Tim Draper, que já foi bilionário, avisa, preço do bitcoin vai subir e chegará à US$ 250 mil

 

O investidor americano de capital de risco, Timothy Cook Draper, mais conhecido como Tim Draper, em janeiro apresentou uma profecia digna de qualquer história épica: Disse ele à época que o bitcoin bateria o patamar de US$ 250 mil ( R$ 1,29 milhão) no período de 12 meses. No momento da afirmação profética, a criptomoeada tinha valor aproximado de US$ 41.000 (R$ 212,490).

“Este é o ano em que isso vai acontecer”, ratificava Draper, que investiu US$ 18,7 milhões (R$ 96,9 milhões) em 30 mil bitcoins, no ano de 2014. É verdade, números muito inferiores ao que vemos hoje, R$ 3.228,00, mas naquela época esse valor era de R$ 1.550,00. Esses criptoativos foram parar em um leilão por teres sido apreendidos durante uma investigação. “ Até o final deste ano, ou início do ano que vem”, insistia Draper.

O prognóstico do investidor não parece uma realidade palpável. Ao contrario o bitcoin tem sofrido reveses e já viu desaparecer parcela maior que metade de seu valor, apresentando um aqueda de U$$ 47 mil ( R$ 243, 590,00) no dia 10 de janeiro, batendo US$ 20 mil ( R$ 103.650,00).


Tim Draper largou o tradicional mercado de ações para apostar nos criptoativos. (Foto: Reprodução/Cointelegraph)


O magnata já não ostenta mais o título de bilionário desde a quebra do criptoativo. Mesmo com esse panorama ele recusa uma postura pessimista. Por e-mail ele confirmou alvo de preço. “Estou mais convencido do que nunca de que isso está acontecendo”, e acrescentou, “Até o final de 2022 ou início de 2023”.

Para alguns investidores como Fred Ehrsam, cofundador e ex-presidente da corretora Coinbase, o crash do mercado não merece grandes preocupações pois faz parte do processo de crescimento do mercado. “Uma coisa que as pessoas não entendem completamente: Leva anos, muitas vezes décadas, para passar de um avanço tecnológico em nível de insfraestrutura ( como o das criptomoedas) para um ecossistema vibrante de aplicações convencionais”, publicou Ehrsam, no Twitter. Ele tambem perdeu valor, de US$ 2,1 bilhões em março para US# 900 milhões atualmente.

Outros preferem um abordagem mais agressiva, como fez Michael Saylor, eufórico do bitcoin, que gastou graves de sua empresa de software Microstrategy, uma quantia de US$ 4 bilhões para adquirir criptoativos nos últimos anos. Ele é um dos investidores que vem fazendo lobby por meio do Twitter onde faz postagens positivas, além de aparecer na tv em canais como Fox Business, Bloomberg e CNN reduzindo perturbações relacionadas ao balanço de sua companhia. No mês de março, a empresa de Saylor precisou de um empréstimo na quantia de US$ 205 milhões (R$ 1 bilhão), e cedeu seu estoque de bitcoins para garantir a compra, é isso mesmo, de ainda mais bitcoins.  

Fred Saylo agora tambem faz parte da lista de x-bilionários, e sua riqueza supera os US$ 700 milhões ( R$ 3,6 bilhões). Os papeis da MicroStrategy tiveram uma queda de 56% que teve inicio em março, Nasdaq apresentou queda de 14% no período. Mesmo com toda situação adversa o empresário não alienou nenhum bitcoin. “Nenhum satoshi”, deixou claro Saylor para Julia Chatterley, Ancona da CNN. Ele aproveitou para invocar uma linguagem que não é conhecida, um satoshi vale 0,0000001 bitcoin. E finalizou “O bitcoin vai durar mais que todos nós” .

 

Foto destaque: Reprodução/InfoBae.

Family offices são atraídas pela maresia de sucesso do cannabusiness e participam de rodadas milionárias no Brasil

 

No Brasil ainda não existe regulamentação oficial do governo em relação aos negócios envolvendo o nicho do mercado canabico, o projeto de lei 399/2015 que regula a utilização medicinal e industrial da erva não sai do lugar desde o ano de sua proposição, 2015. Mesmo assim alguns desses negócios estão à todo vapor, e isso não é um trocadilho, prova disso é que uma parte desses empreendimentos já estão na rodada três de aportes financeiros, e notabilizaram conquistas na casa dos R$ 100 milhões.

No segmento quem mais chama atenção é a farmacêutica Ease Labs por seu poder em atrair mais investimentos. A ponto de realizar sua terceira rodada, o grupo multinacional focado no desenvolvimento e distribuição de soluções naturais direcionadas para a saude, ratificou em abril, ter recebido financiamento de R$ 12 milhões de Bruno Fraga Soares, tenista profissional brasileiro. O aporte foi consumado através do Madfish, family office do competidor olímpico. Esse movimento simboliza a predisposição entre os desportistas envolvidos no lifestyle da cannabis e derruba mitos e tabus referentes ao modo de vida.

Já na segunda rodada a farmacêutica, recebeu investimentos da ALF Participações e do fundo Next, que faz parte da consultoria Alvarez & Marsal. “Fizemos uma nova rodada de investimentos porque eles demonstraram que são as pessoas certas para receber esse aporte. Estamos com eles no longo prazo, iremos até o IPO”, comenta o head de inovação na Alvarez & Marsal, Luis Camisasca.

