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Tudo por uma esmeralda de meia tonelada encontrada na Bahia por pouco vendida em Minas Gerais

17 Mai 2022 - 23h50 | Atulizado em 17 Mai 2022 - 23h50
Tudo por uma esmeralda de meia tonelada encontrada na Bahia por pouco vendida em Minas Gerais

 

Na segunda-feira uma esmeralda de 404,8 quilos localizava-se em Belo Horizonte, onde um empresário da Bahia tinha a pretensão de alienar a pedra verde, o valor dessa negociação não chegou a se divulgado e o negócio não se concretizou. Só comparando, uma outra esmeralda, achada em 2001, com avaliação de R$ 925 milhões, possuía 400 quilos.

A pedra mais preciosa da família do berílio, foi descoberta na Bahia, no ano de 2021, sendo levada ao estado de Mina gerais pois existiam compradores potenciais. Mas a transação não foi executada. O proprietário da pedra, um empreendedor baiano, retornara para a região nordeste.

Realmente havia uma negociação em curso, mas não dando frutos”, afirmou Flavio Otéro, advogado que faz a representação do empresário nordestino proprietário da esmeralda encontrada no estado da Bahia.

O Brasil tem um histórico controverso quando o assunto são memórias de histórias com uma das pedras preciosas mais cobiçadas da história da humanidade e de difícil corte para o profissional responsável por fazer a lapidação.

Uma esmeralda de 380 quilos descoberta em 2001, também na Bahia, era reivindicada como tesouro nacional pelo governo brasileiro. Mas no do conto, uma decisão de um magistrado dos Estados Unidos decidiu que a propriedade da pedra era de um grupo empresarial norte-americano. A pedra preciosa valiosa de 180 mil quilates era avaliada em US$ 400 milhões.

A estória dessa pedra que precisou da justiça para decidir seu dono passou por uma odisseia digna de um roteiro de cinema, desde quando foi descoberta em 2001, até sua ultima estadia antes da decisão judicial, as acomodações da delegacia de policia do xerife do condado de Los Angeles. Nessa disputa pela pedra estavam os garimpeiros, negociadores de pedras e os sócios do FM Holdings.

O fato curioso dessa história é que o estado brasileiro só decidiu entrar na briga no final do litigio jurídico bem no momento em que o magistrado estava pronto para decidir sobre a propriedade da esmeralda, mas no frigir dos ovos o juiz alegou que o governo do Brasil, na palavras do juiz Jhonson, “O Brasil não fez nada para mostrar interesse sobre o caso”, com essas afirmações ele vetou qualquer direito do governo tupiniquim sobre a esmeralda.

  Foto destque: Reprodução/BlogCarlosBrito