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Saúde e Bem Estar

Casos de síndrome respiratória seguem em queda no Brasil

A curva de casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) segue em queda e se aproxima do patamar registrado em abril de 2022, que foi o mais baixo desde o início da epidemia de covid-19 no Brasil. A avaliação consta no novo Boletim InfoGripe, divulgado hoje (24) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) com dados que vão até 20 de agosto.

Segundo divulgação da Agência Brasil, em 22 estados, o movimento é de queda. Enquanto Distrito Federal, Espírito Santo e Paraná apresentam estabilidade. Acre e Roraima são os únicos estados qye indicam tendência de alta nos casos de SRAG na análise das últimas seis semanas. Porém, quando a análise se concentra nas últimas três semanas há mais estados com tendência de alta, como por exemplo, Ceará, Paraíba e São Paulo.



Nível dos casos semanais de Srag — (Foto: Reprodução/Fiocruz)


Apesar dos números animadores, a Fiocruz destaca que há um aumento recente no registro de casos no grupo de 5 a 11 anos em grande parte do país. Os números ainda são preliminares, mas mostram que em alguns estados das regiões Sul e Centro-Oeste observa-se o predomínio de resultados positivos para rinovírus, o que indicaria a retomada de vírus respiratórios usuais, muito provavelmente pelo retorno das aulas após férias escolares.

O coordenador do InfoGripe, Marcelo Gomes, explicou que apesar de esses vírus serem menos preocupantes que o novo coronavírus, ainda é necesário ter cautela. 

Embora sejam vírus de menor preocupação em comparação ao Sars-CoV-2 (Covid-19), tal cenário reforça a importância de cuidados mínimos, como boa ventilação das salas de aula e respeito ao isolamento das crianças com sintomas de infecção respiratória para tratamento adequado e preservação da saúde da família escolar”.

O boletim também reforça a importância das doses de reforço para produzir proteção adicional na população, especiamente nos idosos.

Na população a partir de 60 anos, o risco de desenvolver SRAG em não vacinados é pelo menos duas vezes maior do que o risco de quem tem ao menos uma dose de reforço. Para os demais, um quadro similar é observado quando se compara com quem tem duas doses”, explicou Gomes.

Foto destaque: Casos de SRAG em queda no Brasil: Reprodução/G1

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