Estado emergencial em Angra dos Reis é reconhecido pelo Governo Federal

O Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), reconheceu neste domingo (03) a situação de emergência em Angra dos Reis. A cidade poder, pedir recursos para ações de resposta, como socorro e assistência humanitária e restabelecimento de serviços essenciais, além de reconstrução das áreas atingidas pelo desastre.
Para acontecer a solicitação dos recursos, o município deve mandar um plano de resposta indicando a necessidade do repasse.
Acontece que a cidade de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, foi bastante atingida pelas fortes chuvas que atingiram o estado. A frente fria que atingiu o município na última sexta-feira (01/03) e na madrugada de sábado (02/03), deixou pelo menos 16 pessoas mortas por conta dos impactos causados pelas fortes chuvas.
No domingo o secretário nacional de Proteção e Defesa Civil do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), coronel Alexandre Lucas, sobrevoou, na manhã deste domingo (3), a cidade de Angra dos Reis (RJ). Do alto, ele analisou, com a ajuda de uma técnica da Defesa Civil Nacional, os pontos de maior destruição. Na sequência, o secretário participou de uma reunião na Defesa Civil de Angra dos Reis com a presença do governador Cláudio Castro e do prefeito Fernando Jordão, além dos secretários de Governo e de Relações Institucionais, Cláudio de Lima Sírio, e de Defesa Civil, Jairo Souza Fiães Lima.
Em nota, o governo informou que a medida foi tomada por procedimento que tem o objetivo de acelerar determinadas ações , que ocorre em casos de desastres de grandes proporções e com base apenas no requerimento e no decreto de emergência ou de calamidade do estado ou do município. O objetivo é acelerar as ações federais de resposta.
“Com o reconhecimento da situação de emergência aceleraremos a liberação de recursos para assistência humanitária, limpeza da cidade e reconstrução de infraestruturas públicas destruídas. Venceremos mais este desafio no estado do Rio de Janeiro. Além disso, viemos trazer apoio às famílias enlutadas”.
Durante o encontro, os técnicos começaram a definir as ações prioritárias para ajudar o município a partir do desenvolvimento de planos de trabalho emergenciais.
“A reunião nos deu a oportunidade de ouvir as angústias do poder público municipal em relação ao desastre, identificar objetivos claros de atuação e iniciar os planos de ação que podem ser apoiados pelo Governo Federal. A principal preocupação do município é com a liberação de rodovias para que haja rotas de fuga, já que a cidade tem usinas nucleares, o que aumenta a complexidade da situação”, completou o secretário, ressaltando, no entanto, que as usinas não oferecem nenhum risco.


Escavadeira remove lama de Angra dos Reis Foto: Divulgação/Prefeitura de Angra dos Reis


O Corpo de Bombeiros informou ainda que o desabamento ocorreu por volta das 3h50 na Rua Francisco Cesário Alvim, no bairro de Monsuaba que atingiu quatro casas.
Segundo a prefeitura, os trabalhos de buscas continuam. Durante a madrugada deste domingo (3), um novo deslizamento foi registrado pela Defesa Civil, na rua da Monsuaba, no entanto, sem mais vítimas.
Ainda, 181 pessoas estão abrigadas em pontos de apoio abertos pelo município. Antes do desastre, todas as sirenes do sistema de alerta local, distribuídas em 26 bairros localizados em áreas de risco, soaram para comunicar os moradores sobre a possibilidade de deslizamentos e alagamentos na região.

 

 

 Foto: Divulgação/Prefeitura de Angra dos Reis

Saúde (OMS) divulgou um plano atualizado para saída emergencial da Covid-19

Nesta quarta-feira a Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou um plano atualizado para saida emergencial da Covid-19, estabelecendo importantes estratégias que, se implementadas em 2022, permitirão que o mundo saia dessa fase emergencial da pandemia.
O plano inclui três cenários possíveis para com o vírus, que pode evoluir no próximo ano. “De acordo com o que sabemos agora, o cenário mais provável é que o vírus da Covid-19 continue evoluindo, mas a gravidade da doença que ele causa irá reduzir com o tempo enquanto a imunidade aumenta por conta da vacinação e das infecções“, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, durante um briefing. Nesse cenário base, que serve como modelo de trabalho para a OMS, o vírus causa menos surtos graves, com altas periódicas em números de transmissão com a redução da imunidade. As doses de reforço podem ser necessárias para os que estão em maior risco.
No melhor cenário da OMS, as variantes futuras seriam “significativamente menos graves”, e a proteção de doenças graves seria de longa duração, sem a necessidade de doses futuras de reforço ou mudanças significativas nas vacinas atuais.


