Europa inicia a temporada de resorts na neve

Enquanto as temperaturas começam a subir no Brasil, no hemisfério norte o frio se aproxima, e as pessoas já começam a separar casacos e botas, pois a neve está chegando. Suíça, França e Itália, algumas cidades e territórios usufruem das baixas temperaturas, abaixo de zero, para serem resorts na neve. 

Grandes descidas para a prática de snowboarding, deixam de ser a estrela da neve, com tantos restaurantes bem avaliados, hotéis super sofisticados e visuais de tirar o fôlego atrás das montanhas. Em Zermatt, na Suíça, e em Courchevel, na França, as estações de esqui ganham agito extra no período pós-esqui, que é quando a animação toma conta dos restaurantes e dos centros vivos com lojinhas e galerias. 


Visual de Zermatt, na Suíça. (Foto: Reprodução/Leander Wenger)


A temporada, geralmente, começa no final de novembro e termina em abril, e o melhor de tudo é que pode ser aproveitada a dois numa viagem mais romântica ou com a família em programação voltada para a criançada.

Ainda que pareça contraditório, o frio é o fator que aquece os turistas e moradores por lá. O inverno europeu é bem gelado, e por isso, ao viajar nesta estação, você precisará estar bem agasalhado para não perder nenhuma atração turística. Mesmo com o frio assustador ao ar livre, saiba que dentro de restaurantes, museus, hotéis e até em muitas casas, você não precisará se preocupar com o frio, porque basicamente todos os prédios públicos e turísticos estão preparados com aquecedores.

No entanto, não só as roupas, mas os sapatos também devem ser quentes para enfrentar a neve do lado de fora. Os sapatos precisam ser confortáveis para as caminhadas longas, mas nada de usar tênis, pois é a última coisa recomendada para a neve. O motivo é que os tênis não são forrados ou impermeáveis, correndo assim, o risco de ter os pés molhados ou os dedos congelados.

Foto destaque: Utilizando o guarda-chuva para se esconder da neve. Reprodução/Tyler Wilkinson-Ray

Marcos Oliveira volta as redes pedindo auxílio financeiro para tratamento de saúde

O artista Marcos Oliveira, de 66 anos, que interpretou o famoso personagem Beiçola na série Grande Família, recorreu à internet novamente para pedir assistência a seus seguidores devido as dificuldades financeiras que está passando.“Aí, pessoal, sei que é tão duro vir aqui sempre, ficar pedindo, eu sei que já está ficando chato, mas eu preciso pagar o aluguel no fim do mês, nele já inclusos água, luz e gás.” começou, que liberou o número de telefone, (21) 99915-8560, para transferências via pix.

Também foi criada uma campanha de arrecadação online, com o propósito de arrecadar R$ 50 mil para cobrir provisoriamente as despesas do ator. “Marcos Oliveira (Beiçola) vai operar e não poderá trabalhar por um tempo”, diz a declaração da vaquinha.


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Vaquinha para arrecadação do ator (Foto: Reprodução/Instagram)


Marcos também falou sobre gastos por questões de saúde. “E os remédios especiais para meu tratamento final. Me ajude só mais um pouco? Agora só falta a bolsa de colostomia para dentro e tô livre para trabalhar. E vou começar a correr atrás e vem aí Marcos Oliveira sobrevivendo àss supostas perdas!”, finalizou o ator.

Em julho, Marcos foi submetido a uma cirurgia na fístula da uretra, e realizaria um outro procedimento para corrigir seus problemas intestinais.

Ainda não (terminou o cuidados de saúde) Estou no meio do processo, fechando o períneo. Ainda estou com uma sonda na bexiga. Tirando isso, depois de quatro meses, vou botar a colostomia para dentro. Aí, sim, volto ao normal… Estou melhorando, viu, gente?! Daqui mais umas três semanas, já estou na ativa”, declarou ele, que está ansioso para voltar a trabalhar. “Estou com saudade de me ver na televisão também, de trabalhar”, disse ele.

