“Pecadores” submete duas músicas para o Oscar e revela estratégia

Durante anos, a categoria de Melhor Canção Original parecia uma das mais esquecidas do Oscar. Criada para celebrar o impacto da música no cinema, ela virou sinônimo de trilhas genéricas tocadas nos créditos finais — muitas vezes compostas apenas para incluir grandes nomes da indústria musical na cerimônia.

Em 2026, porém, o jogo virou. Pela primeira vez em muito tempo, o Oscar deve ter uma corrida musical digna de nota. Três produções dominam as apostas: Caçadoras de K-Pop, Wicked: Parte 2 e Pecadores. Todas têm canções que não só brilham isoladamente, mas também são parte essencial das histórias que contam.

A força da música no cinema contemporâneo

O suspense Pecadores quer ir além das telas. A Warner Bros confirmou a inscrição de duas músicas originais do longa na disputa pela categoria Melhor Canção Original do Oscar 2026: “I Lied to You” e “Last Time (I Seen the Sun)”. Ambas têm produção assinada por Raphael Saadiq e Ludwig Göransson, nomes consagrados da música e do cinema — Göransson é o mesmo compositor vencedor do Oscar por Pantera Negra (2019).


Confira a música aqui! (Vídeo: Reprodução/YouTube/@warnerbrosentertainment)

A primeira faixa, “I Lied to You”, é interpretada por Miles Caton e aposta em uma sonoridade melancólica e intensa, que reflete os dilemas morais vividos pelo protagonista do filme. Já “Last Time (I Seen the Sun)” é um dueto entre Alice Smith e o próprio Caton, com uma atmosfera espiritual que remete à jornada de redenção do personagem principal.


Confira a outra música indicada! (Vídeo: Reprodução/YouTube/@SonySoundtracksVEVO)

De acordo com as regras da Academia, um longa pode inscrever até três canções originais, mas apenas duas podem ser indicadas. A decisão da Warner em concentrar esforços nessas duas faixas revela uma estratégia: apostar em músicas que dialogam diretamente com o coração emocional do filme, aumentando as chances de destaque em meio a concorrentes de peso.

Dirigido por Ryan Coogler, que também foi diretor de Pantera Negra, Pecadores mistura drama, terror psicológico e elementos mitológicos para discutir culpa, fé e reconciliação. A trilha sonora, nesse contexto, ganha papel essencial. Mais do que preencher o silêncio entre cenas, ela conduz a emoção, reforça temas espirituais e amplia a densidade simbólica do enredo.

Estrelado por Michael B. Jordan, causou um verdadeiro rebuliço — tanto nas bilheteiras quanto nas redes sociais. Com uma estreia global de impressionantes US\$ 61 milhões, o longa original, de classificação indicativa R, já é o maior lançamento de um filme original nesta década. No entanto, a recepção por parte da mídia especializada, especialmente da Variety, acabou virando notícia por si só.

Caminho até o Oscar

Na prática, o caminho para uma indicação ou vitória em Melhor Canção Original depende de três pilares: relevância da letra em relação à narrativa do filme, originalidade musical e apoio promocional. Além disso, a categoria é disputada por títulos de grandes estúdios e produções com forte apelo internacional, o que exige que cada detalhe — da composição à campanha — seja bem planejado. Com a inscrição oficial, Pecadores entra na lista de filmes que os membros votantes da Academia poderão considerar para pré­-seleção.

A concorrência vem pesada no Oscar 2026. Wicked: Parte 2, sequência do musical estrelado por Cynthia Erivo e Ariana Grande, promete chegar com duas canções inéditas do compositor original Stephen Schwartz. É uma aposta segura da Universal para disputar prêmios em massa, especialmente se os votantes quiserem reconhecer o fenômeno global que o primeiro filme se tornou.

Com as inscrições oficiais, Pecadores entra na corrida que antecede a pré-lista de indicados, o filme está disponível na HBO Max.