Plano inclui três cenários possíveis para como o vírus pode evoluir. Foto destaque: Reprodução/Agência Brasil reuters


Para ajudar a sair da fase emergencial a OMS pediu que países mantenham ou aumentem suas capacidades de vigilância em relação ao vírus para assim estarem atentos a sinais iniciais sobre mudanças no vírus. A entidade também pediu o melhoramento das habilidades de detectação da covid-19 para rastrear e reduzir consequências de longo prazo.
No melhor cenário da OMS, as variantes futuras seriam “significativamente menos graves”, e a proteção de doenças graves seria de longa duração, sem a necessidade de doses futuras de reforço ou mudanças significativas nas vacinas atuais. No pior cenário, o vírus se transforma em uma ameaça nova, altamente transmissível e mortal. Nesse cenário, as vacinas seriam menos eficientes e a imunidade para doenças severas e morte cairia rapidamente, o que exigiria mudanças significativas nas atuais vacinas e uma campanha ampla de doses de imunidade para grupos mais vulneráveis

Foto destaque: Reprodução/Imagens Secom Porto/web

Estudo revela que vírus Epstein-Barr pode causar Esclerose Múltipla

Estudo revela que vírus Epstein-Barr pode ser uma das causas da Esclerose Múltipla, depois de anos de investigação, um estudo vem chamando a atenção para a íntima relação entre o vírus Epstein-Barr e a esclerose múltipla, doença neurodegenerativa capaz de gerar fadiga crônica e prejuízos.
Embora a relação entre o vírus Epstein-Barr e a Esclerose Múltipla não seja nova (estudada desde a década de 70), pesquisadores de Harvard apresentaram os resultados mais robustos até hoje publicados.
O que sabemos no entanto, é que o vírus é muito comum na população em geral, cerca de 95% das pessoas já tiveram a infecção em algum momento da vida, sendo que o EBV também é relacionado a outras doenças autoimunes.
Como funciona a infecção por Epstein-Barr?
O vírus Epstein-Barr é um tipo de vírus do herpes que se espalha principalmente pela saliva. Ao “pegar” o vírus, a pessoa pode apresentar uma infecção leve, com mal-estar e outros sintomas inespecíficos, podendo ficar também assintomático.


O vírus Epstein-Barr parece ter íntima relação com a esclerose múltipla. Ilustração: Jonatan Sarmento/SAÚDE é Vital 


O que ele causa?
Provoca a doença do beijo, ou mononucleose, que atinge mais jovens e dá dor de garganta, inchaço nos gânglios, tosse e perda de apetite. 

Como é transmitido?
Pela saliva, e é bem difícil não pegar. Estima-se que 95% das pessoas tenham tido contato com ele alguma vez na vida. 

Sempre dá sintomas?
Não, mas o novo estudo revela que o risco de esclerose múltipla (EM)é maior entre quem chegou a desenvolver manifestações da infecção. 

Ele provoca EM?
Aqui cabe uma ponderação: a doença é multifatorial. O vírus atuaria como um gatilho em pessoas geneticamente suscetíveis a ela. 

A expectativa é que, no futuro, vacinas possam deter o agente e reduzir o risco da esclerose múltipla. 
O que muda na vida de quem tem EM hoje?
Não muda a vida de quem tem EM hoje, mas talvez possa mudar o rumo de pesquisas futuras. “O artigo dá forças para ampliarem as pesquisas relacionadas ao vírus EBV e também nos tratamentos e na prevenção. Hoje em dia a maior parte das terapias de mais alta eficácia para a EM já atuam nas células B, que são células importantes para a orquestração da resposta imune, e também abrigam o EBV, ainda que ele não esteja ativo no  nosso corpo ”.
Sempre é bom lembrar: a EM não é contagiosa!
Apesar de estar relacionada ao vírus Epstein-Barr, a Esclerose Múltipla não é um vírus e não é contagiosa, ou seja, não se “pega”. “É muito importante frisar e deixar claro que o fato de uma infecção viral estar relacionada ao desenvolvimento da EM, não quer dizer que você pega a EM de alguém”, Explica Raquel.

