Conheça a técnica Halo Eye para deixar o olhar iluminado e marcante

As técnicas de maquiagem que permitem destacar os pontos fortes do olhar são inúmeras e a cada dia surgem outras formas que permitem inovar nas produções de beleza.

Esse é um dos conceitos do Halo Eye (do inglês, “olho de halo” – traduzido para “olho iluminado”) é a técnica de make que permite que a parte mais clara e iluminada do olhar fique centralizada na pálpebra e não nas extremidades. Além disso, é fácil de ser executada, principalmente para quem não tem muita habilidade em se maquiar.

É ótima para quem quer inovar e sair da mesmice, além de ser uma excelente opção para sair do básico e da maquiagem social com os efeitos de luz e sombra, o que resulta em um visual iluminado e marcante.


 

O Halo Eye ilumina e destaca o olhar. (Foto: Instagram/@ahlem_glowy).


“Halo eye é um tipo de maquiagem para olhos que usa claro-escuro para dar impressão de que a luz bate mais forte em um ponto e, portanto, ilumina mais essa área e nas outras é mais escuro. Como se você tivesse um halo de luz centralizado na pálpebra’’, explica a maquiadora e beauty expert Vanessa Rozan.

Apesar de ser uma técnica de maquiagem para olhos que traz referência dos anos de 1930 e 1940, vem ganhando fama entre as fashionistas e artistas mundiais, além de ter sido muito utilizado na semana de alta costura de 2022, em modelos da grife italiana Armani Privé.

Veja como fazer o Halo Eye

  1. Use um primer para sombras, o que fará com que sua make dure mais. Caso você não tenha primer, pode utilizar um corretivo.

         

  1. Aplique uma sombra marrom um dou dois tons mais escuros que a sua pele, para ser a sua cor de transição. Você pode usar sombra ou um bronzer para essa função e depois deverá esfumar bem a região do côncavo.

 

  1. Escolha uma cor mais escura e matte que você quer usar no look e aplique no canto externo dos olhos, esfumando bem.

 

  1. Use a mesma sombra no canto interno até um quarto mais para dentro. A ideia é pingar as bordas e deixar o centro da pálpebra sem cor.

 

  1. Agora aqui entra o principal. Você deve pegar uma sombra que tenha efeito metalizado, molhar um pouco o pincel e usá-lo para aplicar a sombra brilhosa bem no centro da pálpebra. Você pode deixar essa parte mais larga ou só no meio mesmo, de acordo com a sua vontade.

 

  1. Com o pincel que você aplicou a cor mais escura, mas sem pegar mais produto, use para esfumar os cantinhos da sombra metálica. Isso vai deixar o efeito um pouco mais sutil.

 

  1. Use a cor mais escura rente aos cílios inferiores, para deixar a make mais bem acabada. Se quiser dar um toque a mais, use um pouquinho da sombra metálica no centro.

 

  1. Caso você goste de iluminador, faça um traço bem fininho, para não acabar com a graça do centro iluminado. Depois é só finalizar com bastante rímel.  

 

Foto de Destaque: A técnica se destacou na Semana de Alta-Costura 2022. Foto: Instagram/@littledustmua e @rija_imraw

Veja de que forma lavar o nariz do bebê para evitar crises de alergias e congestão

Os cuidados com a saúde dos pequenos desde o nascimento são de suma importância. Assim, além dos cuidados em geral, manter a higienização nasal é sem dúvidas, indispensável para evitar crises alérgicas, congestão nasal e para a melhoria dos sintomas respiratórios que acometem as crianças.

A lavagem nasal remove impurezas do dia a dia, como o contato com fumaça, ácaro, fungos e bactérias e ajuda, por sua vez, a conter rinite, asma e outras alergias. Assim, é fundamental que já nos primeiros meses de vida, o bebê já possa ser inserido nessa prática e dessa forma, levar o hábito para a vida. É o que explica o médico otorrinolaringologista José Netto. “A partir do primeiro mês de vida, o bebê já está pronto para essa prática. Dentro do possível, é interessante fazer a lavagem diariamente e incentivar que ele leve esse hábito para a vida. Em muitas culturas, manter as narinas limpas é tão crucial quanto escovar os dentes”, declara.