“Wicked: For Good” emociona fãs com nova prévia musical

Wicked: For Good emociona fãs com nova prévia musical, a conta oficial do musical publicou nas redes sociais uma prévia da música “Wonderful”, parte da trilha sonora, o alvoroço entre os fãs foi imediato. O vídeo, com cenas inéditas de Ariana Grande e Cynthia Erivo, reacendeu o entusiasmo por uma das produções mais aguardadas do cinema em 2025. A promessa de uma adaptação grandiosa, aliada ao talento vocal das protagonistas, está transformando Wicked não apenas em um musical, mas em um verdadeiro evento cultural global.

Um clássico da Broadway renasce em Hollywood

Baseado no aclamado musical da Broadway de 2003 — inspirado, por sua vez, no livro de Gregory Maguire — Wicked conta a história das bruxas de Oz sob uma nova perspectiva, explorando a amizade e os conflitos entre Elphaba (a futura Bruxa Má do Oeste) e Glinda (a Bruxa Boa do Sul).


 Novo trailer (Vídeo: Reprodução/YouTube/@Wicked: for Good)

A versão cinematográfica, dividida em duas partes, traz Cynthia Erivo e Ariana Grande nos papéis principais. Desde que as primeiras imagens foram divulgadas, o público vem acompanhando cada detalhe da produção com devoção típica de fandoms.
Com direção de Jon M. Chu (de Em um Bairro de Nova York e Podres de Ricos), o longa promete unir a magia do teatro à estética cinematográfica moderna, sem perder o lirismo e a carga emocional das canções originais.

A força de Ariana e Cynthia

A escolha de Ariana Grande e Cynthia Erivo não é apenas estratégica — é simbólica. Ambas representam uma geração de artistas que cruzam fronteiras entre gêneros, estilos e plataformas. Ariana, ícone pop global, tem raízes no teatro musical e agora retorna às origens que moldaram sua carreira. Cynthia, vencedora do Tony, Emmy e Grammy, é conhecida por interpretações intensas e emocionais, e deve trazer profundidade a Elphaba.

O dueto das duas em “For Good”, uma das faixas mais emblemáticas da história de Wicked, promete ser o ápice emocional do filme. A nova prévia de “Wonderful”, compartilhada no Instagram, mostrou um vislumbre do poder vocal e da química entre as atrizes — o suficiente para que fãs descrevessem a produção como “um divisor de águas”.

A nova era dos musicais

O renascimento de Wicked chega em um momento em que o cinema musical vive uma redescoberta. Filmes como La La Land, The Greatest Showman e Hamilton (em sua versão para streaming) reacenderam o interesse do público por narrativas cantadas e coreografadas.

Mas Wicked tem um diferencial: ele carrega uma legião de fãs que cresceram com o musical nos palcos e agora poderão vivê-lo nas telas, embalados por efeitos visuais grandiosos e uma trilha sonora consagrada.
Além disso, o impacto das redes sociais — especialmente plataformas como TikTok e Instagram — tem sido essencial para manter a expectativa viva. Cada prévia divulgada, cada nota de música ou imagem compartilhada, se transforma em viral, unindo comunidades globais de fãs e multiplicando o alcance do filme antes mesmo da estreia.

Com estreia prevista para novembro de 2025, Wicked: For Good deve marcar uma nova fase para os musicais no cinema e consolidar o gênero como uma das formas mais poderosas de emoção coletiva na cultura pop contemporânea.

Mounjaro é aprovado no Brasil para tratar apneia do sono: entenda o avanço da medicina metabólica

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta segunda-feira (20), o uso do medicamento Mounjaro (tirzepatida) para o tratamento da apneia obstrutiva do sono (AOS) em adultos com obesidade. A decisão amplia o uso do fármaco, que já era aprovado para o tratamento do diabetes tipo 2 e para o controle de peso em pacientes com índice de massa corporal elevado.

A aprovação coloca o Brasil entre os primeiros países da América Latina a autorizar a nova indicação, após resultados clínicos que mostraram redução significativa dos episódios de apneia e melhora da qualidade do sono em pacientes obesos tratados com o medicamento.

Segundo a Anvisa, a tirzepatida “atua de forma dupla nos hormônios que controlam o apetite e o metabolismo”, o que auxilia tanto na perda de peso quanto na redução de sintomas respiratórios noturnos.

