Notícias

Joaquim Barbosa, ex-ministro do STF, comemora a vitória da democracia

31 Out 2022 - 11h03 | Atulizado em 31 Out 2022 - 11h03
Joaquim Barbosa, ex-ministro do STF, comemora a vitória da democracia

Joaquim Barbosa, ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) parabenizou Lula e comemorou a vitória da democracia, na noite de ontem (30), através de seu Twitter. 

O ex-ministro do STF, que ministrou o processo do mensalão, manifestou apoio a Lula em sua rede social. “Venceram a Democracia, a civilidade, a reverência às normas consensualmente estabelecidas para reger o bom funcionamento da sociedade. Parabéns a Lula, a Alckmin e aos governadores democraticamente eleitos neste domingo. E, claro, ao povo brasileiro”, declarou o petista através de um tweet em sua conta. 


Declaração de Joaquim Barbosa no Twitter (Foto: Reprodução: Twitter)


Em outro tweet, levantou a bandeira e denunciou o governo de Bolsonaro. “Saem de cena o grotesco, a barbárie e a intimidação como elementos indissociáveis do exercício cotidiano do poder; e a violação sistemática das leis e da Constituição como método de governar e como atalho para o atingimento de objetivos políticos e pessoais”, finalizou ele em sequência.


Declaração de Joaquim Barbosa no Twitter (Foto: Reprodução: Twitter)


Além disso, durante a campanha eleitoral, Barbosa gravou vídeos para estimular o voto em Lula. Em um dos vídeos, o advogado declarou que Jair Bolsonaro vem “pouco a pouco destruindo a nossa democracia”. 

No passado, Joaquim Barbosa já teve muita história com Lula e o PT, o chamado mensalão. O ministro foi indicado ao STF pelo presidente petista eleito ontem (30), em junho de 2003.  Em 2006, assumiu a relatoria do  processo do mensalão, o primeiro grande escândalo de corrupção do governo Lula. O STF condenou 24 pessoas à prisão, incluindo figurões como o ex-ministro José Dirceu e o ex-deputado Roberto Jefferson, então aliado do governo petista e preso recentemente. 

De acordo com a revista VEJA, Joaquim não gostava quando ouvia insinuações de petistas de que ele era “traidor”.  Barbosa dizia em conversas privadas que jamais esconderia as “safadezas” dos petistas ligados a Lula pelo simples fato de ter sido nomeado por ele, o atual presidente eleito.

 

Foto Destaque: Lula e Joaquim Barbosa. Reprodução/VEJA