Antônio Marcos Oliveira é um ator e performista brasileiro. De 2001 a 2014 participou do elenco do seriado “A Grande Família”, no qual fez muito sucesso com seu personagem mais famoso, o pasteleiro Beiçola, pelo qual é reconhecido pelo público até hoje.

Foto Destaque: O ator em tempos de Beiçola. Reprodução/Instagram

Cantora IZA revela em podcast o motivo do fim de seu casamento

Na última terça-feira (18), a cantora IZA falou sobre o término do seu casamento com o produtor musical, Sérgio Santos, no podcast de Giovanna Ewbank e Fernanda Paes Leme. A estrela detalhou o motivo da separação do casal, e negou que seu novo EP “Três” tenha algo relacionado a este acontecimento. 

“Nesse momento eu realmente estou tentando me proteger, parece que eu sempre estive me protegendo, porque tento não ficar muito ligada nisso” afirmou a cantora após ser questionada por Ewbank se seu trabalho musical teria a ver com o fim da união. De acordo com a artista, o lançamento de seu novo EP já estava planejado e foi uma triste coincidência ter batido com sua vida pessoal atualmente. 

Iza revelou que o fim do casamento se deu por desencontros da vida. “Infelizmente, as pessoas podem achar que uma mensagem tem a ver com a outra. Mas o que acontece é que foram realmente só os desencontros da vida. Eu vivi, durante meu casamento, os anos mais felizes da minha vida e eu sou muito grata por isso” garantiu ela.


Iza e Sérgio no dia do casamento (Foto: Reprodução/Instagram)


A musicista também comentou que não entrou em mais detalhes sobre o término, por também se tratar da vida de seu ex-marido. “Então, assim, eu não tenho muito o que falar sobre, principalmente em respeito ao Sérgio, que é um homem incrível, que eu admiro muito e é por isso que eu tento não falar muito sobre isso, porque não é só sobre a minha vida, é sobre a vida de outras pessoas”, conclui IZA.

A responsável pelo hit “Dona de mim”, divulgou em suas redes sociais no último dia 10 a separação de Santos. O casamento durou desde dezembro de 2018. “Então, agora eu me sinto pronta para dividir com vocês aqui. Sempre respeito meu tempo e dessa vez não foi diferente, continuo acreditando que o mais íntimo precisa ser processado dentro da gente, antes de tudo” escreveu ela. 


Pronunciamento do fim do casamento por IZA (Foto: Reprodução/Instagram)


“Então, agora me sinto pronta para dividir com vocês que eu e Sérgio não somos mais um casal. Temos uma história linda de amor, cumplicidade e parceria, e estamos ressignificando essa relação como duas pessoas que se respeitam e se admiram, mas em novos caminhos”, acrescentou.

Foto Destaque: O ex-casal juntos em uma viagem. Reprodução/Popline

1.795 pacientes de 14 países participam do ensaio clínico da lecanemab

Juan Forte, o neurologista, afirmou para o Jornal ‘O Globo’ que tem recebido em seu consultório diversos pacientes que estão à procura da nova droga capaz de curar o Alzheimer. O médico trabalha no Hospital Saint Pau, em Barcelona, um dos 12 centros espanhóis que fizeram parte de um grande ensaio clínico internacional, com o medicamento experimental. Os resultados ainda são preliminares, no entanto, sugerem que ele reduz a queda da cognição em 27% em pessoas com Alzheimer precoce, de acordo com Eisai e Biogen.

Em relação ao novo medicamento, 1.795 pacientes de 14 países participaram do ensaio clínico de Iecanemab. Todos tinham um acúmulo de uma proteína exclusiva da doença, que são as beta-amiloides. Nesta fase, os pacientes apresentam perda de memória recente, mas ainda sim apresentam independência para levar uma vida normal.

Após 18 meses do teste, o declínio cognitivo daqueles que tomaram o medicamento foi 0,45 pontos menor, em uma escala de zero a 18, do que aqueles que tomaram placebo, de acordo com as duas empresas.