O que é o Mounjaro e como ele age

O Mounjaro, produzido pela farmacêutica Eli Lilly, contém a substância tirzepatida, que atua sobre os receptores GLP-1 e GIP — hormônios que regulam o metabolismo da glicose e o apetite. Essa ação combinada promove controle glicêmico, redução de gordura corporal e, em consequência, melhora dos sintomas relacionados à apneia do sono.


Injeção de Mounjaro, medicamento para diabetes tipo 2 (Foto:reprodução/Getty Images Embed/Bloomberg)

De acordo com os estudos apresentados à Anvisa, pacientes tratados com tirzepatida tiveram redução de até 63% nos episódios de apneia por hora de sono, em comparação ao grupo placebo. Além disso, muitos participantes relataram menor cansaço diurno e melhora da disposição e do humor.

O medicamento é aplicado por injeção subcutânea semanalmente, e seu uso deve ser prescrito e acompanhado por um médico. Assim como em outras terapias à base de agonistas de GLP-1, os efeitos colaterais mais comuns incluem náuseas, diarreia e perda de apetite nas primeiras semanas de uso.

Apneia e obesidade: uma relação silenciosa e perigosa

A apneia do sono é um distúrbio caracterizado pela interrupção temporária da respiração durante o sono, o que pode causar roncos, fadiga crônica e aumento do risco de doenças cardiovasculares. No Brasil, estima-se que cerca de 49% dos adultos com obesidade sofram de algum grau de apneia, segundo dados da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia.


Apneia do sono (Foto:reprodução/Pinterest/@CPAPS)

Até então, o tratamento padrão combinava uso de aparelhos CPAP (que mantêm as vias aéreas abertas durante o sono) com mudanças no estilo de vida e, em alguns casos, cirurgias. A introdução de um medicamento capaz de atacar a causa metabólica da doença — a obesidade — representa uma nova esperança para pacientes que não se adaptam aos métodos tradicionais.

Em entrevista ao G1, especialistas afirmaram que a aprovação do Mounjaro é “um marco na abordagem integrada” da apneia. “Tratar a obesidade é também tratar a apneia, porque a gordura cervical e abdominal interfere diretamente na respiração durante o sono”, explicou o endocrinologista Ricardo Meirelles.

O impacto da aprovação no Brasil e no mundo

A decisão da Anvisa segue os passos da FDA (agência regulatória dos Estados Unidos), que já havia aprovado o Mounjaro para a mesma indicação em 2024. Lá, o medicamento ganhou destaque por proporcionar melhoras clínicas mesmo em pacientes sem uso contínuo de CPAP, o que ampliou as opções terapêuticas e despertou interesse entre especialistas em sono e endocrinologia.

No Brasil, o anúncio deve movimentar tanto o setor médico quanto o mercado farmacêutico. O preço do Mounjaro ainda é elevado — uma caixa com quatro doses semanais pode ultrapassar R$ 1.000, dependendo da dosagem, mas o número de prescrições tem crescido desde sua liberação para emagrecimento em 2023.

Além da questão clínica, a aprovação reacende o debate sobre o uso responsável de medicamentos para perda de peso, especialmente os chamados “injetáveis do emagrecimento”. A Anvisa reforça que a tirzepatida deve ser utilizada apenas com indicação médica e acompanhamento profissional, e que o uso recreativo ou estético é desaconselhado.Esperança para o futuro do tratamento

Com a nova indicação, o Mounjaro se torna o primeiro medicamento aprovado no Brasil para tratar simultaneamente obesidade e apneia do sono. A expectativa é que ele ajude a reduzir complicações associadas, como hipertensão, infarto e diabetes tipo 2, além de melhorar a qualidade de vida de milhões de brasileiros.

O anúncio reforça o avanço da medicina metabólica e o papel das agências regulatórias em ampliar o acesso a terapias inovadoras. Para muitos pacientes, o Mounjaro representa mais do que uma injeção semanal: simboliza a possibilidade de respirar melhor — e viver melhor.