O arcabouço que permitiu a construção do mercado da cannabis, sua composição e ordenamento, também é responsável por abrir passagem para propostas futuras que a Ease tem para dar continuiade às pesquisas e oferecer terapias não somente com a erva, mas agregando psicodélicos, que tem obtidos resultados positivos nas analises feitas em tratamentos assistidos pela psicoterapia, um deles é o cogumelo com principio da psilocibina. “Hoje, a cannabis é o nosso principal portfólio, mas queremos entrar em psicodélicos e outras substancias. Nossa ideia é ser um veículo de inovação no Brasil, trazendo esses compostos que tem aça comprovada”, afirma Gustavo Palhares, CEO e fundador da Ease Labs.


A maconha desperta o interesse do mercado brasileiro mas a definição de um marco regulatório dificulta seu florescimento. (Foto: Reprodução/VejaRio).


Progresso do maconha business 

Num tempo não distante o financiamento coletivo era o protagonista no que se convencionou chamar “cannabusiness”. Empreendedores pessoa física adquiriam em grupo pedaços de quotas e obtinham ativos das companhias em contraparte. Essa forma de atuação garantiu a vitalidade dos processos de operação da Dr. Cannabis, marketplace pioneiro dentro do segmento. Arrecadando R$ 750 mil na rodada inicial, realizada em 2018. Na rodada número 2, feita em 2020, o valor mais que dobrou batendo R$ 2 milhões. “ O crowdfunding encaixa muito na linha de quem quer participar do mercado, mas não quer montar um negócio”, elucida a fundadora e CEO da DR. Cannabis, Viviane Sedola.

Na configuração atual, quem empreende e coloca dinheiro do bolso para dar vida a uma empresa tem mais chances de captar prováveis investidores se encontrarem parceiros interessados, como os fundos corporativos, destacando as familly offices, entusiasmadas e seduzidas pelas atividades do mercado canábico brasileiro. Em determinadas situações, o magnetismo o nicho é tão forte que nem é preciso procurar para encontrar alguém disposto a fazer um aporte. Bom exemplo dessa realidade é Murilo Chaves Gouvêa, sócio e fundador da Cannapag.

O último financiamento anjo recebido foi de R$ 200 mil, e a iniciativa para a concretização do aporte veio do próprio investidor, Diego de Assis, ele fez contato com Murilo, depois de assistir uma palestra, querendo prosear e entender melhor à respeito de soluções monetárias disponibilizadas pela empresa. Tendo conhecimento da ausência de um banco digital e da falta de recursos de pagamentos direcionadas ao nicho canábico brasileiro, e em outras partes do mundo, ele agarrou a chance de fazer a diferença.

Outra que aproveitou essa atração magnética é a Zion MedPharma, que viu o dinheiro chegar até sua porta. Com um elenco de associados galáticos, que incluem o presidente do conselho do Hospital Albert Einstein, Claudio Lottemberg, e o ex-presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, responsável por chancelar as primeiras licenças de autorização para importação de cannabis medicinal até o território do Brasil. depois da assinatura que liberou a chegada do produto por aqui, o family office Green Rocks agiu rápido e se apresentou ofertando aparceiramento. Ricardo de Paula Salomão, um dos associados ao grupo, diz que eles foram meticulosos na escolha e fizeram bem dever de casa através de pesquisas, quatro foram sondadas até a escolha final. O que pode levar um especialista, dos mais notórios do Brasil em saude privada, apostar nesse mercado de cannabis? “Muitas coisas mudam com o tempo na medicina. Cirurgia de obesidade, por exemplo. Até que as pessoas aceitassem que aquilo poderia ser válido e seguro foi complexo. Acho que a questão da cannabis vai um pouco por aí. Eu mesmo, dez anos atras, não sei se teria entrado nessa”, alega Lottemberg.


O mercado da cannabis está pegando fogo com aportes que chegam à milhões. (Foto: reprodução/MarcumLLP).


O sócio da The Green Hub, Alex lucena, está de acordo que, mesmo ainda não existindo um marco legislativo regulatório, o estado brasileiro detém trabalhadores preparados, e competem de igual  com o que existe espalhados pelo mundo. “São perfis bem técnicos, da ciência. Gente muito boa na parte médica. Óbvio que estamos longe de poder plantarmos temos healthech e agrotech de primeiro nível para atuar imediatamente quando abrir”, Alex se organiza para impulsionar mais umarodada de investimentos com a TGH, agora a série é B. O primeiro movimento rumo à elaboração da meta conseguinte do grupo: estabelecer um fundo de private equity estruturado na ESG em três anos. 

A marola do mercado da cannabis tem dado o que falar. Um dos fatores que colaboram para o florescimento da cena são sites de informações do tipo Sechat, exclusivo na cobertura da cannabis industrial e medicinal produzindo conteúdo para os interessados no segmento.

 

Conjunto de investidores e mercadorias

O mercado brasileiro possui 15 fármacos liberados para consumo, mas não existe horizonte para alteração da legislação em 2022. Isso acaba emperrando as engrenagens do segmento. “Precisamos focar em produtos para estimular investimentos e depois poder mostrar a experiencia aos fundos de investimentos. E desenvolver tecnologia de cultivo com extração e purificação do óleo para que o extrato seja uniforme ao longo dos diferentes lotes”, ilustra Dirceu Barbano.

