INMAG | Todos os direitos reservados.

Hi, what are you looking for?

Saúde e Bem Estar

Redes sociais são consideradas prejudiciais às crianças pelo Congresso dos EUA

Nesta última terça-feira (26), o Congresso dos Estados Unidos levantou a questão dos aplicativos de redes sociais que possuem domínio sob a vida das crianças e dos adolescentes nos dias de hoje. Focando nos mais utilizados pelos mais jovens, o TikTok, o Youtube e o Snapchat. Executivos representantes dessas três redes foram interrogados por senadores americanos.


 Crianças mexendo em um tablet (Foto: Reprodução/TechTudo)


Os aplicativos, assim como o Facebook há pouco tempo, foram considerados prejudiciais para a saúde mental e física dos jovens por expor estilos de vida inalcançáveis e anúncios inapropriados para crianças. Representantes dessas redes sociais de grande popularidade atualmente, tentaram mostrar que suas plataformas não são iguais ao Facebook nesse ponto, e que a exposição de tópicos que podem ser nocivos é mais controlada.

“O Snapchat foi construído como um antídoto contra as redes sociais”, disse Jennifer Stout, vice-presidente do grupo Snap.

https://inmagazine.com.br/post/Moderna-afirma-que-sua-vacina-contra-Covid-19-e-eficaz-em-criancas

https://inmagazine.com.br/post/COVID-19-Anvisa-autorizando-Rio-de-janeiro-vai-vacinar-criancas-de-5-a-12-anos

https://inmagazine.com.br/post/Homem-que-coletou-dados-de-usuarios-e-processado-pelo-Facebook

Na réplica dos congressistas foi afirmado que era impossível o Facebook e o Instagram, sozinhos, serem culpados pela infelicidade dos jovens, causada pela internet como um todo. “Ser diferente do Facebook não é uma defesa”, afirma o democrata Richard Blumenthal. “Queremos uma corrida ao topo, não ao fundo.”

Essa audiência aconteceu algumas semanas depois de Frances Haugen, ex-gerente de produtos do Facebook, vazar para as autoridades e para o ‘Wall Street Journal’ documentos internos que provavam a ciência da rede social sobre seus sites que eram potencialmente prejudicais para a saúde dos jovens.

“Acredito que os produtos do Facebook prejudicam as crianças, intensificam a divisão e enfraquecem a nossa democracia”, alegou Haugen, que durante a entrevista acusou o Facebook de colocar lucros acima da segurança. “É preciso que o Congresso aja. Essa crise não será resolvida sem a sua ajuda”, concluiu.

Na audiência foi abordado casos de adolescente deprimidos que acabam buscando e assistindo vídeos sobre suicídio, automutilação e transtorno alimentar nas redes sociais. Consumir esse conteúdo pode agravar os problemas dos jovens e estimular que eles reproduzam esses atos.

Também questionaram as normas das plataformas sobre idade mínima, proteção de privacidade e os métodos de moderação de conteúdo.

Foto Destaque: Reprodução/envatoElements

 

 

Clique para comentar

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mais lidas

Empreender na Prática

Não há contradição entre frescor, relaxamento e bem-estar. Na rotina de self-care, os body splashes se tornaram protagonistas quando assunto é refrescar o corpo...

Saúde e Bem Estar

A Massagem Nuru é uma prática terapêutica que tem origem no Japão e se tornou cada vez mais popular em diversos países, incluindo o...

Celebridades

O cantor foi fotografado ao lado da esposa Bianca Censori. Ele estava mascarado e ela nua, sob uma capa de chuva transparente.

Magazine

Quem conhece Nicole Bahls, sabe que ela é babado, confusão e alegria, por onde passa deixa seu rastro de carisma e felicidade. Nicole é...