A doença de Alzheimer é uma enfermidade provocada pela morte de células cerebrais. Manifesta-se por demência ou perda de funções cognitivas, como memória, orientação, atenção e fala.Segundo a Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAz), existem aproximadamente 35,6 milhões de pessoas com distúrbio de Alzheimer no mundo. Estima-se que há cerca de 1,2 milhão de casos no Brasil, e a maioria não foi diagnosticada.


Demência causada pelo Alzheimer de perda de memória (Foto: Reprodução/Folha Uol)


De fato, em muitos casos, a doença é embaraçada como um estado do idoso, um déficit cognitivo relacionado à velhice e, consequentemente, exclui-se a suspeita de doença de Alzheimer.

Poucas pessoas sabem que a doença de Alzheimer pode começar décadas antes do desenvolvimento dos sintomas, o que dificulta o tratamento.

O alzheimer é considerado a doença que mais provoca casos de demência.e as consequências são:

  • desorientação em relação ao tempo e ao espaço;
  • desorientação do raciocínio;
  • falta de concentração;
  • distúrbio de aprendizado;
  • impossibilidade de realização de tarefas complexas;
  • impossibilidade de julgamento;
  • afetação na linguagemFoto Destaque: Alzheimer e a forma como atua no cérebro. Reprodução/NeuroLife.

Estados Unidos possui taxa de mortalidade por overdose 20 vezes maior do que a média global

A morte de adolescentes por overdose nunca esteve tão alta nos Estados Unidos (EUA) como está neste ano. Os adolescentes do país são cada vez mais atingidos por um medicamento da casa dos opióides, o fentanil. 

Mais de 100 mil americanos morreram de overdose no ano passado, e a grande maioria deles eram adultos. No entanto, o grupo de jovens vem apresentando maior taxa de óbito por esse exato motivo. 

Melanie Ramos, jovem de 15 anos, morreu dentro do banheiro da escola após ingerir um comprimido que continha fentanil. Melanie e uma amiga pensavam que estava tomando paracetamol e oxicodona, mas, as pílulas foram falsificadas e misturadas com fentanil, e a jovem acabou intoxicada.

A família de Ramos ainda sofre com o luto e relembram os traços da menina. “Ela era uma menina linda e doce, com pais trabalhadores”, relatou o tio dela, Oscar, durante uma vigília à luz de velas nos degraus da escola Bernstein High School, onde amigos e familiares rezaram em espanhol e colocaram flores em um santuário criado para Ramos. 


A droga que está matando adultos e adolescentes. (Foto: Reprodução/Hospital Santa Mônica)

 


O fentanil geralmente é contrabandeado para os Estados Unidos por cartéis de drogas mexicanos. Embora tenham o costume de misturar com drogas mais pesadas, como a heroína, os cartéis agora estão produzindo em massa pílulas de arco-íris, como se fossem comprimidos normais, para chamar a atenção das crianças que estão mais sujeitas a experimentá-las. 

Em Los Angeles (LA), a cidade mais importante do Estado da Califórnia, mortes recorrentes por overdose estão preocupando as autoridades. Em operação liderada pelo Departamento de Justiça da Califórnia, no último dia 12, foram apreendidos 24 quilos de fentanil, quantidade suficiente para fabricar 250 mil pílulas. 

Mas essa problemática não se restringe apenas a LA, e se expande por todo os EUA. 

Na semana passada, em Nova York, as autoridades apreenderam o equivalente a 15 mil pílulas coloridas estocadas em uma caixa de brinquedos LEGO.

Os Estados Unidos é o país pioneiro em relação a overdose, possuindo uma taxa de mortalidade 20 vezes maior do que a média global. “Infelizmente, somos de longe os líderes mundiais em mortes por overdose”, lamentou Joseph Friedman, pesquisador da Universidade da Califórnia em Los Angeles.

