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Primeiro superávit primário do setor público desde 2013

08 Dez 2021 - 20h42 | Atulizado em 08 Dez 2021 - 20h42
Primeiro superávit primário do setor público desde 2013

Paulo Guedes, Ministério da Economia, disse hoje que o setor público consolidado que tem as contas dos Estados, municípios, estatais e governo federal deve apresentar superávit primário no final deste ano, esse é o primeiro dado positivo desde 2013.

O ministro, numa apresentação, na qual falou em inglês no evento promovido pela consultoria Eurasia, disse que a substancial melhora nas contas dos estados e municípios ocorreram por causa do apoio dado por parte da União, sem isso não haveria melhora nas contas dos governos regionais, segundo o comandante da pasta.


Segundo ministro o governo federal teve papel importante no resultado dos números apresentados. (Foto: Reprodução/FEEBC-SC)


Paulo Guedes fez questão de lembrar que o governo do presidente Jair Bolsonaro se encerrará com despesa aquém a observada em seu ano de estreia na chefia do cargo máximo do executivo, o mandato teve início em 2019.

O ministro lembra que o governo teve início com uma despesa que era de 19,5% do PIB (Produto Interno Bruto) no ano de 2019, esse patamar foi superado em 26,5% do PIB em 2020, bem no meio da pandemia, e em 2021 ela retornou para 19,5% na projeção. Para 2022, a estimativa do ministério é que o gasto fique entre 18% e 18,5% do Produto Interno Bruto. O chefe da pasta informou que mesmo com os gastos em expansão para aumentar o suporte dos programas sociais, o déficit previsto para 2022 bate 0,5% do PIB brasileiro.

 

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O ministro Paulo Guedes deixou bem claro que preferiria pedir um “Waiver” do que ter de revisar o teto de gastos, e ainda lembrou que o país é uma democracia e o resultado foi pela revisão do teto. Para o ministro, essa mudança no teto deixa uma lacuna orçamentária que é “politicamente oportunista”, e ponderou sobre essa margem adicional ja ter sido ocupada por gastos de compras de vacinas e também as despesas previdenciárias. 

 

Foto destaque: Reprodução/InfoMoney.