Saúde e Bem Estar

Instituto Butantan solicita à Anvisa ampliação da CoronaVac para crianças de 3 a 5 anos

13 Mar 2022 - 13h04 | Atulizado em 13 Mar 2022 - 13h04
Instituto Butantan solicita à Anvisa ampliação da CoronaVac para crianças de 3 a 5 anos

Instituto Butantan solicitou à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) na noite da última sexta-feira (11) que ampliasse a faixa-etária de vacinação infantil para a CoronaVac. Se aprovada, a medida realizará a imunização de crianças de 3 a 5 anos com o imunizante.

O prazo para validar o pedido requer, no mínimo, sete dias úteis e começa a contar a partir de amanhã, segunda-feira (14).

Segundo parecer da Anvisa, a análise da solicitação deve ser efetuada de forma rigorosa e “com toda a cautela necessária para esse público específico”.

Ainda de acordo com o órgão regulador de saúde, o pedido de ampliamento deverá analisar os dados de segurança e efeitos adversos registrados, ajustes de dosagem do imunizante, aspectos singulares aos organismos das crianças em fase de desenvolvimento, entre outros pontos de atenção.

A vacinação brasileira para crianças de 5 a 11 anos, em combate ao Covid, teve início no dia 14 de janeiro deste ano. A imunização deste público com a vacina da Pfizer obteve aprovação em 16 de dezembro do ano passado.

No dia 20 de janeiro, a Anvisa havia aprovado o uso da CoronaVac em crianças e adolescentes de 6 a 17 anos, caso estes não tivessem problemas no sistema imunológico.


Criança sendo vacinada (Foto: Reproduçã/A Gazeta)


Abolição de máscaras

Vale lembrar que a cidade de São Paulo aboliu a obrigatoriedade do uso de máscaras, com previsão de início oficial em 23 de março. Outras cidades, como Rio de Janeiro e o estado de Minas Gerais ainda, estudam a possibilidade de optar pela mesma decisão.

A Fundação Oswaldo Cruz, no entanto, acha prematuro a decisão de retirar completamente a obrigatoriedade das máscaras em locais fechados e deixar de exigir o passaporte vacinal, pois afirmam que as próximas semanas serão fundamentais para entender a dinâmica de transmissão da doença, e que ainda não é possível examinar o efeito total causado pelas festas e viagens de carnaval.

 

Foto de destaque: doses da CoronaVac. Reprodução/CNN Brasil.