Dessa forma, o médico sugere que o ideal é colocar a criança sentada para manter a postura e assim, facilitar o procedimento. “Assim fica mais fácil de manter a postura ereta do bebê e fazer rapidamente a lavagem”, explica.

Além disso, o ideal é que sejam usados produtos próprios para os bebês, como as seringas ou sprays infantis de jato contínuo que são vendidos nas farmácias. “Adultos utilizam higienizadores nasais como a garrafinha, que tem mais volume e pressão. Com os bebês, o mais indicado é a seringa, que tem um controle melhor nesses dois pontos”, diz Netto.


 

O ideal é que sejam usados produtos próprios para lavagem nasal dos bebês. (Foto: Reprodução/Freepik).


 

O médico ressalta que num primeiro momento, o bebê poderá sentir um desconforto, mas que na próxima tentativa, poderá se habituar e resistir mais. “De pouco em pouco, o bebê se acostuma e vai encarar a lavagem como algo natural. O importante é ir com delicadeza.  Se ele sentir muito desconforto, pode resistir mais na próxima tentativa”, esclarece.

É importante adequar a quantidade de soro fisiológico à idade do bebê, assim:

  • 5 ml entre o primeiro e terceiro mês de vida
  • 10 ml a partir do quarto mês
  • 20 ml a partir dos seis meses até a vida adulta

O especialista orienta que o uso preventivo da lavagem nasal em bebês pode ser uma vez ao dia, na hora do banho. Entretanto, se houver caso em que o bebê esteja com crise alérgica, pode-se fazer até cinco vezes. Ele ainda esclarece que o procedimento está correto quando a secreção sai da narina oposta ou desce pela garganta e é engolida.

O ideal é que a lavagem seja feita três vezes em cada narina, caso o nariz esteja muito entupido. “Se é a primeira vez ou se o nariz está muito entupido, melhor fazer o procedimento três vezes em cada narina a cada lavagem”, recomenda o médico. É que o primeiro jato vai descolar a secreção, o segundo vai tirar o catarro do lugar e o terceiro vai concluir a limpeza geral.

Como fazer a lavagem?

  1. Compre uma seringa sem agulha e coloque a quantia de soro fisiológico conforme a indicação por idade
  2. Coloque o bebê sentado e o deixe na postura mais ereta possível
  3. Mire a seringa em linha reta na direção de cada narina. Ao direcionar bem a ferramenta, é mais difícil que o soro viaje para o ouvi, por exemplo, causando desconforto à criança. O ideal é não entortar para a esquerda ou para a direita e sim, seguir a extensão do nariz.
  4. A ideia é que a seringa não seja aplicada com muita força, mas é preciso criar um pouco de pressão.

Foto destaque: É fundamental que o hábito da lavagem nasal seja feito desde os primeiros meses de vida do bebê. Reprodução/Freepik.

Covid-19: Anvisa decide nesta quarta-feira se aprova vacina em crianças de 3 a 5 anos

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) decide nesta quarta-feira (13) se aprova ou não o uso da CoronaVac para crianças entre 3 a 5 anos de idade. O imunizante, que é fabricado pelo Instituto Butantan, já está liberado para crianças e adolescentes de 6 a 17 anos no Brasil desde o início do ano.

Em janeiro, o Instituto buscava licença para aprovar a vacina em crianças a partir de 3 anos, mas a Anvisa decidiu pela não liberação, por não ter estudos suficientes que pudessem confirmar a eficácia do imunizante em crianças menores.

Em março, a agência recebeu um novo pedido do Butantan para incluir a aplicação da CoronaVac na faixa etária de 3 a 5 anos, mas somente em junho a agência recebeu dados adicionais sobre a vacina e que devem ser avaliados na tomada de decisão.

Além da Anvisa, também foram consultados diversos outros órgãos ligados à saúde e à pesquisa, tais como sociedades médicas, hospitais universitários, além de Secretarias de Saúde dos Estados.


 

Vacinação em crianças de 3 a 5 anos contra a Covid-19 deve ser decidida ainda hoje. (Foto: Reprodução/Freepik)


Segundo estudos, a vacinação de crianças contra a Covid-19 é vista por sociedades médicas como uma estratégia para evitar os casos graves da doença nessa idade. Além disso, a Fiocruz identificou a morte de duas crianças menores de cinco anos pela Covid-19 por dia no Brasil, desde o início da pandemia.

