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Na segunda-feira (16), a fortuna estimada pela Forbes dos dez maiores bilionários do Brasil era de US$ 105,8 bilhões. Após o fechamento nessa sexta(20), esse valor caiu para US$ 102,90 bilhões. Mas por que teve uma queda tão grande durante esses 5 dias?? O Ibovespa, índice de ações que reúne as empresas mais valiosas do país, acumulou uma desvalorização de 2,59% em cinco anúncios. Essa desvalorização também foi observada no patrimônio dos brasileiros super ricos, que ficou US$ 2,9 bilhões menor nesta semana.
Os bilionários Beto Sicupira, Jorge Paulo Lemann e Marcel Telles (da esquerda para a direita) / Reprodução / Editora Sextante / Divulgação
Grande parte da queda foi ocasionada pelo empresário Jorge Paulo Lemann, acionista das empresas AmBev, Heinz e Burger King. Na última semana, o bilionário perdeu US$ 500 milhões.
Lemann ocupa o segundo lugar na lista dos brasileiros mais ricos, atrás de Eduardo Saverin, cofundador do Facebook, que perdeu US$ 200 milhões. A fortuna de cada um é atualmente estimada pela Forbes em US$ 15,8 bilhões e US$ 19,8 bilhões.
Outro registro de perda expressiva foi de Rubens Ometto, CEO da Cosan. No início da avaliação, o empresário tinha uma fortuna de US$ 8,5 bilhões, ao final esse valor caiu para US$ 7,9 bilhões, US$ 600 milhões a menos, segundo estimativasda Forbes. Contudo, ele é classificado como a sexta pessoa mais rica do país.
Os acionistas da AmBev, Marcel Herrmann Telles e Carlos Alberto Sicupira viram suas fortunas diminuírem US$ 300 milhões cada uma durante esse período. Em seguida na lista das maiores perdas está André Esteves, sócio do BTG Pactual, cujo patrimônio teve queda de US$ 500 milhões.
Logo depois temos com perdas de US$ 200 milhões cada, Alexandre Behring, CEO da 3G Capital, Alceu Elias Feldmann, fundador da Fertipar e juntosos irmãos herdeiros de Joseph Safra.
O único empresário sortudo que registrou ganhos foi Jorge Moll Filho, fundador da Rede D’Or, cujo patrimônio cresceu US$ 100 milhões nos períodos de cinco dias.
Visa está tomando grandes medidas para conectar moedas digitais à sua rede global de pagamentos eletrônicos, com isso se preparar para um futuro no qual esses ativos tenham uma participação significativa no patrimônio de seus clientes.
Até o momento são 54 empresas de criptomoedas que fizeram parceria com a Visa para permitir gastos nesse modelo de pagamento. Muito desse progresso vem da emissão de cartões de débito usando o programa FastTrack da Visa, que busca integrar empresas de fintech à rede de pagamentos. Nos últimos meses, a empresa lançou mais dois produtos, um cartão de crédito com programa de recompensas em criptomoedas em parceria com a BlockFi e um cartão de débito com a FTX, principal exchange de criptomoedas que arrecadou um recorde de US$ 900 milhões e é avaliada em US$ 18 bilhões.
Outros parceiros de cartões compatíveis com criptomoedas incluem CoinZoom, Coinbase, Zap, Crypto.com, Bitpanda, Fold, Upgrade, Wirex e ZenGo.
Para atrair o público jovem, visa aposta em cartões vinculados a criptomoedas (Foto: Reprodução/ cointelegraph)
“Percebemos essa oportunidade à medida que as plataformas de criptoativos crescem e os consumidores desejam ter acesso à liquidez desses ativos. A emissão de um cartão Visa pode se tornar uma ponte que desbloqueia esse valor e permite que seja gasto em qualquer comerciante que aceita essa bandeira” disse Cuy Sheffield, chefe da divisão de cripto da Visa.