Foto destaque: Reprodução/ Universal Imagens Group via Getty

Ômicron silenciosa já é dominante na Europa e na Ásia

Ômicron silenciosa já é dominante e responsável por novos surtos. O coronavirus ainda ainda é um grande problema de saúde pública e continuará sendo para a humanidade. A variante omicron é extremamente transmissível e está sendo substituída no mundo todo por uma nova variante, a sub variante AB.2 que tem sido chamada de Ômicron “silenciosa”, e que já representa quase 86% dos casos sequenciados. Cepa dominante no mundo e responsável pelos novos surtos na Europa e na Ásia.
A linhagem é responsável por novas ondas da covid em países onde o vírus já estava controlado. Estudos realizados na Dinamarca, país onde a BA.2 se espalhou rapidamente, mostram que a linhagem pode ser 1,5 vezes mais contagiosa do que a Ômicron original, mas não mostraram diferenças no risco de internação. Especialistas, no entanto, apontam que esta subvariante está infectando mais agora porque as medidas de prevenção, como uso de máscaras, foram relaxadas em muitos países.
Não se sabe ainda onde se originou, mas foi detectada pela primeira vez em novembro entre as sequências armazenadas no banco de dados nas Filipinas. ela foi classificada como uma “variante sob investigação” pelas autoridades saúde do Reino Unido. O que significa que eles estão acompanhando de perto mas não os preocupa tanto, embora as vacinas seja menos eficazes contra ela, e mesmo a  proteção diminua com tempo, tomando a dose de reforço pode se aumentar a proteção e previnir as hospitalizações seguida de mortes,  segundo dados da agência de segurança de saúde do Reino Unido.


As autoridades de saúde britânicas classificaram a BA.2 como ‘variante sob investigação’ Foto destaque: Getty Images / BBC News Brasil


Foi observado pelos pesquisadores que a BA.2 foi mais eficiente em infectar pessoas vacinadas e com uma terceira dose de reforço do que as variantes anteriores, porém Ômicron silenciosa é mais contagiosa e mais difícil de ser rastreada.
O que se sabe é que os casos de covid-19, que estavam diminuindo rapidamente em toda parte após terem alcançado picos diários inacreditáveis causados pela ômicron. Na Europa nas últimas semanas e, de acordo com o diretor da divisão europeia da OMS, Hans Kluge, isso se deve à linhagem BA.2.
Na terça-feira (29/03), os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês) dos Estados Unidos informaram que cerca de 55% dos novos casos de covid no país eram devido à BA.2. Na Ásia, também houve um aumento no número de casos de covid detectados diariamente desde meados de fevereiro.

 

Foto destaque: Ômicron silenciosa. Reprodução/Getty Images

Governo Bolsonaro é o novo recordista em trocas no comando do Exército

A confirmação da indicação de Marco Antonio Freire Gomes para o Comando do Exército, em substituição a Paulo Sérgio Nogueira, novo ministro da Defesa, marca um novo recorde do governo Jair Bolsonaro: Freire Gomes será o terceiro chefe da Força em apenas quatro anos, o que não ocorreu nem mesmo na ditadura militar.

O cenário político de Bolsonaro, contudo, difere da conflagração entre Jango e o Exército nos anos que antecederam o golpe militar. A nova dança das cadeiras no comando do Exército faz parte de uma acomodação que fortalece o núcleo militar do governo. Paulo Sérgio deixará o cargo para assumir a Defesa no lugar de Walter Braga Netto, que deverá ser indicado como companheiro de chapa do presidente pelo PL.

A troca constante de comandantes virou piada entre militares de hierarquias altas. Em conversas de bastidores, comenta-se jocosamente que o Comando do Exército se assemelha ao das polícias militares, onde a rotatividade é bem mais comum.