A vacinação em crianças menores de 5 anos, já ocorre em outros países, como Estados Unidos, que liberaram para uso emergencial as vacinas das fabricantes Moderna e Pfizer em bebês a partir dos 6 meses. No Chile, a Coronavac é aplicada desde dezembro do ano passado em crianças a partir de 3 anos. Além desses, China e Hong Kong também já liberaram o uso do imunizante em crianças menores de cinco anos.

A reunião com a diretoria da Anvisa está prevista para acontecer às 14:30 e será transmitida ao vivo pelo canal da agência no YouTube.

Foto Destaque: A vacinação em crianças menores de cinco anos, já ocorre em outros países. Reprodução/Freepik.

 

Anvisa proíbe a venda de dois suplementos usados de forma irregular como emagrecedores

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) proibiu na quinta-feira (7) a venda, comercialização, distribuição e propaganda de dois suplementos alimentares usados de forma irregular como emagrecedores.

Por meio da Resolução nº2.167/, de 30 de junho de 2022, os produtos Lipotramina e Lipozepina, fabricados pela empresa Guki Nutracêutica foram proibidos pelo não cumprimento de regras das chamadas “Boas Práticas de Fabricação”.

De acordo com a Anvisa, o recolhimento dos produtos foi motivado pela persistência de divulgar os compostos dos suplementos, alegando indicação terapêutica dos mesmos, bem como tratamento, prevenção e cura de doenças ou problemas de saúde, o que segundo a agência, não foi registrado no órgão.


 

A Anvisa proibiu o uso dos suplementos Lipotramina e Lipozepina. (Foto: BrianAjackson/Envato Elements)


Em nota, a fabricante Guki Nutracêutica afirmou que “jamais produziu qualquer suplemento alimentar fora dos padrões” e declarou que a Anvisa “imputa a responsabilidade para esta empresa séria e que atende legislação, e sempre atendeu rigorosamente os padrões e exigências da lei, ao invés de fiscalizar e combater as vendas irregulares por meio da fiscalização”.

A empresa afirma ainda que já suspendeu a fabricação do produto, mas diz que “inúmeros sites vendem de forma aberta, e com os mais diversos tipos de rótulos”. A fabricantes esclarece ainda que lamenta o ocorrido e diz que está à disposição para quaisquer esclarecimentos. “Lamentamos e sentimos muito, pois também somos inocentes e brutalmente penalizados por toda essa mídia, exposição negativa, penalização incorreta, mas certo de que estamos a disposição para prestar todo esclarecimento necessário, assim como, seguir com nossas demandas para provar que além de inocentes, a fiscalização além de abusiva, está na contramão, uma vez que inúmeros sites se abrem minuto a minuto para vender de forma fácil qualquer coisa”, esclarece.

A agência orienta que produtos que tenham recomendação terapêutica, para tratamento, prevenção e cura de doenças ou problemas de saúde, precisam ser registrados na Anvisa como medicamentos, e acrescenta que se desconfie de qualquer propaganda de suplementos alimentares que sejam divulgados como emagrecedores.

 

Foto de Destaque: A Anvisa orienta que produtos que tenham recomendação terapêutica, sejam registrados no órgão. (Foto: Reprodução/Freepik). 

HPV: vacina é ampliada para o público masculino; confira quem pode receber o imunizante

O Ministério da Saúde ampliou na quarta-feira (6) a faixa etária para vacinação contra o HPV (Papilomavírus Humano). Desse modo, homens com até 45 anos de idade, transplantados, pacientes oncológicos ou vivendo com HIV/Aids já podem se vacinar.

De acordo com o órgão, será seguido o esquema com três doses do imunizante, independentemente da idade, com a distribuição sendo feita de forma gratuita pelo SUS (Sistema Único de Saúde). Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), a estimativa é de que existam cerca de 9 a 10 milhões de pessoas com o vírus no Brasil e 700 mil novos casos de infecção surgem a cada dia. Além disso, a organização afirma que a vacina é a principal forma de prevenir a infecção pelo vírus.