Esses projetos vêm ganhando força. Os cartões de débito Visa vinculados a criptomoedas facilitaram mais de US$ 1 bilhão em transações entre os 70 milhões de comerciantes que usam a bandeira em todo o mundo somente no primeiro semestre de 2021, embora esse montante seja apenas uma pequena da indústria de pagamentosque movimenta cerca de US$ 1 trilhão. No entanto, o interesse em criptomoedas está aumentando, sugerindo que o mercado tem espaço para crescer, especialmente entre as gerações mais jovens. Sheffield diz que não foi identificada nenhuma categoria de gasto predominante pelos usuários dos cartões de cripto.
Pesquisas sugerem que as gerações mais jovens estão cada vez mais alocando seus patrimônios em criptomoedas e ativos digitais. Isso fica mais claro entre os membros mais ricos desse grupo, que são muito cobiçados por instituições financeiras e redes de cartões.
Uma pesquisa feita pelaMichelmores com 501 millennials ricos no Reino Unido, revelou que um em cada cinco investiu em criptomoedas, e uma pesquisa feita pela CNBC com 750 investidores conduzida entre abril e maio de 2021, relata que quase metade dos millenials milionários têm pelo menos 25% de suasriquezas em criptomoedas.
O interesse da geração Y em criptoativos não se limita ao mundo ocidental, uma pesquisa recente feita pela Mastercard descobriu que jovens da geração Y do Oriente Médio e da África, ouvidos em fevereiro e março de 2021, estão especialmente interessados nesses ativos, com 67% concordando que estão mais abertos ao uso das criptos agora do que em 2020.
Na Ásia, Índia e China respondem cada uma por 33% do total de US$ 9,4 milhões de volume de pagamentos semanais “peer-to-peer” na região. Em ambos os países, os millenials com aspirações de riqueza e familiarizados com tecnologia estão liderando esse movimento. A pandemia da Covid-19 apenas acelerou essa tendência ao estimular simultaneamente as ambições de acumular patrimônio e o interesse em criptomoedas.
Aproximadamente 70% dos US$ 80,9 bilhões em ativos sob custódia da corretora de varejo Robinhood vieram de usuários com idade entre 18 e 40 anos. Criptomoedas correspondem a US$ 11,5 bilhões dessa parcela, de acordo com documentos apresentados pela empresa à Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC na sigla em inglês). Nos três primeiros meses deste ano, 17% da receita total da Robinhood veio de transações de criptomoedas, no último trimestre de 2020 eram apenas 4%. Todos esses dados sugerem um alto interesse por ativos em cripto entre os investidores pessoas físicas que têm entre 18 e 40 anos.
Com o boom das contas de corretagem de varejo, o mercado de criptomoedas também atingiu novos patamares. O bitcoin atingiu seu preço mais alto de US$ 64.654 em 14 de abril de 2021, logo após o aniversário de um ano do início da pandemia. O mercado despencou um mês depois assim atingindo o fundo do poço em julho, com um valor de US$ 1,2 trilhão para todas as criptomoedas em circulação. Desde então, a criptoeconomia começou a se recuperar. O mercado ultrapassou os US$ 2 trilhões novamente na quarta-feira, 11 de agosto, pela primeira vez em quase três meses.
Embora os investidores ainda estejam pensando principalmente aolongo prazo, chegará um momento em que eles precisarão de liquidez em seus investimentos. Nesse sentido, Sheffield argumenta que mesmo que os proprietários de criptomoedas pretendam HODL (esperar por toda a vida na sigla em inglês comumente usada no mercado de criptos), chegará o dia em que eles vão querer gastar esses valores.
Quando isso acontecer, Lisa Ellis sócia e analista sênior da empresa de pesquisa MoffettNathanson, afirma que esses investidores não vão querer passar pelo processo, muitas vezes árduo, de converter seus criptoativos em moedas fiduciárias, como o dólar e o euro graças à alternativa oferecida pela Visa.
“Corretoras como a Fidelity e o banco Merrill Lynch descobriram há muito tempo os benefícios de emitir um cartão vinculado ao saldo da conta de corretagem dos clientes, porque assim eles podem manter o dinheiro investido sem ter que transferi-lo para uma conta bancária tradicional toda hora”, diz Ellis. “É basicamente o mesmo princípio. Isso permite que as pessoas mantenham fundos no que é essencialmente uma conta de corretora, e esses fundos seguem sendo ativos de cripto. E então se eles precisam do dinheiro para gastar, as pessoas têm essa opção.”
