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Saúde e Bem Estar

Variante Ômicron possui menor probabilidade de causar a Covid longa

A ciência segue avançando cada vez mais e trazendo mais resultados positivos para a população! De acordo com um estudo realizado na Suíça, as pessoas que foram infectadas pela variante Ômicron (BA.1) do SARS-CoV-2 possuem menos probabilidade de desenvolvimento da Covid longa, que apresenta os sintomas menos que se mantém por pelo menos em torno de 3 meses após a fase intensa da infecção. 


Variante Ômicron. (Foto: Reprodução/Fiocruz)


Algumas situações justificam para que a probabilidade se torne cada vez menor, assim apresentando pontos positivos nos estudos das doenças em torno do Covid-19, como a Ômicron. A vacinação é uma delas e as mutações pelas quais a cepa tem passado, no caso, o agrupamento viral, que é quando uma mutação altera pelo menos uma das suas características observáveis, denominadas fenotípicas. 

Uma das autoras do estudo, Carol Strahm, afirma que, “a Covid longa é um sério problema de saúde pública e, às vezes, é debilitante (para o paciente)”, continua, “no entanto, a maioria dos dados que temos são de indivíduos que contraíram a Covid-19 relativamente cedo na pandemia, antes do surgimento da variante Ômicron no final de 2021.”

Mas apesar do resultado contagiante e positivo, deve-se seguir com cautela nos estudos, pois há vários fatores que variam alguns resultados obtidos. Para completar, Carol diz, “os participantes do nosso estudo eram principalmente mulheres saudáveis, jovens e vacinadas. Os resultados podem ser diferentes em uma população mais doente, idosa e/ou não vacinada.” 

A pesquisa completa sobre o risco da Covid longa após a Ômicron será apresentada, pela primeira vez, durante o Congresso Europeu de Microbiologia Clínica e Doenças Infecciosas (Eccmid). Por isso, ainda não foi publicado o estudo completo sobre em nenhuma revista científica. 

Aguardamos por resultados cada vez mais positivos em torno da saúde, após anos de pandemia, estudos são realizados até hoje para sanar as dúvidas da sociedade e realizar cada vez mais feitos históricos, como as descobertas que a ciência faz constantemente e são divulgados na mídia. 

Foto Destaque: Variante Ômicron. Reprodução/VEJA 

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