Foto Destaque: Fentanil, a droga que está matando adolescentes e adultos. Reprodução/DepositFotos

Brasil retorna ao mapa da fome neste ano

Entre dezembro de 2020 e abril de 2022, 14 milhões de brasileiros abriram mão de alimentar-se pelo fato de estarem sem dinheiro. A situação é pior nas áreas Norte e Nordeste. Um estudo publicado no mês de setembro pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan) detalhou a questão da fome nos estados brasileiros. Em termos concretos São Paulo liderou com 6,8 milhões de famintos. Proporcionalmente, o estado de Alagoas encontra-se na pior condição, com 36,7 % de seu povo vivendo nessas condições.

Relatório da ONU (Organização das Nações Unidas) divulgou no mês de julho que o número de brasileiros em situação de fome grave ou moderada atingiu praticamente um terço da população e, além disso, evidenciou que cerca de 350 milhões de pessoas no mundo inteiro sofreram da mesma questão durante a pandemia de Covid-19.


Família em situação de insegurança alimentar (Foto: Reprodução/Brasil De fato)

 


Em junho, a Rede Penssan notificou que 33,1 milhões de habitantes no país não tinham como alimentar-se. Isso mostra que, segundo os dados apurados, 15,5 % da população brasileira passa fome e não comem por falta de dinheiro, pois não tem potencial financeiro para adquirir os alimentos.

Além disso, seis em cada dez famílias estão em situação de insegurança alimentar, o que significa que não têm acesso completo e sustentável aos alimentos. Essas informações foram coletadas de 12.745 moradias brasileiras entre dezembro de 2021 e abril de 2022.

A série histórica da Pensan Network inclui o primeiro estudo do gênero – ” 1. Pesquisa Nacional de Insegurança Alimentar “- que foi elaborada com base em informações coletadas em dezembro de 2020.

Naquela época, o número de brasileiros que povoavam em situação de fome era de 19,1 milhões, o que significa que esse número cresceu 14 milhões em pouco mais de um ano.

O Mapa da Fome é um sistema que monitora o status da fome no mundo inteiro, e é feito pelo Programa Mundial de Alimentos. Ele combina as principais métricas de diversas fontes de dados, como informações de segurança alimentar, clima, tamanho da população, conflitos, perigos e informações nutricionais para auxiliar na avaliação, além disso, monitoram e preveem o tamanho e gravidade da fome praticamente  em tempo real.

Em 2022, a ONU declarou que o Brasil voltou novamente ao Mapa da Fome, no relatório global da FAO. Segundo a organização, a dominância da insegurança alimentar grave atingiu 15,4 milhões de brasileiros, ou seja, 7,3% da população, entre os anos de 2019 e 2021.

Foto Destaque: Arte produzida e divulgada pelo PT para anuncionar o retorno do Brasil ao Mapa da Fome./Reprodução: PT

Projeto de lei nos EUA proibiria todos os abortos a partir de 15 semanas e população não apoia

Após Estados Unidos apresentar projeto de lei que proibiria todos os abortos a partir de 15 semanas de gestação, o senador americano Lindsey Graham foi interrompido por uma mãe, que contou sua história arrasadora. 

“Fiz tudo certo e, com 16 semanas, descobrimos que nosso filho provavelmente não sobreviveria”, declarou Ashbey Beasley a uma sala cheia de pessoas. “Quando nasceu, durante oito dias ele sangrou por todos os orifícios do corpo.”

Ashbey tinha uma escolha para lidar com essa gravidez difícil, no entanto, a lei Graham tirou isso dela. 

Graham foi questionado sobre sua posição a respeito da lei do aborto e como isso pode afetar mulheres com gestações complicadas ou perigosas, pos desde que a Suprema Corte derrubou a decisão do caso Roe v. Wade em junho, vários Estados americanos decidiram pressionar pela proibição do aborto ou restringir severamente o procedimento. Com a entrada em vigor dessas leis, surgiram desdobramentos. Médicos e pacientes dizem que as regras são confusas e a linguagem vaga tiveram um efeito assustador nos Estados antiaborto, deixando um rastro de tragédias presentes e futuras.