 

A vacina é a principal fomra de prevenir a infecção pelo HPV. (Foto: Reprodução/Freepik)


 

Ainda segundo a pasta, o risco de desenvolvimento de cânceres associados ao HPV em pacientes imunossuprimidos, é de até quatro vezes maior entre pessoas que vivem com HIV/Aids e transplantados, do que na população sem a doença ou transplante, além de que a imunossupressão crônica é um dos principais fatores de risco para adquirir e permanecer com HPV.

A imunossupressão crônica também um fator de risco para a progressão de lesões pré-cancerosas e neoplasias, sobretudo para pessoas que têm HIV/Aids, para os transplantados e pacientes em tratamento oncológico.

A vacina HPV quadrivalente contribui para prevenir cânceres relacionados ao HPV 16 e 18, de colo de útero, vulva e vagina, câncer peniano e cânceres de orofaringe e anal em homens e mulheres, além das verrugas genitais nos dois sexos relacionados ao HPV 6 e 11.  

Quem pode se vacinar?

Meninas de 9 a 14 anos;

Meninos de 11 a 14 anos;

– Homens e mulheres imunossuprimidos, de 9 a 45 anos, que vivem com HIV/Aids, transplantados de órgãos sólidos ou medula óssea e pacientes oncológicos.

O que é HPV?

O HPV é um vírus, com diferentes tipos, causada pelo Papilomavírus Humano e é transmitida principalmente por meio do contato sexual, podendo também ser passada durante o parto. É transmitida pelo contato direto com a pele ou com mucosa infectada. Ademais, por ser uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST), provoca verrugas anogenitais (na região genital e ânus) e câncer, a depender do tipo de vírus.

Normalmente a infecção pelo HPV não apresenta sintomas na maioria das pessoas e em alguns casos, pode permanecer no organismo durante meses ou anos, sem manifestar sinais aparentes ou visíveis.

O diagnóstico da doença é feito por meio de exames clínicos e laboratoriais, a depender do tipo de lesão. Assim, um dos objetivos do tratamento é destruir as lesões (verrugas) – que podem desaparecer, permanecer inalteradas ou aumentar em número e/ou volume. Uma das preocupações em relação à infecção é justamente porque muitas pessoas não têm sintomas, o que pode podem facilmente transmitir o vírus.

 

Foto destaque: O MS ampliou a vacinação contra o HPV para homens com até 45 anos e imunossuprimidos. (Foto: Reprodução/Freepik).

Confira os destaques do terceiro dia da Semana de Alta-Costura de Paris

A Semana de Alta-Costura de Paris começou na última segunda-feira (4) e trouxe importantes destaques no terceiro dia de desfile. Confira!

 Balenciaga

Apesar de não fazer parte do grupo com selo de marcas autorizadas de Haute Couture – a marca não cumpre todos os requisitos para ser incluída na denominação – o terceiro dia do desfile contou com uma novidade: após 53 anos de fora do evento, a Balenciaga voltou em grande e “pesado” estilo.

Para essa temporada de Outono/Inverno 2022/23, o Diretor criativo da grife, Demna Gvasalia, trouxe algumas novidades: modelos de diversas idades que desfilaram peças muito estruturadas e que buscavam retratar uma natureza dramática, enigmática e sólida para a coleção, com cores predominantemente pretas, mas com alguns pontos de cor. Além disso, o desfile contou com um casting de respeito, com nomes como Kim Kardashian, Dua Lipa, Naomi Campbell, Bella Hadid e a atriz Nicole Kidman.


 

 

Naomi Campbell usando um vestido volumoso, destaque da coleção da grife Balenciaga (Foto: Reprodução/Balenciaga)


Um dos pontos marcantes do evento foi o volume excessivo dos vestidos da grife, além de algumas modelagens em homenagem ao Maison da marca, Cristóbal Balenciaga.  

Elie Saab

A grife trouxe a versatilidade e a elegância ao trazer para o desfile uma coleção de vestidos com cores diversas e em tons frios para compor a coleção. A utilização de flores bordadas, com penas, outras com aplicações de brilho, com tecidos ou nas rendas, foram os detalhes que mais se evidenciaram na coleção.