General Marco Antonio Freire Gomes (Foto:Reprodução/Alan Santos)


A primeira substituição, quando Edson Pujol foi apeado do cargo por Bolsonaro, ocorreu no contexto da crise militar deflagrada pela demissão de Fernando Azevedo e Silva do Ministério da Defesa. A queda de Azevedo e Silva se deu porque o ministro nunca se alinhou completamente a Bolsonaro, assim como Pujol, que contrariou o discurso negacionista do Palácio do Planalto sobre a pandemia, e procurou distanciar a instituição da política enquanto o presidente fazia ameaças golpistas contra o Supremo Tribunal Federal e o Congresso.

Bolsonaro chegou a dizer que as Forças Armadas “estavam do seu lado” e frequentemente falava em acionar “seu Exército”. Na época, bolsonaristas flertavam ainda com a instauração do Estado de Defesa. A declaração gerou forte reação de Azevedo e Silva, que publicou uma nota frisando a independência das Forças.

Na ocasião, Frota liderava a chamada “linha-dura” das Forças Armadas e tentava se viabilizar para a eleição presidencial indireta de 1978. A candidatura contrariava a preferência do presidente por João Figueiredo, chefe do Serviço Nacional de Inteligência (SNI), e levou à sua queda.

Geisel também teve três comandantes do Exército ao longo de seu mandato (1974-1978), mas pela força do imponderável: o escolhido, o general-de-exército paulista Vicente de Paula Dale Coutinho, faleceu apenas dois meses após assumir o cargo. Foi substituído por Frota, demitido em 1977 e sucedido por Fernando Bethlem.

A crise de 2021 foi considerada pelos próprios militares a mais grave desde a demissão de Sílvio Frota do Ministério do Exército (equivalente ao Comando do Exército atualmente), durante o governo do ditador Ernesto Geisel, em 1974.

Foto Destaque: Reprodução/Marcos Corrêa/PR

 

Onça criada no colo e na mamadeira em fazenda no MT, ganha novo lar em santuário

Marruá perdeu os pais nos incêndios que castigaram o Pantanal em 2020, e ainda filhote, apareceu em uma fazenda do Pantanal. A onça que foi criada com colo e mamadeira em uma fazenda no MT, e ganhou um novo lar em santuário. Os incêndios que consumiram o Pantanal em 2020 deixaram vários animais feridos ou órfãos. Grande incêndio que é um dos milhares de incêndios que varrem o Pantanal brasileiro o maior pântano do mundo quase todos os anos.

Um deles foi a onça Marruá, que, ainda filhote, chegou a uma Fazenda em Cáceres, no Pantanal de Mato Grosso. No entanto, após dois anos de convivência tranquila entre os humanos, o risco que Marruá passou a representar para o rebanho da fazenda e até para quem convivia com ela, fez com que a Polícia Ambiental fosse chamada e a onça ganhasse um novo lar.

O Fantástico foi até a nova casa do felino para mostrar sua história. Chegando lá, encontrou o animal ainda mamando e tentando se adaptar às mudanças em sua vida. O objetivo é que ela reaprenda a ser onça e um recinto de 240 metros quadrados está sendo construído para recebê-la de forma definitiva.

Nós nos deparamos com a situação de uma onça realmente muito humanizada, aceitando a aproximação de qualquer pessoa desconhecida dela”, conta o gerente de fauna silvestre da Secretaria de Meio Ambiente de MT, Fernando Siqueira.



Onça Marruá sendo amamentada. (Foto: Reprodução/Adécio Piran Goiás)


A onça tem esse comportamento pelo fato de ter sido criada pelas mãos humanas. Aos pouquinhos, a gente vai desmamando ela. Se a gente soltar ela, como ela não tem mais o medo do ser humano, pode ser que ela se aproxime de alguma fazenda – não para atacar alguém, mas porque ela sabe que o humano vai dar comida – e isso pode gerar medo, receio de algum fazendeiro, que pode acabar atacando, abatendo ela. Porque é uma onça, né? Essa humanização que ela sofreu foi muito prejudicial“, contou.

Em seu novo lar, Marruá irá conviver com onças como Mati, que fez o papel da onça-pintada na nova versão da novela “Pantanal” na Globo, e com Amanaci, que quase foi sacrificada após ter as quatro patas queimadas em um dos incêndios no Cerrado, mas se recuperou e acaba de dar à luz.