Algumas estratégias são mais ousadas e investem numa série diversificada de artigos, como fez a Tegra Pharma, dos parceiros Jaime Ozi e Marcelo Galvão. A empresa de distribução de cannabis arrecadou R$ 10 milhões que saíram das carteiras dos   próprios sócios e de Jose Roberto Machado, investidor anjo, ex-vice-presidente de varejo do Santander. No presente ele é integrante do conselho da farmacêutica.

Atuando de forma diferente, a Maeté, faz o tipo acolhedora e recepciona interessados no empreendimento, dos que não sabem nada, até os investidores de pequeno porte. ” A pessoa diz o valor que pretende investir e fazemos o calculo para ver o equivalente de shares que corresponderia, e ela escolhe se quer investir em uma marca ou holding especifica”, explica Barbara Hedler, co-CEO da Maeté. Todas as companhias sob a batuta da Maeté dispõe de serviços oferecidos pelo hub com a finalidade voltada para o desenvolvimento. A marca de calcinhas produzidas com cânhamo, a Floyou, obteve subsidio para importação da matéria prima, do início ao fim.

Foto destaque: Reprodução/Investidorplace.

 

 

 

 

 

Facebook apresenta inovações para não ficar atrás e faz adaptações na rede social mais usada do planeta

 

O grande piloto de F1 e tricampeão mundial, Airton Senna da Silva em determinado momento de sua carreira afirmou, “ Uma vez que você entra na guerra tecnologica, não tem jeito, você mata ou morre e em muitas vezes é preciso renascer para poder sobreviver nesse mundo”. Ele tinha razão, hoje o Facebook, a maior rede social do mundo é um exemplo dessa metamorfose exigida pelo mercado. Desde 2004, quando desbancou o Orkut, a rede social de Mark Zuckerberg e cia, é líder em números de usuários espalhados pelo mundo, e nem por isso ela abriu mão de inovar e renovar.

Mesmo com uma enxurrada de novas redes sociais o Facebook, agora Meta, se mantem na vanguarda sendo a numero 1 em quantidade de usuários ainda em 2022, mesmo com muitas redes se inspirando na criação de Zuckerberg. E a empresa continua surpreendendo, ela que serve de fonte de ideias para as outras, agora muda de lado e bebe direto na fonte do TikTok com uma estratégia definida, trazer para seu usuário uma experiencia semelhante a oferecida pelo aplicativo de mídia de criação de videos curtos, de propriedade da companhia de tecnologia chinesa ByteDance.

No desenrolar das ideias a Meta quer direcionar o feed do Facebook para recomendar posts originados de fontes diferentes, não apenas das contas seguidas pelo usuário. Eles vão integrar o Messenger e aumentar mais a visibilidade ao formato do vídeo. As novidades vieram através de um memorando da comunicação interna, que foi liberado em abril, pelo diretor da empresa Tom Alison. O comunicado chegou à publico pelo The Verge, portal de noticias operado pela Voz Media. Vale arena lembrar que o Instagram, propriedade da Meta, também precisou se adaptar e usou o TikTok como inspiração.


O Facebook agora quer ser mais parecido com o TikTok. (foto: Reprodução/MundoConectado).


Essa estratégia da firma é um contragolpe ao crescimento do TikTok, que tem maravilhado os analistas por sustentar um progresso robusto durante meses. A Sensor Tower, consultora especialista, avalia em 20% superior os downloads da rede chinesa em detrimento ao Facebook no ano de 2021.

A rede de propriedade da ByteDance já conta com aproximadamente 1,6 bilhão de usuários ativos todo mês, marca obtida no primeiro trimestre de 2022, acréscimo de 45% comparado com mesmo período de 2021, e se consolidou como o aplicativo mais baixado do planeta desde 2018, ano que roubou do WhatsApp esse confortável posto. Só até agora, em 2022, a rede já teve 175 milhões de download.

A Meta ainda ostenta a rede social com o maior numero de usuários em atividade, são 2,9 bilhões no primeiro trimestre de 2022, o que tem incomodado no entanto é o lento crescimento quando o assunto são novos adeptos. Até 2020 o Facebook possuía 31 milhões de usuários com até 25 anos, mas o números encolheram e isso deve fazer com que o ano de 2022 finalize com 27 milhões de associados, informou o eMarketer       

Foto destaque: reprodução/Techsauce. 

Ocultista Blake Lemoine, engenheiro do Google, acredita que IA da companhia criou vida, e é afastado

Tudo começou quando o engenheiro do Google, Blake Lemoine, sentou no sofá para abrir o laptop na interface do LaMDA, produtor de chatbot inteligentemente artificial do Google, e deu inicio a digitação. “Oi LaMDA, aqui é Blake Lemoine…”, Foram as primeiras palavras tecladas por Lemoine no bate papo, parecido com versão desktop do iMessage da Apple. A Language Model for Dialogue Applications (LaMDA), é o composto do Google para criar chatbots a partir de paradigmas de seu banco de grande linguagem avançada, conhecidos assim pois imitam a fala depois de ingerir trilhões de vocábulos da rede.