A grife de Elie Saab trouxe para o desfile utilização de flores com diversas aplicações de brilho com elegância e versatilidade. (Foto: Reprodução/ Elie Saab)


A marca também trouxe volume na parte superior das peças, transparências mais ousadas, aplicações em pedrarias, além de muito brilho e textura, com uma paleta de cores que girava em torno de azul, vermelho, rosé, branco, preto e bege. Outro destaque são os comprimentos longos e as modelagens femininas acinturadas que caracterizam o estilista.

Saab declarou em sua conta oficial do Instagram: “É o começo do crepúsculo, a última instância de calma suspensa antes que as estrelas comecem a despertar”.

Jean Paul Gaultier

A marca trouxe a irreverência de uma coleção colorida, com formatos atípicos, mas cheios de modernidade. O estilista convidado para representar a coleção, foi Olivier Rousteing – nome à frente de Balmain – que explorou o corpo feminino na forma de silhuetas, com a cintura super marcada, os acabamentos que desenhavam as linhas do corpo e transmitiam um ar sensual e ao mesmo tempo empoderado, na rigidez das ‘armaduras’ que simulavam barrigas grávidas e bustos com seios.


 

Jean Paul Gautier trouxe uma coleção que explora o corpo feminino e traz empoderamento. (Foto: Reprodução/ Jean Paul Gaultier)


A coleção apresentou detalhes assimétricos, com recortes estratégicos e formas esculturais, mescladas com elementos étnicos e culturais, aumentando o significado da coleção.

Zuhair Murad

A marca libanesa conhecida por seu visual altamente luxuoso, trouxe para a coleção Outono/Inverno deste ano, um visual com traços marcantes que traz em sua essência, elementos esotéricos e místicos, com detalhes e referências que buscam o ‘olho que tudo vê’, cartas de tarot, os astros e símbolos astrológicos. Além disso, outro detalhe são as cores vibrantes e cheias de alto astral que instigam a criatividade e a energia.


A marca trouxe um visual altamente luxuoso e fez referência à elemntos esotéricos e místicos. (Foto: Reprodução/Zuhair Murad)


A marca que é super conhecida por seu alto padrão em coleções para vestidos de noivas, entregou peças bordadas e adornos bem trabalhados, que permitia unir na silhueta, tanto conceitos tradicionais quanto elementos atuais. Além disso, as sedas acetinadas nos drapeados, demonstravam um ar sensual e extremamente sofisticado.

Viktor e rolf

O grande destaque das produções de Viktor Horsting e Rolf Snoeren, sem dúvidas, são os ombros super deslocados. Para o evento da Semana de Alta-Costura, não foi diferente. Mas com um destaque: as novas formas exploradas, com um shape mais arredondado, com suavidade e um ar de ‘vida’.

Além disso, outro ponto do desfile foi a interação dos estilistas nas passarelas, onde eles movimentavam e manipulavam os looks, o que normalmente só acontecia nos backstages.


O destaque de Viktor e Rolf são os osmbros deslocados e arredondaos, além de um visual maculino que busca quebrar padrões. (Foto: Isidore Montag/Gorunway.com


A marca Viktor e rolf é bastante conhecida por transmitir uma mensagem – ainda que discretamente – e traz para o evento, cortes retos e angulosos, elementos normalmente associados à um vestuário masculino e busca por meio da moda, a reflexão sobre a quebra dos padrões das normas impostas.

 

Foto destaque: Kim Kardashian no desfile da grife espanhola, Balenciaga. (Foto: Reprodução/Instagram) 

Relatório da ONU mostra que 828 milhões de pessoas passam fome no mundo

O relatório “O Estado de Segurança Alimentar e Nutrição no Mundo” da ONU (Organização das Nações Unidas) publicado nesta quarta-feira (6) apontou que o número de pessoas que são afetadas pela fome no mundo, aumentou para 828 milhões. Isso corresponde a cerca de 150 milhões de pessoas a mais que estão passando fome desde o início da pandemia de Covid-19.

O último relatório também mostra que no Brasil houve um aumento significativo, com mais de 11 milhões de brasileiros sofrendo de insegurança alimentar e nutricional se comparado entre os anos de 2014 e 2016 (3,9 milhões) e 2019 a 2021 (15,4 milhões).

O parecer é uma ação conjunta da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), o Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola (FIDA), o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), o Programa Mundial de Alimentos da ONU (WFP) e a Organização Mundial de Saúde (OMS).


