Saúde e Bem Estar

Pfizer afirma que 3ª dose da vacina pode ampliar o número de anticorpos contra a covid-19

05 Ago 2021 - 16h40 | Atulizado em 05 Ago 2021 - 16h40
Pfizer afirma que 3ª dose da vacina pode ampliar o número de anticorpos contra a covid-19

Em um recente estudo, a Pfizer afirma que a aplicação de uma possível 3ª dose da vacina contra a covid-19 fabricada pela empresa em parceria com a BioNTech, pode aumentar de cinco a dez vezes mais o número de anticorpos contra o novo coronavírus e novas variantes. Os dados foram divulgados em julho pela empresa e, no estudo, pessoas de 18 a 55 anos que receberem uma terceira dose, a proteção é cinco vezes maior referente à segunda dose. Enquanto pessoas de 65 a 85 anos, a proteção é de até 11 vezes maior referente à segunda dose.


Relação dos idosos com a tecnologia aumenta com a pandemia

Gordura corporal pdoe diminuir quantidade de massa encefálica cinzenta

Crescimento de miopia em crianças durante a pandemia


Os pesquisadores da empresa afirmaram que: “Há um potencial estimado de até 100 vezes maior na neutralização da variante delta após a terceira dose comparada com as doses anteriores”. Os dados ainda não foram revisados e publicados, mas a empresa espera publicar dados definitivos em breve e enviá-los à Agência Americana de Regulamentação de Remédios (FDA), dos Estados Unidos. Em comunicado à imprensa, a Pfizer declarou que: “Embora a proteção contra a forma grave da doença manteve-se alta ao longo de seis meses, o declínio observado da eficácia contra a doença sintomática com tempo e o surgimento contínuo de novas variantes são fatores-chave e nos levam a acreditar uma dose de reforço provavelmente será necessária para manter altos níveis de proteção”, informou.


 

(Seringas, vacinas e tubos de ensaios. Foto: Reprodução/ Pfizer)


Além dos EUA, o Reino Unido também estuda a possibilidade de aplicação de mais uma dose da vacina da Pfizer para as pessoas mais vulneráveis à doença. Vale destacar que Israel já aplica a terceira dose da vacina em pacientes transplantados, com câncer ou que sofreram redução da proteção da vacina contra o vírus. Por outro lado, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alega que neste momento, a prioridade deve ser a doação de doses de vacinas para os países que estão com os programas de imunizações atrasados.

 

(Foto Destaque: Reprodução/ Pfizer)