É improvável que esses desenvolvimentos parem com a conversão de criptoativos em moedas fiduciárias. Em busca de criar oportunidades para transações de criptomoedas facilitadas, a Visa está encontrando novas maneiras de atrair plataformas cripto que buscam expandir as ofertas a clientes. Entre essas novidades está a possibilidade de as empresas liquidarem pagamentos usando o USDC uma criptomoeda estável (stablecoin) indexada ao dólar e de rápido crescimento. Atualmente a capitalização de mercado do USDC é de US$ 27,39 bilhões.
Normalmente quando as transações são realizadas com um cartão de débito em cripto oferecido por uma empresa como a Crypto.com, essa empresa converte os criptoativos em moedas fiduciárias e em seguida envia o montante para a Visa, que então os envia para o banco do comerciante no valor apropriado e na moeda correta. Por meio de uma parceria com o Anchorge, o primeiro banco de ativos digitais licenciado pelo governo federal dos EUA, a Visa agora aceitará o USDC de provedores de cartão como o Crypto.com em vez de moedas fiduciárias.
“O objetivo é tornar mais fácil para as plataformas de criptomoedas emitir cartões Visa e interagir com a Visa, e já estamos vendo uma enorme de demanda de empresas de criptoativos nos procurando. Pensamos que muitas mais terão um caminho para criar um Cartão Visa”, diz Sheffield. “Estamos empenhados para que a empresa seja a rede preferida para carteiras com cripto, e por isso, queremos ir até elas.”
(Foto destaque: Para atrair público jovem, visa aposta em cartões vinculados a criptomoedas. Reprodução/SOPA Images/Getty Images)
O fundador do grupo Caoa, Carlos Alberto de Oliveira Andrade, morreu na madrugada de sábado (14) aos 77 anos. O empresário paraibano estava com a saúde debilitada por conta de um tratamento e faleceu durante o sono ao lado de sua esposa e os filhos, afirmou em nota, a diretoria da Caoa, um dos maiores conglomerados de distribuição e produção de veículos da América Latina.
Formado em Medicina pela Universidade Federal de Pernambuco, Andrade fundou a Caoa em 1979, após comprar um Ford Landau em uma concessionária da marca, em Campina Grande – Paraíba. No entanto, a loja faliu antes da entrega do carro e ele decidiu comprar a empresa descontando o valor do automóvel, iniciando assim sua trajetória no empreendedorismo.
Carlos Alberto de Oliveira Andrade ao ganhar o prêmio de Executivo do Ano em 2019 (Foto: Divulgação / CAOA)
Em menos de seis anos, Dr. Carlos, como era conhecido, se tornou o maior revendedor da Ford no Brasil. Em 1985, a Caoa abriu as portas em São Paulo e em 1992, se tornou a importadora oficial e exclusiva da marca Renault no país. Pouco depois, o Grupo que leva as iniciais de seu nome, passou a ser o importador e distribuidor oficial da marca japonesa Subaru e firmou uma parceria com a Hyundai.
Com o crescimento dos negócios, a Caoa inaugurou uma fábrica em Anápolis no interior de Goiásem 2007. Batizado de Caoa Montadora de Veículos – Hyundai, o empreendimento de R$ 1,2 bilhão ficou conhecido pela produção dos modelos Tucson e i35, além do HR e HD. Em 2012, Carlos conquistou o título de Distribuidor do Ano pela matriz sul-coreana Hyundai Motor Company.
Em 2017, o empresário deixou a presidência da companhia e passou a atuar como Presidente do Conselho. No mesmo ano, a Caoa comprou o controle da montadora de veículos chinesa Chery, em um acordo de R$ 60 milhões, passando a se chamar CaoaChery. Hoje a diretoria do Grupo Caoa é ocupada pelo engenheiro Marco Correia, atual CEO da Caoa. Em quatro décadas, a Caoajá superou a marca de mais de um milhão de veículos comercializados no Brasil.