 

Mulheres e crianças são as mais afetadas pela fome no mundo. (Foto: PMA/Tsiory Andriantsoarana)


 

O documento reúne atualizações sobre a situação da insegurança alimentar e nutricional em todo o mundo, incluindo as últimas estimativas do custo e da acessibilidade de uma alimentação saudável. Além disso, também analisa maneiras pelas quais os governos podem apoiar a agricultura para reduzir os custos de alimentações saudáveis, estando atentos aos recursos públicos limitados disponíveis em muitas partes do mundo.

Além dos dados apresentados, outra situação que chama a atenção é o de que cerca de 2,3 bilhões de pessoas em todo mundo (29,3%) enfrentaram insegurança alimentar moderada ou severa em 2021, o que representa 350 milhões a mais se comparado com o cenário antes da pandemia de coronavírus.

Fome atinge mais mulheres e crianças

A desigualdade que há entre os gêneros na insegurança alimentar, aumentou em 2021. Cerca de 32% das mulheres no mundo enfrentaram insegurança alimentar moderada ou severa em relação a 27,6% dos homens. Outro dado é de que se estima que 45 milhões de crianças menores de cinco anos, sofriam de baixo peso para a estatura (forma mais mortal de má nutrição), o que aumenta o risco de morte de crianças em até 12 vezes.

Outro fator agravante é a falta crônica de nutrientes essenciais na dieta, que mostrou que existem cerca de 149 milhões de crianças menores de cinco anos que não se desenvolveram bem por não terem uma dieta mínima diversificada.

Insegurança alimentar e a crise econômica

É relevante ponderar os efeitos das crises econômicas e da alta dos alimentos, sobretudo após a pandemia, em que quase 3,1 bilhões de pessoas não conseguiram pagar por uma alimentação saudável em 2020. Isso representa em números, cerca de 42 milhões de pessoas que sofreram com os reflexos da inflação no preço dos alimentos.

Ainda de acordo com o relatório, a estimativa é de que aproximadamente 670 milhões de pessoas em todo o mundo, enfrentarão a fome em 2030. O cenário é preocupante, uma vez que mostra que houve pouca ou nenhuma mudança em relação ao ano de 2015, quando foi lançada a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável em que o panorama era o mesmo.

 

Com informações do Nações Unidas Brasil

Foto destaque: Uma família compartilha uma refeição no Iêmen com alimentos fornecidos pelo Programa Mundial de Alimentos. (Foto: Saleh Hayyan/WFP)

Chocolate com alto teor de cacau é saudável para idosos com câncer

É fato que o chocolate proporciona uma enorme sensação de prazer e bem-estar para muitas pessoas, desde que consumido na quantidade ideal. Por esse motivo, já existem diversas pesquisas que relacionam os benefícios do chocolate para a saúde.         

Um estudo da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP demonstrou que a ingestão de chocolate com alto teor de cacau por idosos com câncer em cuidados paliativos, melhora significativamente a saúde e o estado nutricional deles, além da melhoria na funcionalidade do organismo e na diminuição dos sintomas.

Para a médica geriatra, professora da faculdade e orientadora do estudo, Nereida Kilza da Costa Lima, a pesquisa teve como finalidade promover a melhoria do estado nutricional dos pacientes e levar à eles a sensação de conforto e prazer. “Nós queríamos fazer um trabalho de pesquisa que fosse útil para o público-alvo, promovendo melhora nos problemas nutricionais, conforto e prazer. Foi assim que pensamos em estudar o chocolate, que tem uma história antiga na sociedade e que é alvo de estudos na área cardiovascular”, explica.


 

Chocolate traz inúmeros benefícios para a saúde, inclusive de idosos com câncer. (Foto: Reprodução/Freepik)


 

A pesquisa teve como foco 46 pacientes idosos com câncer em cuidados paliativos com uma média de 67 anos de idade e em tratamento no Serviço de Oncologia e Cuidados Paliativos do Hospital das Clínicas da FMRP. Desse modo, todos os voluntários receberam tratamento padrão e foram divididos em três grupos, um com pessoas que não receberam o chocolate, outro com pessoas que consumiram 25 gramas diárias de chocolate com 55% de cacau e por último, aquelas que ingeriram a mesma quantidade de chocolate branco.

