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Saúde e Bem Estar

Fiocruz aponta redução de síndrome respiratória grave em crianças

Segundo ultimo levantamento  realizado pela  infogripe  e divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), nesta quinta-feira (8). Considerando dados colhidos entre 28 de agosto e 3 de setembro. Foi constatado que houve uma redução nos casos de síndrome respiratória grave nas ultimas semanas. E que os exames laboratoriais não sugerem que os casos de SRAG sejam causados pela Covid-19 nesse público.

Foram analisados dados para todas as faixas etárias (crianças, adolescentes e adultos). De acordo com os dados analisados dos pacientes identificados com SRAG, 68% foram contaminados pelo coronavírus, 6,5% pelo vírus sincicial respiratório, 3,4% pela influenza A e 0,2% pela influenza B. Já entre as mortes, a Covid-19 é responsável por 93,4%.


 

Foto: Menino espirrando /credito: jcomp/ freepik.com


Conforme a analise destes dados há  uma tendência de queda no longo prazo (últimas seis semanas) e também no curto prazo (últimas três semanas). Somente em 27 estados da federação vem indicando sinais de crescimento a longo prazo. Tratando se de casos de resfriado comum, considerando o cenário para covid19 controlado. Na análise, há predomínio de resultados positivos para o rinovírus, vírus respiratório usual e sazonal. 

Coordenador do InfoGripe, o pesquisador Marcelo Gomes explica :

“Por se tratar de crescimento restrito ao público infantil, temporalmente associado ao retorno escolar após o período de férias, é possível que esse crescimento esteja ligado a vírus respiratórios comuns ao ambiente escolar”.

A SRAG – é uma doença respiratória que afeta os pulmões e causa uma serie de sintomas graves, parecidos com uma gripe forte.  Os sintomas incluem febre, tosse seca, dor de cabeça, dores musculares e dificuldade para respirar. Podendo ser em algumas vezes confundido com uma gripe comum.

Caso o Indivíduo apresente: dispnéia/desconforto respiratório OU pressão ou dor persistente no tórax OU saturação de O2 menor que 95% em ar ambiente OU coloração azulada (cianose) dos lábios ou rosto.

O monitoramento dos casos de SRAG ganhou destaque durante a pandemia de Covid-19, porque as hospitalizações causadas pelo SARS-CoV-2 passaram a dominar os casos virais dessa síndrome. Segundo a Fiocruz, nas últimas quatro semanas, 79,1% dos casos de SRAG viral. 

Foto Destaque: Pediatra examinado menina Reprodução/credito: drazen zig / freepik.com

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