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"Lightyear" consegue a marca de 200 milhões em bilheteria global

11 Jul 2022 - 15h45 | Atulizado em 11 Jul 2022 - 15h45

A nova animação da Pixar/Disney, "Lightyear", spin-off de Toy Story, estreou no cinema no dia (16) de junho, com direção de Angus MacLane, com orçamento de US$ 200 milhões de dólares e vinha causando preocupação pela baixa procura e insuficiência na bilheteria, gerando dúvidas sobre o filme se pagar. No entanto, "Lightyear" ultrapassou a marca de investimento apesar dos boicotes e críticas que teve durante o período de exibição.


Trailer do Filme Lightyear (Reprodução/Youbube)


A projeção inicial de abertura era de US$ 70 milhões de dólares em arrecadação no mercado global no primeiro final de semana, mas a expectativa não se firmou e o filme conseguiu fazer apenas US$ 51 milhões. O longa da Pixar/Disney entrou na última semana em cartaz no cinema com US$204 milhões ao total da arrecadação doméstica e internacional. 

Essa divisão é feita da seguinte forma: nos Estados Unidos, país de origem do projeto, o filme conseguiu fazer US$ 112,3 milhões, enquanto no mercado internacional ele fez apenas US$ 92,2 milhões. Gerando uma receita abaixo do esperado e colocando o filme entre as produções do estúdio da Pixar que menos arrecadou no cinema.

Lightyear é o filme spin-off da franquia de Toy Story, contando como o boneco Buzz se tornou sucesso após uma missão no espaço. Dando ênfase na forma como tudo aconteceu para introdução do personagem na franquia original, canonizando a origem do brinquedo que conquistou diversas gerações.

A produção conta com nomes como Chris Evans interpretando a voz do personagem Buzz Lightyear, além de Keke Palmer, Dale Soules, Taika Waititi, James Brolin, Mary McDonald e Efren Ramirez. O filme encontra-se na última semana de exibição no cinema antes de ser lançado na plataforma de streaming da Disney+, a previsão para entrada no catálogo da plataforma é para final de agosto e início de setembro deste ano.  

 

Foto Destaque. Banner de Divulgação do filme Lightyear.Reprodução/Twitter