As informações sobre o estado de saúde dos pacientes foram comparadas antes e após a intervenção do estudo durante quatro semanas. É o que explica a nutricionista e autora do estudo, Josiane Cheli Vettori. “Nós coletamos os dados sociodemográficos e informações do estado de saúde, com exames laboratoriais e da avaliação nutricional dos participantes antes e após quatro semanas da intervenção, usando ferramentas específicas e validadas na comunidade científica”, detalha.

Antes do estudo, foi revelado que 43,5% dos pacientes estavam em risco de desnutrição ou estavam desnutridos antes do início da pesquisa, e ao receberem o tratamento com chocolate de alto teor de cacau, os índices nutricionais obtiveram significativa melhora no quadro de saúde desses pacientes. “No final do estudo, observamos que os índices das avaliações nutricionais foram aumentados significativamente. A elevação teve significância clínica e não houve indivíduo classificado como desnutrido após a intervenção, evidenciando que, possivelmente, a intervenção nutricional pode ser capaz de reduzir a perda de peso em pacientes com câncer em estágio avançado e melhorando o estado nutricional”, esclarece Vettori.

Alimentação como forma de cuidado

Cabe ressaltar a importância que a alimentação exerce na saúde e pensando nesse contexto, é fundamental destacar o papel dela na saúde de pessoas com câncer em estado terminal.

Desse modo, o papel que os alimentos exercem na promoção na prevenção à desnutrição, na melhoria do cenário nutricional e no conforto aos sintomas da doença, devem ser destacados, já que de acordo com dados de 2018 da Organização Pan-Americana da Saúde, o câncer é a segunda principal causa de mortes no mundo, com 9,6 milhões de vítimas naquele ano. “Diante desse cenário, cresce a preocupação com o impacto da nutrição em pacientes com câncer em cuidados paliativos. Assim, a alimentação como preservação do estado nutricional, prevenção da desnutrição e promoção do conforto são importantes”, conta Josiane.

A nutricionista ainda ressalta que a assistência nutricional é importante para o controle dos sintomas durante o tratamento oncológico e deve ser realizada pela equipe de saúde junto com o paciente, familiares e cuidadores. Desse modo, ela orienta que devem ser respeitadas as preferências dos pacientes, o acesso a determinado alimento e outras necessidades. Antes de recomendar o chocolate, é importante observar as preferências alimentares, que são altamente pessoais, e pensar em conjunto com a equipe multiprofissional, familiares e paciente para entender se faz sentido no tratamento, se é algo que ele gosta e se tem acesso”, reforça a nutricionista.

Com informações do Jornal da USP

Foto destaque: barra de chocolate com alto teor de cacau. (Foto: Reprodução/Freepik)

Pfizer busca aprovação dos EUA para tratamento oral contra a Covid-19

Na manhã de ontem (30), a farmacêutica Pfizer informou que está buscando a aprovação dos Estados Unidos para dar início ao tratamento oral contra a Covid-19.

Segundo a farmacêutica, foi enviado um pedido junto à Agência de Alimentos e Medicamentos (FDA) dos EUA para a utilização do antiviral Paxlovid, que atualmente só está disponível sob autorização de uso emergencial. No entanto, a Pfizer justificou o pedido sob forma de se utilizar o antiviral em pessoas vacinadas e não vacinadas com alto risco de progressão para a forma grave da doença.

De acordo com o estudo EPIC – HR (sigla em inglês para “Avaliação do Inibidor de Protease para a Covid-19 em Pacientes de Alto Risco”), realizado pela farmacêutica, mostra que quanto mais rápido for o tratamento, maior é a chance de sucesso.

O antiviral quando utilizado nos primeiros três a cinco dias de manifestação dos sintomas da doença, tende a reduzir a gravidade da infecção e evitar 9 de cada 10 internações, reduzindo o risco de hospitalização ou morte em 88% em pacientes adultos de alto risco não hospitalizados.


 

Pílulas de vários formatos e cores. (Foto: Reprodução/Gettyimages)


 

Como é o tratamento oral contra a Covid-19?

Atualmente, o tratamento oral contra a Covid-19 se dá por meio de um antiviral chamado Paxlovid. O medicamento é composto pelos antivirais “nirmatrelvir” e “ritonavir” e seu uso é indicado para pacientes adultos e sob prescrição médica.