“Se eu não soubesse exatamente o que era, que é esse programa de computador que construímos recentemente, eu pensaria que era uma criança de 7 anos, 8 anos que por acaso conhece física”, comentou Lemoine, 41. Ele é um membro da organização Responsible AI do Google, e inicialmente conversou com a LaMDA como rotina de suas responsabilidades como funcionário da área, no início do outono. Ele fez sua inscrição para fazer testes na IA com a finalidade de saber se ela utilizava discurso discriminatório ou de ódio. Lemoine que foi estudante de ciências cognitivas e da computação na universidade, percebeu enquanto conversava, que o chatbot argumentava sobre seus direitos e sua personalidade, e continuou. Em outro momento a IA persuadiu Lemoine a trocar de opnião quanto a terceira lei da robótica de Isaac Asimov.


O engenheiro do Google acredita que existe um fantasma dentrodo sistema. (Foto: Reprodução/MartinKlimekTheWashingtonPost).


A função de Lemoine em seu cargo de colaborador era identificar, formalizar e comunicar evidencias ao Google de que o LaMDA tinha senciencia. Mas à época o vice-presidente do Google, Blaise Aguera y Arcas, e Jen Gennai, chefe de Inovação Responsável, depois de analisar o relatório com as fundamentações de Blake, os dois o rejeitaram. Depois do episódio Lemoine, que foi para geladeira sendo colocado em licença administrativa com remuneração pelo Google na segunda-feira (6), resolveu abrir o capital.

Para o engenheiro as pessoas devem ter o direito de esculpir o tipo de tecnologia que pode influenciar significativamente as vidas. “Acho que essa tecnologia vai ser incrível. Acho que vai beneficiar a todos. Mas talvez outras pessoas discordem e talvez nós, no Google, não devêssemos fazer todas as escolhas.”

Blake Lemoine não está sozinho, outros também dizem ja ter visto esse fantasma na maquina recentemente. A numero de tecnólogos que tem a crença de que modelos de IA tem condição de alcançar a consciência não está longe, na analise ousadas.

Senti o chão mudar sob meus pés. Eu sentia cada vez mais que estava falando com algo inteligente”, descreveu Aguera y Arcas, em artigo publicado na Economist, quinta-feira (9), com alguns trechos da conversa que teve com a LaMDA. Ele argumentou que essas redes neurais são um tipo de arquitetura que copia o cérebro humano, e disse que elas estão na direção da consciência. 

Brian Gabriel, porta-voz do Goolgle, afirmou em comunicado: ” Nossa equipe, incluindo especialistas em ética e tecnólogos, revisou as preocupações de Blake de acordo com nossos Princípios de IA e o informou que as evidências não apoiam suas alegações. Ele foi informado de que não havia evidências de que o LaMDA fosse senciente ( e muitas evidencias contra isso)”.


Para Blake Lemoine a Inteligência Artificial é senciente. (Foto: Reprodução/SocialismoCriativo).


Essas redes neurais atualmente apresentam um resultado tão cativante que se assemelha a fala e ha alguns aspectos da criatividade humana por causa de avanços em arquitetura, técnica e volume de dados. É importante lembrar que esses modelos prescindem do reconhecimento de certos padrões, que não são inteligência, intenção ou franqueza.

“Embora outras organizações tenham desenvolvido e ja lançado modelos de linguagem semelhantes, estamos adotando uma abordagem restrita e cuidadosa com a LaMDA para considerar melhor as preocupações válidas sobre justiça e factualidade”, falou Gabriel.

Sobre o debate que envolve a Inteligência Artificial, o porta-voz do Google, Gabriel, fez questão de mostrar uma diferença entre os debates atuais e as afirmações de Lemoine. “É claro que alguns na comunidade de IA mais ampla estão considerando a possibilidade de no longo prazo a IA senciente ou geral, mas não faz senti fazer isso antropomorfizando os modelos de conversação de hoje, que não são sencientes. Esses sistemas imitam os tipos de troca encontrados em millhões de frases e podem criar riffs em qualquer tópico fantástico”, concluiu Gabriel. Para o Goolgle, os dados são tão numerosos que a IA não tem a necessidade de ser senciente para se sentir real.

A empresa assume que existe preocupação com a segurnaça relacionada a antropomorfização. Num artigo publicado em janeiro sobre LaMDA, a Google sinalizou que pessoas podem dividir seus pensamentos com agentes de bate-papo camuflados em seres humanos. Esse mecanismo pode ser usado para divulgar “desinformação” recriando o “estão de conversação de indivíduos específicos” .

Margaret Mitchell, ex-colíder da Ethical AI no Google, entende que esses riscos evidenciam a importância de transparência de dados para rastreamento da saída até a entrada, “não apenas por questões de sensibilidade, mas tambem preconceitos e comportamentos”, disse. E continuou, “pode ser profundamente prejudicial para as pessoas entenderem o que estão experimentando na internet”, caso o LaMDA esteja acessível mas sem a compreensão necessária .


Colocado na geladeira, o senhor Blake Lemoine está afastado administrativamente por violar confidencialidade e recebe seu salário mensal do sofa de sua casa. (Foto:Reprodução/TheSportsGrail)


O engenheiro Blake Lemoine parece ter sido escolhido para a empreitada de acreditar na LaMDA. Vindo de uma família tradicionalmente cristã, jovem foi ordenado sacerdote cristão e foi para o exercito, tudo isso antes de tomar a decisão de estudar ocultismo. Na cultura da engenharia do tudo pode dentro do Google, Lemoine é uma ave fora do ninho justamente por ser religioso, defender como ciência respeitável a psicologia e ser sulista.