A Fazenda 17: Gaby Spanic quebra silêncio após saída polêmica

No domingo, 19 de outubro de 2025, Gaby Spanic protagonizou um dos momentos mais comentados da temporada de “A Fazenda 17”: durante uma dinâmica de escolha de “planta”, ela chamou Tamires Assis, fez um discurso em que falou sobre ter sido vítima de bullying e, em seguida, aplicou um tapa no rosto da colega. Logo depois, afirmou: “Eu me despeço, pois não posso mais ficar aqui. Desisto! Adeus!”.  A produção do programa comunicou, por meio de seu diretor Rodrigo Carelli, que a participante havia infringido regras internas e, por isso, foi expulsa do programa.

Mas o episódio não se resume à agressão: Gaby usou o momento para fazer um protesto — ela havia pedido que Tamires vestisse roupas de cor clara como símbolo de algo, e declarou que se sentia pressionada por atitudes que considerava violentas dentro da casa. Em sua fala pública pela primeira vez, a atriz destaca que o ato foi “um alerta” e que decidiu sair por não poder mais “aceitar o que se passava” ali.

Entre a desistência e a expulsão

Apesar do anúncio oficial da expulsão, há nuances que trazem questionamentos sobre se a saída foi uma desistência voluntária ou uma medida disciplinar da produção. Segundo reportagens, Gaby havia manifestado desejo de sair antes do tapa, mas o regulamento exige ato formal (como acionar o sino) para que seja considerada desistência. O diretor Rodrigo Carelli comunicou oficialmente: “Devido ao ocorrido na atividade agora há pouco, tivemos que expulsar a Gaby Spanic do jogo”.


Confira o Tweet sobre a eliminação (Foto: reprodução/X/@RodrigoMCarelli)

Dessa forma, a emissora tomou a decisão de desligamento por violação das regras de convivência — a agressão física — mas o gesto da própria participante também indicava que ela não queria mais permanecer no confinamento.

Além disso, a saída gerou impactos contratuais: Gaby corria o risco de perder cachê e premiações acumuladas, mas fontes indicam que houve negociação com a emissora para mantê-la em outros projetos. Essa ambiguidade — expulsão ou desistência — se tornou parte da narrativa e amplia o debate não só sobre o programa, mas sobre os limites do que é tolerado em reality shows.

Violência, denúncia e reação do público

Mais do que uma treta de programa, o episódio gerou repercussão sobre a cultura do entretenimento e dos realities. Gaby, em seu discurso, criticou comportamentos que considerava violentos na sede e reclamou de falta de ação da produção. A reação do público foi dividida: de um lado, muitos apoiaram a atriz e elogiaram sua postura, dizendo que ela “saiu de cabeça erguida”.

Por outro lado, houve quem criticou o ato de agressão, mesmo que simbólico, e a forma como se desencadeou o episódio. Para a equipe de Tamires Assis, o tapa foi “em forma de protesto à todas as situações que a Cunhã vem sofrendo injustamente na casa”.

No campo dos realities, a saída de Gaby reacendeu a discussão: até que ponto o jogo permite agressões encenadas ou simbólicas? Em “A Fazenda”, a regra é clara: agressão física implica expulsão. A produção também tem seu protagonismo nessa história — e a comunicação oficial deixou claro que não foi aceito o comportamento. Este episódio pode marcar um ponto de inflexão no programa: uma participante internacional com histórico de realities provocando a reflexão sobre limites, identidade, xenofobia e postura dentro da casa.

 

Fernanda Montenegro resgata foto rara ao lado de Fernando Torres

Fernanda Montenegro resgata foto rara, uma das maiores atrizes brasileiras de sua geração, surpreendeu o público ao publicar nas redes sociais uma foto rara ao lado do marido, o também falecido ator e diretor Fernando Torres. O clique, que rapidamente viralizou, mostra o casal em um momento espontâneo, longe dos holofotes, transbordando naturalidade e afeto.

Ela resgatou o clique que foi registrado na temporada de premiações de 1999, quando a atriz brasileira foi indicada aos principais prêmios do ano pelo longa Central do Brasil.

Com meu companheiro de vida, Fernando Torres. Los Angeles, 1999“, escreveu ela.

A lembrança compartilhada reacende a memória de um período marcante na carreira de Montenegro e também celebra o amor e a parceria que ela manteve com Torres ao longo da vida. Fãs e admiradores da atriz se comoveram com a publicação, destacando a força da atriz e a trajetória de dedicação e talento que ambos construíram juntos.

