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No Catar, Hamilton usa capacete com as cores do arco-íris em apoio à causa LGBTQI+

20 Nov 2021 - 17h05 | Atulizado em 20 Nov 2021 - 17h05
No Catar, Hamilton usa capacete com as cores do arco-íris em apoio à causa LGBTQI+

Lewis Hamilton e Sebastian Vettel, ambos campeões mundiais da Fórmula 1, são conhecidos pela voz ativa em prol de causas sociais. Nos treinos desse final de semana no GP do Qatar, Hamilton fez uma série de protestos contra a homofobia no país árabe, onde ser gay é crime e pode levar até a pena de morte. O Catar é conhecido por não respeitar uma série de direitos humanos e tem recebido diversas críticas de vários países depois de ser escolhido como país sede da Copa do Mundo de 2022. Assim como Lewis, Vettel também protestou contra a homofobia na Hungria durante o GP no país europeu.


 

 Lewis Hamilton e Sebastian Vettel se abraçam após o GP da Hungria(Foto: Reprodução/UOL)


O piloto da Mercedes usou um capacete com as cores do arco-íris que representa a luta LGBTQI+, com a frase 'We Stand Together' (“Nós ficamos juntos”). Hamilton diz que os olhos do mundo estão voltados ao Catar e por isso deve se posicionar: “Sinto que estamos cientes de que há problemas nesses lugares para os quais nós vamos, pois eles estão em todo o mundo. Mas, sem dúvida, (o Catar) parece ser considerado um dos piores desta parte do mundo”, explicou o britânico.

Vettel, que havia utilizado as cores do arco-íris no GP da Hungria, outro país onde a homofobia é considerada crime, levantou a bandeira da diversidade, o piloto da Aston Martin explicou a importância de protestos como esse: “Todos são livres para fazerem o que querem e esse é exatamente o ponto. Só acho que já tivemos muitas chances de aprender no passado. Não consigo entender a razão da dificuldade deles em enxergarem que todos devem ser livres para fazerem o que quiserem, para amarem quem amam. Isso segue a linha do viva e deixe viver”.

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Além da polêmica envolvendo a homofobia, o Catar vem recebendo uma série de críticas por conta das más condições de trabalho oferecidas aos funcionários envolvidos nas obras para a Copa do Mundo de 2022. Inclusive, com acusões de trabalho escravo.

 

Foto destaque: Reprodução/Mercedes F1 Team

 

 

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