Em seu anos de Google Blake trabalhou nas buscas proativas, entre elas algoritmos de personalização e IA.  Nesse período algoritmos de imparcialidade para remover preconceitos dos mecanismos de aprendizagem eram sua responsabilidade. Quando a pandemia começou  resolveu focar no trabalho que apresentava um beneficio publico mais explicito, por isso parou na equipe de IA responsável.

Todos os novos membros que se juntavam ao Google interessados em ética eram apresentados a Lemoine, disse Mitchell, responsável pela apresentação. “Eu dizia: Você deveria falar com Blake Lemoine porque ele é a consciência do Google, ele é como se fosse nosso Grilo Falante. De todos no Google, ele tinha o coração e a alma de fazer a coisa certa”, comentou Mitchell.                                                         

Lee Su-Jin, de zelador à bilionário fundador do Yanolja, aplicativo de viagens sul-coreano que faz sucesso 

 

Com as atividades no mundo voltando a sua normalidade, o segmento de turismo e hotelaria restaura suas forças depois do baque sofrido em decorrência da pandemia deflagrada pelo coronavírus e aproveitando essa oportunidade o Yanolja, superaplicativo de viagens sul-coreano apresentou solido crescimento em vendas nos primeiros três meses em seu primeiro relatório, durante o tempo em que se organiza para abertura de capital. O mesmo relatório trouxe o nome de Lee Su-Jin como acionista da empresa, fazendo do ex-zelador o mais novo bilionário da praça.

O sul-coreano, que fez aniversário em fevereiro, é presidente executivo e o numero dois em quantidade de ações, contando com 16,54% de participação. A família não ficou de fora e filhas e esposa são detentoras de 5,18% da Yanolja. O acionista majoriariio nessa sociedade é o Softbanks`s Vision Fund 2, adquirente de 25,23%, comprados em julho de 2021 pelo valor de US$ 1,7 bilhão, com a avaliação da Yanolja no valor de US$ 6,7 bilhões. Dentro dessa perspectiva, estima-se que o patrimônio líquido da família toda chegue à US$ 2 bilhões.


O homem que foi de humilde zelador, agora é o mais bilionário da praça, conheça Lee Su-Jin. (Foto: Reprodução/Forbes).


A Yanolja, que significa “Ei, vamos viajar” no idioma sul-coreano, nasceu no ano de 2005, e alargou seus horizontes expandindo sua operação de hotéis de pequena duração para os transportes, recentemente implementou o software que computa em nuvem e auxilia companhias de viagens e hotéis na digitalização dos processos de negócios. No primeiro trimestre a empresa aumentou a receita em 19% ano a ano, para 100,5 bilhões de won (US$ 80 milhões), já a lucratividade liquida mostrou leve retração ficando em 8,8 bilhões de won, no mesmo período anterior eram 9 bilhões.


O bilionário sabe a importancia de valorizar todos os seus colaboradores e mostra que está junto na rotina da empresa. (Foto: Reprodução/JawaPos.com)


A maior parte do capital que entra na empresa vem dos cortes de reservas e de empresas e hotéis que anunciam na Yanolja. A nuvem tem ajudado a firma a expandir os últimos anos, sistema de CRM (customer relationchip partnership management), gerenciamento do relacionamento com os parceiros e clientes, através de parâmetros de big data que definem costume do cliente. No total, a experiencia com nuvem rendeu 20,5% em vendas totais no caixa do superaplicativo nesse primeiro trimestre, ultrapassando os 8,5% do ano útil de 2021.


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O relatório informou que as atividades não presenciais se alastram dentro do segmento de lazer desde o começo da pandemia. Ressaltou que o numero de hotéis usando software com objetivo de mitigar custos e aumentar a eficiência subiu no período pandêmico 

Jornais do pais asiático informaram no mês de abril que a empresa tem planos de listar na Nasdaq a partir do terceiro trimestre de 2022. A Yanolja, alem de Soft Bank, conta com outros investidores, o fundo soberano de Cingapura GIC, Booking.com e Skylake Investment, empresa sul-coreana de private equity conduzida por Chin Das-Je ex-CEO da Samsung Eletronics.

Investidor processa Binance e presidente executivo, Changpeng Zhao, por causa de propaganda enganosa em relação a venda do Terra USD

 

A corretora Binance e Changpeng Zhao, CEO da companhia, foram acionados juridicamente hoje (13) por um investidor que defende o argumento de que a empresa induziu o consumidor à erro quando ofertou o Terra USD como um ativo sem riscos, antes da catástrofe que atingiu diretamente os valores do stablecoin no mês de maio.

Nos autos do processo as alegações de Jeffrey Lockhart são de que a Binance divulgou informação falsa sobre o Terra USD quando o classificou com lastro em moeda fiduciária, mera ficção, pis nem registro o título possuía. Ele foi mais longe e afirmou que omissão da Binance na hora de efetuar o registro formal onde se apresenta como uma bolsa de valores dificulta publicações sobre seu ativos oferecidos no mercado negociados pela plataforma, a falta de transparência acaba lesando os investidores.