A imagem resgata não apenas um instante particular, mas também o simbolismo de uma trajetória conjunta que marcou gerações. Entre palcos, roteiros e bastidores, Fernanda e Fernando construíram uma história que ultrapassa a ficção — uma união que se confunde com a própria memória da dramaturgia nacional.

Entre arte e vida: o legado de uma parceria

Filha de Fernanda Montenegro e Fernando Torres, Fernanda Torres cresceu cercada de arte e teatro. O sobrenome que carrega é sinônimo de tradição, mas também de reinvenção. Ao lado do marido, ela construiu uma vida em que o amor e o trabalho se entrelaçaram de forma orgânica.



Fernanda Montenegro em uma cena de Central do Brasil (Foto:Reprodução/Sony Pictures Classics)

Fernando Torres, que faleceu em 2008 aos 80 anos devido a complicações pulmonares, foi marido de Fernanda de 1953 até sua morte. O casal teve dois filhos, Fernanda e Claudio, e construiu uma das uniões mais admiradas do meio artístico brasileiro. Sua relação com a atriz sempre foi marcada pela cumplicidade — uma parceria criativa e afetiva que se refletia no respeito mútuo.

Ao compartilhar a foto, a atriz reacende lembranças de uma era em que o teatro era resistência, e o amor, uma forma de permanecer firme em meio às transformações do país e da cultura. É um gesto simbólico, que une memória e emoção: mais do que nostalgia, é uma forma de manter viva uma história que pertence também ao público.

O poder da memória nas redes

A postagem de Fernanda mostra como as redes sociais podem ser espaço para mais do que exposição — podem servir de ponte entre passado e presente, entre ídolo e espectador. Em tempos de efemeridade digital, ver uma figura pública revisitar suas memórias com sensibilidade e respeito é um convite à reflexão.

O clique, simples à primeira vista, carrega camadas de significado: o olhar de quem amou, trabalhou e cresceu ao lado de um parceiro que também foi companheiro de arte. Em uma época em que as relações são muitas vezes reduzidas a imagens ensaiadas, a espontaneidade de Fernanda toca justamente por ser verdadeira.

É também uma lembrança da importância de celebrar vínculos e trajetórias, mesmo após a ausência física. A fotografia, nesse contexto, não é apenas um registro — é uma forma de manter viva a presença, de transformar saudade em permanência.

A Fazenda 17: Matheus vence prova e questiona atitudes de ex-aliados

Matheus vence prova do Fazendeiro, na noite desta terça-feira (15) marcando um dos momentos mais intensos da atual temporada de A Fazenda 17. Garantindo mais uma semana no jogo e o poder de indicar um dos peões à Roça. A conquista, no entanto, não foi acompanhada de comemorações calorosas por parte de seus colegas de confinamento, o que resultou em um desabafo público do novo fazendeiro.

Após retornar à sede, Matheus esperava o tradicional acolhimento dos aliados, mas foi recebido com silêncio e frieza. Irritado, o participante desabafou em voz alta, chamando a postura dos colegas de “vergonhosa”. O episódio rapidamente se tornou um dos assuntos mais comentados nas redes sociais, com espectadores apontando um possível rompimento entre os grupos que dominavam o jogo.

Conquista solitária: vitória e frieza

O desentendimento começou logo após o fim da prova. De volta à casa, Matheus percebeu que não havia sido parabenizado por boa parte dos participantes. Em tom de indignação, declarou: “Vergonhoso ninguém vir falar comigo”. A frase foi dita na frente de todos, provocando constrangimento e reações imediatas.

Saory, uma das primeiras a se pronunciar, tentou justificar a ausência de uma aproximação mais calorosa: “Fiquei sem graça, mas fui falar com você”, afirmou. Matheus, no entanto, rebateu: “Não tem que abraçar, é só questão de respeito”. A discussão se estendeu quando Dudu tentou contemporizar, dizendo que apenas aguardava o momento certo para cumprimentar o colega. O peão, porém, não se mostrou convencido e manteve o tom de insatisfação.