Lei de Roe v. Wade que teve uma má fama na justiça. (Foto: Reprodução/AdobeStock)


Abortos por razões médicas são raros e representaram menos de 4% de todos os procedimentos do tipo nos EUA em 2004, de acordo com o Instituto Guttmacher. No entanto, para certas complicações da gravidez, eles são um tratamento aceito e comum para a salvar a vida das gestantes. A modelo Chrissy Teigen, disse em 7 de outubro que passou por um aborto que salvou a vida dela quando estava com 20 semanas de uma gravidez inviável e as medidas foram tomadas. 

Amanda Horton, uma médica do Texas especializada em gravidez de alto risco, teve problemas para cuidar de pacientes com complicações na gravidez. A médica declara que suas mãos estão atadas, e que para cuidar de uma gravidez de risco, o Texas não é esse lugar.

Foto Destaque: Ilustração de um bebê no útero. 

Após críticas sobre atuação, Jade Picon pede para público não esperar perfeição

Jade Picon foi a convidada do ‘Quem Pode, Pod!’ desta terça-feira (11), podcast de Giovanna Ewbank e Fernanda Paes Leme. A blogueira, influenciadora e atriz, estreou com a personagem ‘Chiara’ na nova novela das 21h da Rede Globo, Travessia. A partir dessa nova conquista, Jade falou sobre como as coisas mudaram na sua vida neste ano.

A atriz é irmã caçula do influencer Leo Picon, e acabou se tornando conhecida por participar dos vídeos e postagens feitas por seu irmão. Em seu canal no YouTube, a influencer tem mais de 1 milhão e meio de seguidores, e os assuntos abordados em seus vídeos são sobre moda, viagens, relacionamentos, desafios e treinos. No Instagram, Jade Picon tem 21 milhões de seguidores e mais de oito milhões de seguidores no TikTok.

Jade contou que sempre sonhou em ser atriz e planejava fazer cursos de atuação antes do BBB surgir em sua vida. Agora, ela tem aprendido na prática e no contato com os colegas de elenco. A atriz comentou no podcast que apesar da vontade, é a primeira vez que está atuando e pediu para o público não esperar perfeição. “Li uma frase esses dias que gostei muito: ‘Não se diminua pra caber dentro das expectativas de quem quer ver sua falha’. Tem muita gente que quer me ver errando”, disse a atriz.


Jade Picon no podcast ‘Quem Pode,Pod!’ (Foto: Reprodução/Gshow)


Assim como qualquer coisa na vida, até as coisas boas tem seu lado ruim. A fama chegou para Jade, mas desde muito nova ela teve que ser seletiva com as pessoas que se relacionava, tanto em relações de amizade, quanto amorosas. “Eu sou muito seletiva com quem eu ando, com quem eu dou abertura pra entrar na minha vida. Porque o que não falta hoje em dia é gente interesseira, gente que não quer o seu bem. Eu sou uma pessoa mais sociável hoje em dia. Era bem mais fechada”, contou Jade.

Além de pessoas interesseiras, algo que Jade começou a sentir após sua exposição na internet, a sensação era de que estava sendo vigiada o tempo todo. “Tenho zero privacidade desde muito tempo. Mas olha o que eu tenho! São os ossos do ofício total. Não trocaria por nada. Mas é claro que é chato quando estou numa festa e tenho vontade de beijar alguém e saber que no dia seguinte vou acordar e vai ter um vídeo. Em nenhum momento me sinto natural. Sinto que sou observada e que tem câmeras me registrando. E tá tudo bem”, finalizou a blogueira. 

Foto Destaque: Jade Picon ao lado das fundadoras do podcast ‘Quem Pode,Pod!’. Reprodução/Gshow

 

 

Tiago Abravanel e Fernando Poli celebram casamento com cerimônia luxuosa em SP

Tiago Abravanel, de 34 anos, e Fernando Poli, de 37, celebraram na véspera de feriado (11), os votos do casamento. A festa ocorreu na Casa Petra, em Moema, e contou com a presença de amigos e familiares para a celebração do amor do casal. 