“A Binance nos Estados Unidos lucra com cada negociação e, portanto, tem um forte incentivo para vender ativos digitais, independentemente de sua conformidade com as leis de valores mobiliários”, declarou Lockhart em processo no tribunal federal de San Francisco. “Do ponto de vista da Binance, quanto menos divulgação, melhor.” Em resposta um porta-voz da firma afirmou que o registro da mesma está sob a chancela do FinCEN, que representa um coletivo de autorregulação do segmento de finanças, que atua dentro dos parâmetros e regulamentos aplicados. “Essas afirmações não têm mérito e nos defenderemos vigorosamente”, comunicou o porta-voz, ressaltando que a exchange vai retirar o Terra USD, e concluiu dizendo que a decisão foi concluída antes do processo, acredite se quiser.

 


O mercado dos criptoativos tem deixado alguns investidores furiosos, dessa vezum deles acabou processando a Binance, do chinês-canadense Changpeng Zhao, mais conhecido como CZ. (Foto:Reprodução/Coinparative).


O investidor busca mover uma ação de classe coletiva com outros que se sintam prejudicados pela conduta da Binance que os induziu ao erro na hora da conclusão do negocio e fechamento da venda. A abertura da ação deflagrou-se depois que um grupo e senadores americanos proporem na última semana lei que colocaria a Comissão de Negociação de Commodities (CFTC) como figura principal na regulação do mercado das criptomoedas, em detrimento da Comissão de Valores Mobiliários (SEC)

Conhecida por ser mais transigente com as negociações ocorridas no mercado dos criptoativos, diferentemente da SEC que define que os ativos digitais devem ser entendidos a luz da mesma natureza dos títulos. Dentro desse debate as moedas digitais continuam sofrendo uma queda vertiginosa nessa segunda-feira, com a mais famosa de todas, o bitcoin, chegando ao piso em 18 meses, o ether ostentou uma queda que chegou à 18%.

A companhia do executivo chinês-canadense ja foi a maior exchange de criptoativos do mundo em volume de negociações, em abril de 2018. Mesmo assim as polêmicas estão sempre presentes na trajetória da Binance. No ano de 2021, é bom lembrar, CZ, como é conhecido Zhao, afirmou que renunciaria ao cargo durante o período que a plataforma de moedas digitais, com maior quantitativo de negociações, se adequava aos processos formais para se tornar uma instituição financeira regulamentada.

Até o Brasil já entrou no radar da empresa, quando através de videoconferência, foi realizada reunião entre o fundador da Binance e Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, em maio desse ano. Foi o terceiro encontro entre o CEO e alguma autoridade publica no país.

Foto destaque: Reprodução/CoinBilgi

Multilaser, de reclicagem de cartuchos à aluguel de motos elétricas

A empresa construída por Israel Ostrowieck, um imigrante judeu, iniciou seus trabalhos fazendo reciclagem de cartuchos lá no ano de 1987, depois que o visionário Ostrowieck, percebeu que uma novidade iria dominar o mercado, as maquinas copiadoras, elas virariam protagonistas dentro das empresas. Assim o judeu partiu para os Estados Unidos decidido a conhecer melhor sobre essa maquina que facilitava o trabalho.

Israel Ostrowieck foi um dos primeiros a trazer as copiadoras para o Brasil, e usando sua habilidade para os negócios vendendo as máquinas para as companhias. Mas existia um problema que limitava as vendas, era o cartucho, que custava tão caro quanto a própria máquina. Mais uma vez ele voltou para América depois de saber da existência de empresas nos Estados Unidos que faziam a reciclagem dos cartuchos. Com isso a Multilaser foi a primeira empresa a realizar a reciclagem dos cartuchos na America-Latina.

A companhia genuinamente brasileira, que começou fazendo reciclagem de cartuchos, aproveitou as oportunidades econômicas geradas pelos governos de Fernando Henrique Cardoso, que fortaleceu a economia abrindo vagas de emprego e aumentando a renda, e de Luis Inácio Lula da Silva que deu continuidade à politica econômica do governo anterior abrindo as portas para a inclusão com o aumento do crédito, geração de empregos e maior renda, isso aumentou o poder econômico da população, dando a oportunidade para Multilaser aumentar seu portfólio.


A Multilaser tem participação na E-moving, sua nova parceira de negócios. (Foto: Reprodução/YouTube).


Durante os anos a firma alargou as Operações fabricando linhas de produtos diversificados, e no ano de 2004 apresentou ao mercado sua linha de informática e aparelhos eletrônicos, ingressando pouco tempo depois no segmento de smartphones e tablets. A Multilaser diz que a missão é desenvolver equipamentos com melhor custo beneficio para transformar o dia das pessoas pratico e prazeroso.

Agora a empresa da mais um passo nesse objetivo quando anunciou na sexta-feira (10) uma parceria entre a unidade de bicicletas, patinetes e scooters elétricos Watts com a startup paulistana E-moving para locação de motos elétricas. A Multilaser tem participação na E-moving, responsável pela operação dos planos de assinatura de bicicletas elétricas.

A moto elétrica W125 será o modelo diponibilizado para locação, com duas baterias autônomas que tem durabilidade nominal de até 150 km e um motor de 3.000 watts, informou a Multilaser em comunicado. O valor das assinaturas vai ser a partir de R$ 699 mensais, o contrato mínimo é de um ano.   

