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No Limite 2023: confira temas importantes discutidos durante o programa

O “No Limite – Amazônia” estreou há pouco tempo, mas já está bombando por conta de alguns acontecimentos com os participantes do reality. Apesar de ser um programa focado na sobrevivência e competição, questões importantes estão sendo discutidas durante os episódios da temporada. Relembre as principais conversas da edição:

Violência 

A participante Paulinha Vecchi emocionou a todos com o seu relato sobre uma experiência traumática que viveu. Ela foi sequestrada em um ponto de ônibus, levada para um depósito e, após ficar inconsciente, foi estuprada e violentada. foi resgatada por um casal e levada para a delegacia. Ela contou que, depois da situação, tatuou uma onça em seu braço como um símbolo de força e resistência, identificando-se como uma sobrevivente, e não vítima.

 


Carol Nakamura desabafando durante o programa. (Reprodução/ TV Globo)


Machismo 

Em conversa com Paulo Vilhena e Fullý, Carol Nakamura abriu o seu coração e contou como se sentia na tribo Jenipapo. De acordo com a apresentadora, sua passagem pelo grupo foi marcada por machismo e dificuldade de integração com os outros participantes.

Ela disse que não se sentiu acolhida dentro do grupo e que teve uma experiência bem diferente com a sua nova equipe, a Urucum. “Eu me senti abraçada na Urucum, as pessoas me ensinavam a fazer as coisas, a acender o fogo”. Carol também comentou que as mulheres não podiam fazer nada em sua antiga equipe, ressaltando que elas só podiam pegar água e fazer comida.

Gordofobia

Em um dos episódios do programa, durante a seleção das equipes, Amanda foi a última participante a ser escolhida entre os 15 jogadores. Isso reflete um estigma fortemente presente na sociedade de que pessoas gordas são menos capazes do que as magras, o que faz esse grupo ser marginalizado em diversas situações.

Etarismo

A segunda eliminada da edição e participante da primeira temporada do programa, em 2000, Pipa Diniz, compartilhou seus pensamentos sobre sua jornada e sua representação como uma mulher mais velha em um reality de sobrevivência. “Tenho muito orgulho de ter participado, de ter sido a primeira participante do reality ‘No Limite’ a participar duas vezes. Eu acho que a minha participação foi muito representativa, né? Eu sou uma mulher de 50+ e sempre acreditei que a gente tem que protagonizar nossa própria história em qualquer idade. Então, eu espero que não só as mulheres, mas que todas as pessoas possam ter se enxergado e ter ampliado os seus limites em relação aos sonhos, aos desejos e às vontades”, ressaltou a ex-participante de 52 anos.

Essas foram algumas das conversas captadas durante os primeiros episódios da nova edição do reality transmitido pela TV Globo,  às terças e quintas-feiras, após a novela ¨Terra e Paixão¨.

Foto destaque: Paulinha Vecchi. Reprodução/ TV Globo

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