O peão seguiu reclamando e, durante uma conversa com Dudu, e destacou o quanto ficou decepcionado. Duda ouviu e se justificou para o ex-aliado: “Parabéns pela prova. Não precisa ficar falando isso de facada, porque não tem nada a ver. Estava esperando todo mundo falar com você para depois ir lá te desejar boa sorte. Até porque eu disse que sentia que você seria o fazendeiro. Enfim, parabéns pela prova”


Confira a briga (Vídeo: Reprodução/Instagram/@centralreality)

Com a vitória, ele conquistou não apenas a imunidade, mas também o direito de indicar diretamente um participante à Roça, o que promete influenciar os rumos da semana. Fontes ligadas à produção afirmam que o jogo segue dividido, e a postura de Matheus após a prova pode alterar alianças já formadas.

Reconfiguração de alianças no jogo

O episódio evidencia que, em provas decisivas e momentos de tensão, o calor das alianças pode esfriar rápido. Matheus mostra que guarda memória e expectativas: sente-se traído por silêncio quando mais precisava de reconhecimento. A guerra silenciosa entre aliados pode mover votos, estratégias e vínculos: enquanto alguns mantêm postura reservada, outros exploram o momento para reforçar posicionamentos dentro do jogo.

Gilberto Gil e Chris Martin se unem por um mesmo palco em prol da Amazônia

Gilberto Gil e Chris Martin se unem em um mesmo palco em prol da Amazônia para o Global Citizen Festival: Amazônia, que promete ser um marco na história da música e do ativismo. O evento, que acontece em 1º de novembro no Estádio Olímpico do Pará, em Belém, marca a estreia da versão latino-americana do festival e traz consigo uma mensagem urgente: proteger a Amazônia é proteger o futuro do planeta. A escolha da capital paraense como palco da edição reforça o papel simbólico da floresta na luta contra as mudanças climáticas e na preservação da diversidade cultural e ambiental do Brasil.

Mais do que um festival, o Global Citizen se consolida como um movimento global que une artistas, ativistas e comunidades em torno de causas sociais e ambientais. E, pela primeira vez, essa energia chega ao coração da Amazônia, com um evento que pretende ecoar por todo o mundo — não apenas através da música, mas de mensagens poderosas de resistência e esperança.

Música, ancestralidade e união

Entre os nomes confirmados estão Gilberto Gil, Anitta, Seu Jorge, Gaby Amarantos e Chris Martin, vocalista do Coldplay. Juntos, eles representam a pluralidade da música mundial e a força de artistas que, em suas trajetórias, transformam palco em plataforma de consciência.


Coldplay no Global Citizen 2023 (Foto: reprodução/Invision/AP/Brent N. Clarke)

Gilberto Gil, um dos maiores expoentes da cultura brasileira, retorna à cena com um propósito que sempre acompanhou sua obra: o diálogo entre arte, natureza e espiritualidade. Sua presença no festival reafirma a importância da música como instrumento político e afetivo, capaz de conectar gerações e fronteiras. Ao lado dele, Anitta traz o olhar contemporâneo da nova geração de artistas brasileiros que conquistaram o mundo, enquanto Chris Martin reforça o compromisso ambiental que o Coldplay vem defendendo em turnês sustentáveis e ações globais.

A curadoria do line-up é, por si só, um manifesto: mostrar que, independentemente da língua, ritmo ou origem, a música tem o poder de unir pessoas em torno de uma mesma causa — a preservação da vida.

Arte e ativismo: a voz da floresta ganha o mundo

O festival contará também com participações essenciais para o diálogo com os povos originários. Estão confirmados o Cacique Raoni Metuktire, uma das vozes indígenas mais influentes do planeta, e Sônia Guajajara, Ministra dos Povos Indígenas do Brasil. Suas presenças reforçam o protagonismo das comunidades amazônicas, que há séculos lutam para manter viva a floresta e sua cultura.

Além dos shows, o evento será apresentado por nomes como Regina Casé, Mel Fronckowiak, Isabelle Nogueira e Hugo Gloss, com participações especiais de Rodrigo Santoro e Estêvão Ciavatta. A transmissão será feita pela TV Globo, Multishow, Globoplay e YouTube, garantindo que a mensagem chegue a milhões de pessoas.