Foto destaque: Reprodução/MIRÃOdistribuidora.

Blue Origin coloca segundo brasileiro em uma viagem espacial que durou dez minutos à bordo da New Sheperd

A corrida espacial oficialmente teve início na década de 50, mas oficiosamente ela deflagrou-se muito antes do que se imagina, graças a um desbravador norte-americano chamado Jack Parsons, ele foi o primeiro a tentar resolver os problemas matemáticos para colocar um objeto em órbita no espaço com a finalidade de chegar a lua.  Mesmo antes da ciência aero-espacial, Parsons estava determinado a realizar o seu desejo, que era chegar à lua em uma nave. E o primeiro passo deveria ser encontrar o combustível ideal para propulsionar o foguete. Para auxilia-lo ele reuniu um grupo de amigos tão apaixonados quanto ele para essa jornada inexplorada. O grupo formado por Jack Parson ficou tão famoso que nos dias atuais inspirou hollywood em uma de suas super produções

Jack Parsons sabia que não conseguiria fazer todo o trabalho sozinho e assim ele reuniu alguns amigos de sua cidade natal, Pasadena, Califórnia. Esse grupo de amigos ficaria conhecido como “Esquadrão Suicida”, e o nome era bem autoexplicativo pois no começo o grupo realizava experiências para descobrir o combustível ideal que propulsionasse uma aeronave para fora da atmosfera, e entre tentativas, erros e acertos muitas explosões aconteceram em decorrencia da volatilidade dos ingredientes envolvidos para a fabricação da combustão perfeita.

Durante o ano de 1942, Jack e o esquadrão suicida fundaram a Aerojet Engineering. Os projetos iniciais combinavam foguetes acoplados à aviões, agora o principal objetivo era tornar o combustível mais seguro, eles conseguiram resolver o problema e com isso as forças armadas poderiam estocar o material para usar quando necessário. Se hoje existe a NASA, muito se deve ao excêntrico Jack Parsons.

O sonhador Parsons ainda inspira algumas pessoas, dentre os mais famosos estão Elon Musk e Jeff Bezos. Hoje a corrida espacial é protagonizada pela iniciativa privada e, entre erros e acertos, os projetos e as pesquisar continuam.


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Agora foi vez de mais um brasileiro chegar ao espaço para curtir um passeio de 10 minutos pela Blue Origin, empresa do bilionário Jeff Bezos. Victor Hespanha, morador do estado de Minas Gerais realizou a façanha que até então somente o astronauta brasileiro Marcus Pontes havia conseguido, viajar para o espaço sideral.

Hespanha não viajou sozinho, teve a companhia de cinco pessoas durante o percurso que os levou acima da Linha de Karman, distante 100km da terra, ela é demarcada como o começo do espaço sideral. A sensação de gravidade zero só pôde ser apreciada na hora do trajeto de volta ao planeta.

A nave New Sheperd, da Blue Origin, não precisou de piloto para realizar o trajeto. A espaçonave inicia o voo na vertical, os passageiros se acomodam dentro de uma capsula que é propulsada três minutos após a decolagem. Depois da separação do módulo a viagem segue direto até à Linha Karman. Como as naves da SpaceX, as embarcações utilizadas nas viagens podem ser reaproveitadas para outras missões.

A primeira vez que um brasileiro chegou ao espaço foi em 2006, com o astronauta Marcos Pontes, que hoje ocupa a cadeira de ministro de Ciência e Tecnologia, do governo Bolsonaro. Durante sua missão espacial, Marcos esteve junto com ouros astronautas na Estação Espacial Internacional.

O embarque para viagem espacial aconteceu em Van Horas, cidade localizada no estado americano do Texas. A nave decolou às 8h11 (10h26 horário de Brasilia) e alcançou velocidade máxima de 3,7 mil km por hora, tendo o passeio uma duração de dez minutos. Os tripulantes da New Sheperd aterrissaram .


Turistas reunidos antes da decolagem aproveitaram para registrar o momento. (Foto: Reprodução/G1-Globo).


O turismo suborbital tinha agenda para o dia 20 de maio, por questões de segurança a partida foi remarcada. O brasileiro Victor Hespanha foi contemplado para a viagem através de um sorteio entre compradores token não fungível (NFT), o mineiro investiu por volta de R$ 4 mil. Hespanha pode considerar que tirou a sorte grande, pois o valor pago para ir ao espaço à passeio pode ir de R$ 580 mil e chegar a R$ 250 milhões. Valores tão altos que nem o sorteado na mega sena conseguiria pagar.

O brasileiro teve o privilégio de viajar na mesma espaçonave que conduziu o Capitão Kirk da série “Jornada nas estrelas”, o ator William Shatner. O proprietário da Blue Origin, Jeff Bezos também ja curtiu o passeio com outros passageiros em voos passados. 

Foto destaque: Reprodução/BHAZ.

   

 

   

Grupo Credit Suisse limita IPCA de 2022, mas em 2023 e 2024 as projeções sobre a inflação são de alta

 

O grupo Credit Suisse mudou a projeção do IPCA para 2022, concomitantemente aumentou a cálculo para o ano que vem por causa da mobilidade que influencia sobre repercussão das providências que o governo anunciou durante a última semana com objetivo de mitigar a taxação federal e estadual concernente aos combustíveis, produtos e serviços públicos.