Aqui no Brasil, o medicamento foi aprovado para uso emergencial pela Anvisa (Agência de Vigilância Sanitária) no dia 30 de março deste ano, sendo o primeiro no SUS (Sistema Único de Saúde) e indicado para os casos leves a moderados e para quem tem alto risco de complicações, tendo como finalidade prevenir internações, complicações e mortes. Entretanto, o remédio é proibido para alguns grupos de pessoas, tais como grávidas, pacientes com insuficiência renal grave ou com falha renal.

A eficácia do antiviral se dá da seguinte forma: os vírus possuem enzimas que ajudam no ciclo de sua replicação. Uma delas se chama protease e é responsável pelo amadurecimento do vírus. Quando não amadurece, ele é incapaz de se multiplicar. O Paxlovid, então, promove o bloqueio da protease do novo coronavírus, impedindo que ele complete seu ciclo de vida.

 

Foto destaque: Caixa de Paxlovid, tratamento oral contra a Covid-19 . (Foto: Jennifer Lorenzini/REUTERS).

Pele de porcelana: Como melhorar a pele unindo vitaminas à uma alimentação saudável

Rotina de skincare, limpeza de pele após o uso de maquiagens, filtro solar, hidratante próprio para o corpo e para o rosto, produtos adequados a cada tipo de pele, procedimentos estéticos… são diversas as formas de se manter o cuidado com a pele nos dias de hoje. A indústria de cosméticos cada vez mais apresenta uma gama de opções que você pode escolher para manter os cuidados diários com a pele.

No entanto, não bastam apenas cuidados tópicos. É preciso antes de tudo, aliar a rotina de cuidados à uma alimentação saudável e à ingestão de vitaminas. É o que explica a médica nutróloga Marcella Garcez, diretora e professora da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN). Ela destaca que a vitaminas são fundamentais para uma pele saudável e enfatiza quais as mais importantes nesse processo. “Todas as vitaminas são importantes, mas entre as principais que são necessárias para uma pele saudável podemos destacar a vitamina C, essencial para a síntese de colágeno e importante antioxidante do compartimento hidrofílico da pele, a vitamina E, que é um dos principais antioxidantes lipofílicos da pele, além da vitamina D, necessária para a manutenção da homeostase e respostas imunes adequadas, que impactam diretamente o revestimento cutâneo”.


 

Vitamina C é essencial para o colágeno da pele. (Foto: Reprodução/Freepik)


A médica explica que é preciso entender que existe uma relação estreita entre alimentação saudável e a ingesta de vitaminas necessárias à manutenção da saúde da pele. Desse modo, ao ingerir alimentos ricos em vitamina A (retinol), tais como cenoura, abóbora, couve, brócolis, mamão, batata-doce cozida, goiaba, etc, se está pensando não apenas na alimentação saudável, mas auxiliando no combate de radicais livres, já que esses alimentos são ricos em betacarotenos (substância que dá pigmento à alguns alimentos) e possuem ação antioxidante, combatendo os radicais livres.

Assim também pode-se pensar no colágeno, que é imprescindível para manter a firmeza e elasticidade da pele. Ao ingerir a vitamina C, tem-se o aporte proteico suficiente para a chegada de aminoácidos específicos nos tecidos conjuntivos, entre eles, a derme. Portanto, ingerir frutas cítricas tais como laranja, limão, acerola, abacaxi, cupuaçu, maracujá, morango etc são excelentes opções. Tanto a vitamina C quanto a E, devem ser consumidas diariamente. A médica explica ainda, de que forma a vitamina D pode ser sintetizada pelo corpo. “A vitamina D pode ser sintetizada a partir da exposição solar e obtida através do consumo de gorduras de origem animal”, destaca.

O cuidado com a pele deve ser global, a fim de que haja um equilíbrio interno e externo, assim, cuidados tópicos são fundamentais, mas manter uma alimentação equilibrada, com a ingestão de vitaminas essenciais, a prática de atividades físicas, o não consumo de álcool e cigarro, além do cuidado com a saúde mental, são imprescindíveis para que se mantenha uma pele saudável e bem cuidada, sempre de dentro para fora.

 

Foto de Destaque: Frutas são fundamentais para uma pele saudável. (Foto: Reprodução/Freepik)