 

Onça-pintada “Marruá” foi transferida para o Instituto Nex, em Corumbá de Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Ucrânia pede ajuda humanitária ao Brasil

No início do mês o Brasil já havia enviado ajuda para o país invadido com alimentos, e purificadores de água. Os mantimentos foram levados por aviões da FAB.


Avião da (FAB) levando ajuda humanitária para Ucrânia no inicio do mês Foto destaque: Reprodução/Bahia.ba


Mas o governo ucraniano pediu, na última semana, que o Brasil enviasse mais ajuda humanitária. A lista é extensa e incluem 15 mil toneladas de roupas, 7 milhões de cobertores, 200 mil toneladas de alimentos, 500 mil litros de água potável, 5 mil toneladas de itens de primeiros socorros, 25 mil toneladas de colchões e sacos de dormir e 500 mil kits de primeiros socorros. Há também uma lista com 91 medicamentos.
 Segundo o vice-ministro da Saúde da Ucrânia, Oleksii Iaremenko, a ajuda humanitária tem diminuído, mesmo com a contínua ofensiva russa. 
“Na última semana o que vimos é que o nível de ajuda humanitária está um pouco menor. Esperamos que seja uma pausa para encontrar novos recursos, porque a agressão russa está aumentando e eles estão bombardeando civis”, disse a autoridade em entrevista à Reuters.
Vale lembrar que a guerra entre Rússia e Ucrânia ja dura mais de um mês, os ucranianos tem nescessitado cada vez mais de ajuda, doações de utros países.
Washington é um dos mais importantes doadores de ajuda humanitária à Ucrânia, com “perto de 405 milhões de dólares (361 milhões de euros) para as comunidades vulneráveis desde que a Rússia invadiu a Ucrânia há oito anos”, escreveu, numa referência à anexação da península ucraniana da Crimeia por Moscovo em 2014.

Os Estados Unidos aprovou 54 milhões de dólares (48,1 milhões de euros) de ajuda humanitária suplementar à Ucrânia, anunciou este domingo o chefe da diplomacia norte-americana, ajuda essa que fará toda diferença para os ucranianos.

Sobre a guerra, a situação é catastrófica em Mariupol, onde 160 mil civis sofrem um bloqueio total russo e se encontram há semanas sem eletricidade, sem acesso a alimentos e medicamentos. O ministro ucraniano das Relações Exteriores denunciou, no Twitter, que o exército russo está transformando Mariupol em poeira, que os comboios de ajuda humanitária são bombardeados e os motoristas dos caminhões assassinados. Ele apontou, ainda, o sequestro de 2 mil crianças que teriam sido levadas para um local de conhecido na Rússia, algumas acompanhadas de seus pais e outras isoladas.

Refugiados ucranianos na Polónia Foto destaque: Reprodução/ EPA

 

Própolis: para que serve e quanto deve tomar diariamente?

O própolis é uma resina naturalmente produzida pelas abelhas a partir da seiva das árvores, que é combinada com a cera e a saliva das abelhas, resultando em um produto marrom pegajoso que serve como revestimento e proteção da colmeia.

Pesquisadores confirmam o poder antimicrobiano e antioxidante dos exemplares brasileiros.

Existem muitos benefícios no uso do própolis diariamente, dentre eles estão:

Combate amidalites, infecções nas vias aéreas superiores, caso da amidalite, costumam ser provocadas por bactérias chamadas gram-positivas, protege os dentes, até as bactérias da boca saem perdendo com o produto das abelhas, fortalece a imunidade, acaba com a acne, acelerar a cicatrização de feridas, fortalece o sistema imunológico, ajudar a tratar o herpes, cura aftas e gengivites, prevenir contra o câncer, proteger contra a Helicobacter pylori.


Esse subproduto das abelhas pode beneficiar a sua saúde(Foto destaque: Reprodução/olgakr/Getty Images)


Atualmente já foram identificados mais de 300 compostos no própolis, a maioria na forma de polifenóis que atuam como antioxidantes, ajudando na prevenção e combate de doenças. O própolis ainda possui propriedades que protegem contra bactérias, vírus e fungos, bem como é anti-inflamatório e possui ação cicatrizante.