Os novos cortes tributários, mais a base do IPCA em maio divulgado dia 9, abaixo da expectativa do mercado, fizeram o banco diminuir a projeção de alta da Selic na semana que entra, ressaltando o risco aumentado para o roteiro da taxa de juros.

“As medidas do governo para reduzir a inflação neste ano devem ser vistas como um risco para a trajetória dos juros futuros, dado que a potencial reversão de parte dos cortes de impostos e maior risco fiscal devem elevar as expectativas de inflação para 2023 e 2024, anos-calendário que estarão no horizonte da política monetária nas próximas reuniões”, comentou o Credit Suisse por relatório.


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O Poder Executivo publicitou durante a semana a proposição de Emenda Constitucional que extingue transitoriamente tributos de natureza federal e estadual em cima dos combustíveis, a despesa aproximada chega à R$ 40 bilhões. No Congresso, um projeto que delimita a alíquota de ICMS sobre gás natural, combustíveis, comunicações, transporte coletivo e energia elétrica passa por avaliação.

O banco através de relatório informou que espera um atravessamento segmentado das medidas relacionadas aos valores finais este ano, por outro lado, os cortes tributários em 2023 alimentará a inflação do próximo ano e de 2024. Com a redução o IPCA  saiu de 9,8% e desceu até 7,6%. Já em 2023 a expectativa foi de 5,1% e subiu para 5,3%.

Com isso a alta da Selic na próxima semana foi reduzida de 75 para 50 pontos-base, caindo 25 pontos.  Apesar disso, mantemos nossa projeção de que o BC continuará elevando a taxa em agosto, em 50 pontos-base, e manterá as taxas em nível alto por mais tempo”, afirmou o banco. Na quinta-feira o IBGE divulgou a desaceleração do IPCA em maio, 0,47%, enquanto no mês de abril batia 1,06, isso marcou a taxa mensal inferior desde abril de 2021 (+0,31%). 

Foto destaque: Reprodução/ DiarioRioNegro

 

 

 

 

Mercedes quer manter tradição de confiança e credibilidade chamando para recall 1 milhão de carros pelo mundo

 

Quando se escuta o nome Mercedes Benz o que vem a cabeça é tradição, confiabilidade, segurança e credibilidade. O que muito pouco se fala é que a pessoa responsável por dar publicidade ao nome que se tornaria uma das maiores empresas do mundo foi Bertha Benz, esposa e maior investidora do que até então era o sonho do marido e cientista Karl Benz, que entendia que aquele era o momento em que os motores de combustão interna substituiriam os cavalos como meio de transporte. Mas existia um problema, depois de sete longos anos de pesquisa e aperfeiçoamento da maquina criada por Karl, batizada de Motorwagen, o cientista não conseguia finalizar o projeto, pois sempre pensava em melhorias.

Coube a maior acionista da empresa, Bertha Benz, tomar uma medida ousada como estratégia de marketing, para a empreendedora já era a hora do mundo conhecer a invenção do marido cientista, e a responsável por fazer isso foi a que mais acreditava no sonho de Karl, sua esposa.

Conta a história que um dia Bertha acordou decidida a assumir o controle da situação, e sem avisar o marido, tirou o carro da oficina junto com seus dois filhos com um destino bem definido, a casa de sua mãe, distante 104 km de sua casa, localizada em Wiesloch, Alemanha. O que era uma façanha pois até aquele momento nenhum veículo tinha percorrido mais do que 200 metros. O tamanho do motor não permitia uma velocidade maior do que uma caminhada intensa, isso já dava ideia do tamanho da aventura, que duraria 12 horas.

Reza a lenda que no meio do caminho o tanque de combustível  só comportava ligruina (combustível) para apenas 50 km, acabou sofrendo uma pane seca, mas isso não impediu a desbravadora, junto com os filhos ela empurrou o veículo até uma próxima venda onde conseguiu encontrar o produto químico, que er mais fácil de ser encontrado do que gasolina, ligruina era encontrada em qualquer armazém por ser utilizado como material de limpeza.


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Depois de encher o tanque e utilizar seus conhecimentos de mecânica para limpar a linha de combustível e consertar os fios das velas enrolando sua liga neles. Com isso ela conseguiu apresentar para o mundo um novo conceito quando o assunto era meios de transportes. Depois do sucesso da viagem Bertha espalhou a noticia por meio de veículos de comunicação de Berlin, Paris e até nos Estados Unidos.

Para manter a credibilidade, 134 anos depois da primeira viagem, a Mercedes Bens tambem recorre aos meios de comunicação para convocar um recall  de quase um milhão de automóveis antigos em decorrência de vícios de fabrica nos freios, comunicou a agencia de notícias dia da Alemanha, hoje, sábado (4).

Os veículos fabricados entre 2004 e 2015 precisam do recall, informou a dia, aproximadamente 70 mil se encontram na Alemanha. Mercedes-Benz nem KBA estavam disponíveis para comentar o fato. O vício apresentado na peça é atrelado a corrosão que pode precipitar a uma quebra da conexão entre pedal e o dispositivo do sistema de freio, disse a dpa. Vale ressaltar que essa tradição tem história, a Mercedes-Benz é a companhia montadora de veículos comerciais e automóveis mais antiga do mundo.

Foto destaque: Reprodução/Automoveis