Thiago e Fernando oficializaram a união em um cartório no dia 1º de outubro e realizaram uma cerimônia intimista, que contou com amigos e familiares mais próximos, na cobertura do casal, na cidade de São Paulo. Entre os padrinhos famosos, estão Helen Ganzarolli, Aline Wirley e Igor Rickli, Thiaguinho e Ingrid Guimarães. Apaixonado por flores e jardinagem, Fernando Poli cuidou de detalhes dos arranjos, flores e ornamentos. “O mais bonito foi feito pelo Ti”, disse ele, contando que Tiago Abravanel preparou um dos arranjos da mesa.

Na cerimônia luxuosa de casamento, os padrinhos entraram ao som de ‘Muito Obrigado Axé’ de Ivete Sangalo, performada pela banda ao vivo. Já os noivos, foram com suas mães até o altar, ao som de Você, do cantor falecido Tim Maia. O artista Thiago, já interpretou Tim Maia no musical ‘Tim Maia – Vale tudo’ por Nelson Motta.

Ao som da música Oração, d’A Banda Mais Bonita da Cidade, sobrinhos e afilhados de Tiago e Fernando foram até eles para entregar as alianças, flores e para cumprimentar os noivos.

Na hora dos votos, o casal se comoveu e também emocionaram os convidados. “Da janela da nossa casa eu grito: ‘eu amo, eu sou amado, eu tenho um marido maravilhoso!’. E descobri que o amor faz a gente querer ser melhor pro outro. E eu quero ser melhor pra você. Ninguém vai poder querer nos dizer como amar. Quero que você olhe pra todas as pessoas que vieram. Elas vieram pra celebrar nosso amor. Vieram pra celebrar tudo que construímos até agora e tudo que ainda vamos construir juntos. Elas estão aqui pra abençoar nossa união”, disse o noivo Fernando em um trecho de seus votos.


Fernando Poli lendo seus votos para Thiago Abravanel (Foto: Reprodução/Revista QUEM)

 


Nos votos de Tiago Abravanel, ele se emocionou e ainda conseguiu arrancar risadas dos convidados. “Liberdade, é sobre ela que quero falar hoje. É por ela que estamos aqui. Pra muitas pessoas, o casamento é um acordo baseado em limitações, em posse, mas a meu ver, nós definitivamente não temos perfis pra esses personagens. No nosso musical da vida, os protagonistas são bem diferentes (…)”, começou o ator, cantor e ex-BBB.

“Quando o urso Abrava conheceu o urso Poli não fazia ideia do quanto aprenderia com ele, o quanto ainda era limitado ao seu mundo de faz de conta. Você, meu amor, me prova diariamente que, melhor que sonhar, é realizar o sonho. Olhe à nossa volta. Olhe a nossa casa, o nosso sítio, as nossas ‘filhas’ [de quatro patas], a nossa família, olhe essa celebração! Muito mais do que o material, é o que essas realizações representam. Você se torna meu príncipe encantado quando acordo, sempre mais tarde que você, e a pasta de dente já está na escova”, completou ele. 


Fernando Poli e Thiago Abravanel comemorando a cerimônia emocionante (Foto: Reprodução/Revista QUEM)

 


Antes da celebração civil, o casal curtiu viagens separadamente no fim de agosto, para comemorar a despedida de solteiro. Tiago foi com as irmãs, Vivian e Lígia, para a Disney, em Orlando, nos Estados Unidos. Fernando escolheu as cidades de Buenos Aires e Mendoza, na Argentina, para curtir dias na companhia dos pais.