Com essa edição, o Global Citizen estreia oficialmente na América Latina e encerra a campanha “Proteja a Amazônia”, iniciativa que busca ampliar o debate sobre sustentabilidade, direitos humanos e justiça climática. A união entre música e ativismo reafirma que a arte é uma linguagem universal, capaz de sensibilizar corações e provocar transformações reais.

Belém se torna o palco da esperança

A realização do festival em Belém não é apenas um gesto simbólico, mas um convite à reflexão sobre o papel da região Norte no cenário global. A cidade, que será sede da COP30 em 2025, se prepara para ocupar um lugar de destaque nas discussões sobre meio ambiente. O Global Citizen chega como uma prévia desse movimento, conectando o público local e internacional em uma celebração que mistura cultura, identidade e propósito.

“Monstro: A história de Ed Gein” A série de terror e drama alcança o topo da plataforma

Monstro: A história de Ed Gein estreou em 3 de outubro e conquistou rapidamente o topo da plataforma, registrando mais de 12 milhões de visualizações nos três primeiros dias. Parte da antologia criada por Ryan Murphy e Ian Brennan, a série foca na trajetória de Ed Gein, assassino e ladrão de túmulos que inspirou personagens icônicos do terror, como Norman Bates (Psycho) e Leatherface (O Massacre da Serra Elétrica). A produção mistura realidade e ficção, mostrando desde a infância isolada de Gein até os crimes macabros que chocaram a América, e oferece uma reflexão sobre os traumas familiares e psicológicos que moldaram sua personalidade.

O protagonista Charlie Hunnam interpreta Ed Gein, mergulhando na complexidade psicológica do assassino e transmitindo com intensidade seus conflitos internos. Laurie Metcalf vive Augusta Gein, mãe rígida e religiosa cuja influência marcou profundamente a vida do personagem. Suzanna Son interpreta Adeline Watkins, interesse romântico fictício, enquanto Tom Hollander assume o papel de Alfred Hitchcock, conectando a narrativa à história do cinema de terror.

Com oito episódios, a série é dirigida por Ian Brennan e marca a primeira temporada da antologia sem direção direta de Ryan Murphy, mas mantendo o estilo visual e narrativo característico do criador. A produção combina elementos de terror psicológico e drama, criando uma narrativa envolvente que mantém o espectador atento do início ao fim.


Confira o trailer oficial da série (Vídeo: Reprodução/YouTube/Netflix)

Enredo: entre terror e tragédia real

A narrativa de Monstro: A História de Ed Gein da Netflix explora não apenas os crimes do assassino, mas também sua psique perturbada e os efeitos de uma educação rígida e isolada. A série mostra como traumas familiares e repressões religiosas podem impactar profundamente o desenvolvimento psicológico de uma pessoa. Diversas cenas fazem referência a filmes inspirados por Ed Gein, criando uma conexão metalinguística que acrescenta camadas de tensão e terror à produção.

O resultado é um drama que mistura realidade e ficção, permitindo ao público compreender a complexidade de um dos criminosos mais infames da história americana, sem perder o olhar crítico sobre a sociedade que moldou suas ações.

Apesar do sucesso em audiência, a crítica foi mista. Rotten Tomatoes registrou 19% de aprovação, enquanto o Metacritic indicou 28/100. Alguns críticos questionam exageros dramáticos e sensacionalismo, mas elogiam a atuação de Charlie Hunnam e a estética da série.

Alguns críticos apontam exageros dramáticos e sensacionalismo na abordagem dos crimes de Gein, mas muitos elogiam a atuação de Charlie Hunnam e a qualidade estética da produção.

Nas redes sociais, o público mostrou reação diferente, celebrando o realismo psicológico da série e discutindo a fidelidade histórica da narrativa. Fãs de terror consideram a série intensa e envolvente, destacando a capacidade da antologia de Ryan Murphy e Ian Brennan de combinar fatos reais com elementos ficcionais de maneira impactante.

Próximos capítulos da antologia

Enquanto a terceira temporada mantém seu sucesso, a quarta temporada da antologia já está em produção, agora com foco em Lizzie Borden. Charlie Hunnam retornará ao elenco, desta vez interpretando Andrew Borden, pai de Lizzie, prometendo manter o padrão de intensidade e drama que marcou a temporada dedicada a Ed Gein.