Foi comprovado que o própolis atua sobre lesões de pele impedindo o crescimento e a ação das bactérias, leveduras e fungos, acelerando o processo de cicatrização. Aplicar própolis na pele a cada 3 dias pode ajudar a tratar pequenas queimaduras e prevenir infecções. Entretanto, mais estudos são necessários para a definição da dose e efeitos desse composto.

Algumas pomadas contêm própolis em sua composição, como Herstat ou Coldsore-FX, que atuam na diminuição dos sintomas e na cura mais rápida das feridas de herpes labial e genital. No entanto, o própolis sozinho também vem apresentando resultados, se aplicado de 3 a 4 vezes ao dia sobre a ferida, apresentando tempo de cura mais eficiente do que com outras substâncias, como o Aciclovir, que é normalmente indicado no tratamento da herpes.

Além disso, a utilização do creme de própolis já tem associação com a proteção do corpo contra futuras lesões por herpes. Para evitar reações graves de alergia, é recomendado fazer um teste de sensibilidade antes de utilizar o própolis, sendo para isso apenas necessário pingar 2 gotas do extrato no antebraço e aguardar entre 20 a 30 minutos e verificar se surge coceira ou vermelhidão na pele.

Pessoas que não podem usar:

O extrato de própolis está contraindicado para pessoas com alergia a abelhas, ao própolis ou a algum dos componentes da fórmula do produto. Durante a gravidez ou lactação, o própolis só deve ser usado somente com orientação médica.

Então usar própolis faz toda a diferença no corpo humano.

 

Foto destaque: Reprodução desconhecido

Ministério da Saúde recomenda aplicação da 4ª dose em idosos acima de 80 anos

O Ministério da Saúde informou nesta quarta (23) que passou a recomendar a aplicação da 4ª dose da vacina contra a Covid-19 em idosos acima de 80 anos. O anúncio foi feito por meio das redes sociais da pasta. Aplicação deve ser feita quatro meses após a primeira dose de reforço e, preferencialmente, com o imunizante da Pfizer. 

Os imunizantes da Janssen e da AstraZeneca também podem ser aplicados. Até então, a pasta recomendava a aplicação da 4ª dose somente em imunossuprimidos.

“A aplicação da segunda dose de reforço em outras faixas etárias ainda não está definida pela pasta, mas essas recomendações “podem ser revistas a qualquer momento”, informou a nota.

Antes da orientação de hoje, a chamada quarta dose só era aplicada em pessoas – incluindo adolescentes – com imunossupressão. Ou seja, os grupos com problemas no sistema imunológico.


Idoso se vacinando contra a covid-19(Foto destaque: Reprodução /Prefeitura de Salvador)


Na nota técnica, o Ministério da Saúde também disse que reconhece que há poucos dados sobre a “magnitude” e duração de uma quarta dose de reforço da vacina contra a Covid, mas que “diferentes estratégias de vacinação por parte dos países devem ser utilizadas com base na situação epidemiológica e na disponibilidade de vacinas e que o surgimento de novas variantes do vírus também deve ser considerado, sobretudo para recomendações a grupos mais vulneráveis”.

“A recomendação foi amplamente discutida pelos especialistas da Câmara Técnica Assessora em Imunizações (CTAI), que consideraram a situação epidemiológica do Brasil e a redução da efetividade das vacinas contra Covid-19, principalmente entre as faixas etárias mais avançadas”, disse o Ministério da Saúde.
Qual imunizante poderá ser utilizado?
No caso dos idosos com mais de 80 anos, a orientação é que a aplicação seja feita, preferencialmente, com a Pfizer.

Janssen e AstraZeneca também podem ser utilizadas no novo reforço de idosos, independentemente do imunizante anterior, de acordo com a orientação do Ministério da Saúde.

A pasta também reforçou que há vacinas da Pfizer suficientes para aplicação neste grupo e que alguns estados também informaram que têm esses imunizantes em estoque.