Foto Destaque: Thiago Abravanel e Fernando Poli trocando olhares durante cerimônia de casamento. /Reprodução: Revista QUEM

Enquanto OMS ainda não declara o fim da pandemia, é importante manter as medidas sanitárias da COVID-19

Apesar da flexibilização do uso de máscaras e da volta do comércio no Rio de Janeiro, o vírus permanece com seu potencial de infecção. Isso faz com que o Estado tenha  uma taxa de mortalidade e de incidência de casos de COVID-19 maior que a média nacional, mesmo não tendo a maior população ou número de casos das demais regiões, segundo o Painel Coronavírus, atualizado no dia 22 de setembro. O relatório, que reúne dados das secretarias estaduais de Saúde,  mostra que a Região Sudeste é uma das mais atingidas pela Covid-19 no país.

“Acredito que locais fechados associados a aglomeração deveriam continuar a indicação de uso para evitar a transmissão. Também pessoas que são de maior risco para hospitalização e óbito […] deveriam continuar utilizando máscaras, principalmente quando se expõem a locais de risco e de elevada transmissão”, afirmou o infectologista Julio Croda, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical.

Além disso, São Paulo e Minas Gerais são os estados mais populosos da Região Sudeste, ultrapassando o dobro da quantidade de habitantes do Rio de Janeiro. Os cariocas mantêm uma taxa de mortalidade e de incidência do vírus maior que os dois estados. 

Através de relatórios divulgados pelas secretarias estaduais de saúde, pode-se ter um panorama geral do Brasil de casos e óbitos. O país alcançou aproximadamente mais de 34 milhões de casos e também, cerca de 685 mil óbitos desde o primeiro contágio do vírus. Porém, é válido recordar que só a região sudeste, com a maior densidade demográfica, ultrapassou os 13 milhões de casos. 

Para impedir essa crescente de números de casos e óbitos, a vacina contra o vírus é a melhor saída. A partir da vacinação, é possível contrair o vírus de forma mais branda, diminuindo as chances de complicações durante a doença. “É necessário se vacinar com a dose de reforço, pois existe uma proteção adicional.”, reforçou Julio a importância dos cidadãos tomarem a dose de reforço da vacina. O especialista concluiu reforçando que é necessário seguir a recomendação do Ministério da Saúde, que não faz nenhum tipo de distinção em relação à infecção prévia, no que diz respeito à recomendação da dose de reforço. 


Medidas sanitárias contra a COVID-19 (Foto: Reprodução/Freepik

 


As pessoas que não possuem o esquema vacinal completo, oferecem um risco para si mesmo e para toda a sociedade. O risco individual é contrair a forma grave da doença, mas para a sociedade, é o risco do colapso do sistema de saúde. “Quando a gente tem uma variante mais transmissível e com muitas pessoas não vacinadas ou sem a dose de reforço, isso pode gerar uma demanda muito elevada para os serviços de saúde, serviços de emergência e internações hospitalares, principalmente leitos de terapia intensiva.”, declarou o infectologista. Além disso, finalizou explicando as consequências dessa sobrecarga nos postos de atendimento de saúde público: ”A população que tem outras doenças pode não conseguir ser atendida nos serviços de saúde justamente por causa desta demanda aumentada, associada a pessoas não vacinadas que procuram os serviços de saúde nos períodos epidêmicos sazonais.”

No entanto, mesmo a pandemia estando controlada atualmente, ainda é cedo para declarar o fim da pandemia. Depois da vacina, os casos e óbitos caíram muito, as taxas de transmissão permanecem abaixo de um, indicando que a propagação do vírus não está aumentando, e há meses não aparece uma nova variante perigosa como a Ômicron.

Segundo o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, a linha de chegada está próxima, mas a baixa cobertura vacinal em alguns países da África, a leve alta nos casos registrada na Europa, e a possibilidade de interrupção de vários programas da OMS para imunizantes e tratamentos quando o estado de emergência for finalizado são alguns dos motivos pelos quais a organização ainda resiste em decretar o fim. Enquanto o fim da pandemia não é decretado pela Organização Mundial de Saúde, o ideal é manter as medidas sanitárias, como álcool gel, máscara e vacinação em dia.

Foto Destaque: Pessoa com sintomas da COVID-19. Reprodução/Freepik