vegana do mel de abelha. A empresa injetou R $10 milhões na linha, tendo em vista  a previsão de investimento de mais de R$15 milhões.    

 

A ideia das empresas é criar alimentos que cheguem perto do sabor dos alimentos convencionais de origem animal sem as matérias prima animal, é para isso tem investido cada vez mais em tecnologia para desenvolver seus produtos .

 

Foto Destaque: Instagram/NotConOficial