Além disso, na última segunda-feira (21), o governo do estado de São Paulo começou a aplicar a quarta dose da vacina contra a Covid-19 em idosos acima de 80 anos.
A orientação é que a segunda dose de reforço deve ser aplicada, de preferência, com os imunizantes da Pfizer e de maneira alternativa com as vacinas da Janssen e AstraZeneca, independente da dose utilizada anteriormente.

 

Foto destaque: Reprodução/Dado Ruvic/Reuters

Estudo diz que colesterol e açúcar no sangue aos 30 anos aumentam risco de Alzheimer

Um estudo realizado nos Estados Unidos monitorizou dados de saúde de voluntários de modo a avaliar o quanto os níveis de colesterol e de triglicérides impactam na doença de Alzheimer, uma das formas mais comuns de demência. Divulgado originalmente no Alzheimer’s and Dementia: The Journal of the Alzheimer’s Association monitorizou pessoas a partir dos 35 anos até à idade na qual o diagnóstico de Alzheimer tende a ocorrer.

A pesquisa da Universidade de Boston, citada pelo jornal Metrópoles, quem sofre de colesterol elevado e tem altos índices de glicose ou de açúcar no sangue na meia idade pode aumentar o risco de Alzheimer. 

“Mostramos pela primeira vez que as associações entre os níveis de colesterol e glicose e o risco futuro de doença de Alzheimer se estendem muito mais cedo na vida do que se pensava anteriormente”, contou a líder do estudo, Lindsay Farrer, diretora de genética biomédica da Boston University Biomedical Genetics, em declarações à CNN.


Açúcar no sangue, provoca colesterol alto(Foto destaque: Reprodução/© Fornecido por eCycle)


De acordo com a pesquisa, indivíduos entre os 35 e 50 anos que apresentavam níveis baixos de colesterol ‘bom’ ou HDL e de índices altos de triglicerídeos corriam um risco superior de serem diagnosticadas com Alzheimer ao envelhecerem. Porém, relativamente a pessoas entre os 51 e 60 anos, os investigadores constataram que níveis elevados de açúcar no sangue também aumentavam a predisposição para sofrer de Alzheimer.

“Para aqueles que desejam combater o colesterol devem trabalhar cuidadosamente com um cardiologista e neurologista preventivo, pois existe muitas nuances sobre como medir os lipídios do sangue e quais medicamentos são melhores”, disse Isaacson.  
“A mensagem para levar para casa é que as pessoas com 30 e 40 anos precisam ter seus lipídios e açúcar no sangue medidos. Essa é a única maneira de detectar quaisquer problemas. Somente na faixa etária precoce (35-50 anos), um aumento de 15 mg/dL (miligramas por decilitro) nos triglicerídeos foi associado a um aumento de 33% no risco de doença de Alzheimer”, comentou Farrer. 
“Mas muitas pessoas dessa idade se sentem saudáveis ​​e dizem: ‘Por que eu preciso consultar um médico o tempo todo?’ Portanto, é um incentivo para as pessoas começarem a fazer exames regulares nesse período de sua vida”, acrescentou.

Houve algumas boas notícias do estudo: pessoas de 35 a 50 anos poderiam reduzir o risco de Alzheimer em 15,4% se aumentassem sua lipoproteína de alta densidade (HDL) em 15mg/dL. Pessoas entre 51 e 60 anos que aumentaram seu HDL reduziram seu risco em 17,9%.
“Para cada 15 pontos que o açúcar no sangue aumenta, o risco de Alzheimer aumenta 14,5% mais tarde”, disse a investigadora. 
Aumentar o HDL ajuda.

O estudo, publicado nesta quarta-feira (23) no Alzheimer’s and Dementia: The Journal of the Alzheimer’s Association, acompanhou pessoas inscritas no Farmingham Heart Study, um estudo que agora está em seu 74º ano.
A lipoproteína de alta densidade é chamada de “colesterol bom” porque reúne as coisas ruins que flutuam na corrente sanguínea e as leva para o lixo (o fígado), onde é liberada do corpo. Os Centros dos EUA para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) afirmam que altos níveis de HDL podem proteger contra doenças cardíacas e derrames. Os níveis de HDL devem ser de pelo menos 40 mg/dL para homens e 50 mg/dL para mulheres, de acordo com a Cleveland Clinic.

 

Foto destaque: Reprodução/© Fornecido por eCycle