A antologia segue consolidando o estilo de Ryan Murphy e Ian Brennan: histórias reais transformadas em narrativas de terror, psicológicoterro e drama, capazes de atrair tanto espectadores de séries de crimes reais quanto fãs de suspense e cinema de terror.

The Rock dá conselho a Travis Kelce sobre possível futuro com Taylor Swift

The Rock dá conselho bem-humorado a Travis Kelce sobre possível futuro com Taylor Swift. Paternidade de The Rock é tema do recente episódio do podcast New Heights, comandado pelos irmãos Travis e Jason Kelce. O ator e ex-lutador Dwayne “The Rock” Johnson abriu o coração sobre paternidade e família. Conhecido pelos papéis de força e ação em Hollywood, o astro mostrou um lado mais sensível e bem-humorado ao compartilhar sua rotina com as filhas e aproveitar para dar um conselho descontraído a Travis, que vive um dos relacionamentos mais comentados da atualidade com Taylor Swift.

Pai de três meninas, The Rock contou que a chegada dos filhos transformou completamente sua vida. “Nada te prepara de verdade para isso, mas é a melhor coisa que pode acontecer. As crianças te mudam por dentro, te ensinam paciência, empatia e o verdadeiro significado do amor”, disse o ator, emocionado. Ele também revelou que aprendeu a equilibrar a rotina intensa de gravações com o tempo em família, ressaltando que a paternidade o fez valorizar mais os pequenos momentos.

“Quando você tem filhos, o mundo vira de cabeça pra baixo”

Entre risadas, o assunto acabou se voltando para o romance de Travis com Taylor Swift — e foi aí que The Rock aproveitou para dar um “toque de pai” ao jogador. “Se prepare, irmão. O mundo vira de cabeça pra baixo — e de um jeito que você nunca imaginou”, brincou o ator, arrancando gargalhadas de Travis e Jason.

Apesar do tom leve, o comentário também trouxe uma mensagem sincera sobre as mudanças que a chegada dos filhos causa na vida. “É um tipo de amor que te tira o chão e te reconstrói. Você acha que está no controle, até perceber que não está — e tudo bem com isso”, completou.

Jason Kelce, ex-jogador do Philadelphia Eagles, também compartilhou suas próprias experiências com a paternidade, dizendo que ser pai o fez repensar suas prioridades e buscar uma vida mais equilibrada fora do campo. O momento gerou identificação entre os ouvintes, mostrando que, mesmo entre celebridades e atletas, os desafios da vida familiar são universais.

Claro que o nome de Taylor Swift não ficou de fora. O casal é um dos mais comentados do entretenimento desde o início do namoro, e qualquer menção à cantora rapidamente movimenta as redes. Durante o episódio, Travis riu das brincadeiras de The Rock, mas também comentou que entende o quanto a vida muda quando se pensa em construir uma família.


Anúncio de noivado (Foto: reprodução/Instagram/@taylorswift)

Pouco depois da publicação do episódio, os swifties começaram a comentar o trecho nas redes sociais. Muitos enxergaram o conselho de The Rock como uma espécie de “benção divertida” ao casal, enquanto outros elogiaram a leveza da conversa. “O The Rock como conselheiro de relacionamento é tudo o que eu precisava”, brincou uma fã no X (antigo Twitter).

Um lado humano por trás do astro

A fala de The Rock destacou um lado menos visto do ator, acostumado a interpretar personagens duros e invencíveis nas telas. No podcast, ele se mostrou vulnerável, bem-humorado e próximo — um contraste que encantou o público.

Ser pai me trouxe equilíbrio. No fim do dia, não importa o tamanho da fama, do sucesso ou do caos da agenda. Quando chego em casa e minhas filhas me abraçam, tudo faz sentido”, disse o ator.

Com seu carisma e autenticidade, The Rock conseguiu transformar um papo leve em uma conversa inspiradora sobre família, amor e amadurecimento. O episódio também reforçou o bom humor e a sintonia entre os irmãos Kelce, que têm conquistado cada vez mais destaque com o podcast.

O episódio foi ao ar em outubro e está disponível no canal oficial do podcast “New Heights”, apresentado pelos irmãos Travis e Jason Kelce.