Leia na íntegra a nota de falecimento divulgada pela Caoa no dia 14 de agosto:
“É com profundo pesar que informamos o falecimento do nosso fundador e Presidente do Conselho, Dr. Carlos Alberto de Oliveira Andrade, na manhã de hoje.
Dr. Carlos estava com a saúde debilitada por conta de um tratamento de saúde e faleceu durante o sono ao lado de sua esposa e filhos.
A empresa, de acordo com o plano de sucessão e governança, continua a ser gerida por seus atuais executivos, que lamentam o falecimento de seu fundador e se solidarizam com a família neste momento.
Dr. Carlos foi médico e um empreendedor magistral, tendo atraído importantes marcas para o portfólio da CAOA, como a Ford, a Hyundai, a CAOA CHERY e a Subaru, tendo se tornado um ícone para a indústria automobilística brasileira.
O velório será hoje no cemitério do Morumbi a partir das 14:30, seguido do sepultamento às 17:30.”
(Foto destaque: Morre aos 77 anos, Carlos Alberto de Oliveira Andrade, fundador da Caoa – Reprodução / Caoa)
O Grupo MGM que detém os direitos de mais de 900 obras de 200 artistas, decidiu fazer um leilão em outubro para vender cerca de 11 obras do artista Pablo Picasso. Isso ocorrerá porque o Grupo de cassinos e hotéis MGM Resorts quer diversificar ainda mais sua vasta coleção de artes.
No dia 23 de outubro no hotel Bellagio, localizado na cidade norte-americana de Las Vegas, ocorrerá o leilão das 11 obras do artista espanhol Pablo Picasso. A venda pode arrecadar cerca de 100 milhões de dólares, com isso se acredita que será o leilão mais valioso dedicado a Picasso, o grande artista que foi pintor,escultor, ceramista, cenógrafo, poeta e dramaturgo espanhol que passou grande parte de sua vida na França, faleceu aos seus 91 anos.
Pablo Picasso, 1962 (Foto: Reprodução/ Revista Vea y Lea / via Wikimedia Commons)
“Estamos comprometidos a criar uma coleção ainda mais inclusiva, que mantenha a abrangência de nosso portfólio existente dando mais voz a artistas de comunidades subrepresentadas“, disse Ari Kastrati, chefe de hospedagem do MGM Resorts, em um comunicado.
A Coleção de Artes Visuais do Grupo MGM Resorts conta com cerca de 900 obras de 200 artistas, incluindo peças modernas de grandes artistas como Bob Dylan e David Hockney, que são expostas em seus hotéis por todo o mundo.A coleção foi iniciada hámais de 20 anos atrás pelo empreendedor Steve Wynn, ex-proprietário do Bellagio e ex-executivo-chefe do Wynn Resorts, também localizado na cidade norte-americana de Las Vegas.
As obras de Picasso que estarão à venda incluem cinco pinturas, algumas das quais ficaram à mostra no restaurante de cozinha requintada do Bellagio ; justamente batizado de Picasso. O restaurante continuará a exibir outras 12 obras do espanhol.
A MGM Resorts disse que sua coleção já era diversificada, mas que quer exibir ainda mais obras de mulheres, artistas LGBTQ, negros e portadores de deficiência.
(Foto destaque: Quadro Pablo Picasso “ Homme et enfant”. Reprodução/ Reuters)
O comercio foi um dos principais setores afetados pela Covid- 19, o que não é surpresa para ninguém, mas o que as empresas de comercio varejistas estão fazendo para reverter essa situação? Empresas como Magazine Luiza, Via (antiga Via Varejo) e Lojas Americanas estão apostando na digitalização.
“Essas empresas querem se tornar ecossistemas no seu ramo”, diz Fernando Gambôa, sócio-líder de Consumo e Varejo da KPMG no Brasil e América do Sul. “Todo mundo quer ser Alibaba ou Amazon.” Segundo ele, a pandemia criou a tempestade perfeita para que a digitalizaçãoconcretizasse a expansão.
Por um lado, as lojas físicas sofreram perdas com as restrições pela Covid-19, as compras online foram impulsionadas durante a crise sanitária. Com esse cenário, além de alavancar as próprias vendas, as plataformas das grandes empresas se tornam atrativas para vendedores sem a mesma estrutura para e-commerce.
Foto: Reprodução/Magalu
Uma pesquisa feita pela KPMG com 18 mil consumidores de 16 países mostrou que, no Brasil, 81% dos entrevistados estão atualmente comprando mais online. Além disso, 56% dos participantes estão usando mais e-commerce de varejistas tradicionais e 53% acessam plataformas ou mercados online. São novos hábitos que devem continuar mesmo depois da pandemia: 94% dizem que pretendem mantê-los. Perceber esse crescimento não é mais uma questão de investir no comércio online, e sim transformar em um negócio à parte.
Foto: Reprodução/ 99jobs
Em junho de 2020, a empresa Via adquiriu a startup curitibana Asap Log; em menos de um ano, a Asap Log passou a atender mais de 50% das entregas feitas com 300 mil entregadores cadastrados.“O objetivo das aquisições é gerar impacto rápido”, afirma Lemos. Com investimentos se abrem oportunidades de novos negócios, até fora do varejo, diz Lemos. Também se abre a possibilidade de atuar cada vez mais em logitech, fintech e martech, além de retail tech, que é o core business da companhia. “Muitas das soluções são feitas em casa, mas, quando vemos no mercado uma oportunidade de acelerar um processo com uma aquisição, aproveitamos”, diz Eduardo Galanternick, vice-presidente de negócios da empresa.“O Magalu quer ser o sistema operacional do varejo brasileiro, digitalizando, por exemplo, os pequenos varejistas do país.” Entre as novas categorias em que o Magalu investe no momento, a prioridade são os produtos de mercado, que têm alta recorrência de compra e já representam 40% de todos os itens vendidos.
Dono das marcas de “fun design” Puket, Imaginarium, MinD e Lovebrands, o Uni.co conta com uma rede de mais de 440 franquias pelo Brasil, além de 2.800 clientes multimarcas e canais digitais. Em comunicado divulgado em abril deste ano, as Americanas afirmaram que a operação “é mais um movimento do Universo Americanas na expansão de sua plataforma de varejo especializado em franquias e marcas próprias” explica Serrentino.Ainda em abril, houve o anúncio no mercado de que as Lojas Americanas e a B2W (que opera a Americanas.com, Submarino e Shoptime) iriam combinar suas operações para acelerar a evolução para uma plataforma única e mais robusta.
Com a nova companhia, soma–se mais de 1.700 lojas físicas e comércio digital, com isso deve manter o nome de americanas (com o “a” minúsculo).
( Foto destaque: O que as empresas varejistas estão fazendo para expandir na pandemia? – Reprodução/ Americanas)
Banco do Brasil teve um salto de 52% comparados aos dados do ano passado. O resultado foi divulgado nessa quarta-feira (4) pelo BB, o crescimento do lucro foi maior que R$ 5 bilhões, representando um lucro de mais de 70% em relação ao ano anterior. O Banco afirma que o aumento foi principalmente devido as receitas dos prestadores de serviços.
Agência do Banco do Brasil (Salmo Duarte / Agencia RBS)
Seu lucro anual líquido deverá ser maior do que o previsto, uma vez que conforme a previsão seria de que esses lucros cairiam devida a pandemia, caso esse que não está se concretizando.O Banco do Brasil também divulgou que excluindo itens pontuais seu lucro recorrente atingiu mais de R$ 5 bilhões no período dos dois primeiros trimestres isso com as previsões dos devedores inadimplentes caindo em torno de quase 50% ao ano.
O banco também revisou antecipadamente os lucros de 2021 que será em torno de 19 a 20 bilhões de reais, antevendo as perdas com calotes sendo menores em torno de R$ 2 bi. Sendo assim a margem financeira crescerá em até 4% embora no início do ano era previsto em torno de 6,5%. As inadimplências ficaram praticamente instável em torno de 2% (acima de 90 dias).
A receita liquida de juros subiram em torno de 0,6%, a mais referente ao ano anterior. O BB teve custos de financiamentos bem altos conforme as taxas de juros de referência subiam.
( Foto destaque: Banco do Brasil tem salto de 52% a mais no 2° trimestre de 2021 – Reprodução/ Banco do Brasil)