Sobre Raniel Macêdo

Formado em Design Gráfico, mas com o coração sempre voltado para a escrita, busco me aventurar cada vez mais na área que tanto admiro. Encontrei na oportunidade como redator um caminho para crescer e me desenvolver profissionalmente, desbravando uma área vasta e, muitas vezes, subestimada. Posso não ter muito a dizer, mas tenho um universo inteiro para escrever.

“Ainda Estou Aqui”: Walter Salles declara surpresa com o desempenho da produção

Durante o evento Deadline Contenders, que aconteceu neste sábado (16), nos Estados Unidos, Walter Salles admitiu estar surpreso com o desempenho do longa-metragem brasileiro “Ainda Estou Aqui”, que já levou mais de meio milhão de pessoas aos cinemas brasileiros para conferir a obra nacional, lançada em 7 de novembro.

Em entrevista, o diretor comentou sobre a lotação dos cinemas e também pontuou o fato da produção ter se tornado a número um no fim de semana passado.

“A gente ficou um pouco chocado com isso, eu confesso, porque tinha um filme da Marvel na segunda posição”, contou Salles, referenciando “Venom: A Última Rodada”.


Selton Mello, Walter Salles e Fernanda Torres em editorial para a People Entertainment (Foto: reprodução/Instagram/@seltonmello)

Espaço político

Salles mencionou ainda o papel que a produção vem tomando no país, assumindo espaços culturais, sociológicos e políticos em sua abordagem realista e sem escamas no contexto político inserido.

“A gente não poderia antecipar isso, e isso me fez pensar agora que a literatura, o cinema e a música podem ser instrumentos incríveis contra o esquecimento.”

Mesmo com a suavidade apolítica, “Ainda Estou Aqui” se compromete com o modelo de controle apresentado na trama. Com aberturas muitas vezes não completamente inseridas no conflito ditatorial, ainda é transmitida toda a tensão espaçada pelo regime militar, entregando ao público uma abordagem maciça da situação.

O caráter politico da produção ainda foi alvo de uma falha tentativa de boicote promovida pela polarização partidária através das redes sociais.

Detalhes da trama

Com abordagem social e política, “Ainda Estou Aqui”, baseado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva, retrata a mudança caótica da família Paiva quando o ex-deputado Rubens Paiva (Selton Mello), cassado, preso e torturado, desaparece nas mãos do militares, deixando sua esposa, Eunice Paiva (Fernanda Torres), e seus filhos no escuro quanto ao seu paradeiro. No entanto, a opressão ao marido não foi de forma alguma suficiente para minguar sua luta, assumida por sua esposa, advogada, que milita pela causa e busca respostas sobre o destino do companheiro.

A produção está em exibição nos principais cinemas brasileiros e apenas nos primeiros dias atraiu mais de 300 mil pessoas, arrecadando cerca de R$ 8,6 milhões. O longa-metragem ainda é escolhido para representar o país no Oscar 2025.

D23 Brasil: confira as novidades do segundo dia de evento

Um dos eventos mais aguardados pelos fãs da cultura pop, chegou ao fim neste domingo (10), a D23 Expo. A exposição aconteceu no Transámerica Expo Center, em São Paulo. E para quem achou difícil acompanhar os três dias de evento, que reuniram as principais novidades do mundo Disney e todos os universos que o integram, o IN Magazine traz um resumo especial para te manter por dentro do segundo dia. 

Universo Marvel 

Dentro dos destaques da D23, quem carregou maior expectativa do público foi sem dúvida as novidades que integram o universo midiático da Marvel, entregando aos fãs as próximas produções.

  • Capitão América: Admirável Mundo Novo

Estrelado por Anthony Mackie, a continuação do legado do escudo que foi um símbolo de esperança agora se encontra nas mãos de Sam Wilson, o antigo Falcão. O longa é a próxima grande estreia do Marvel Cinematic Universe (MCU) e também um dos nomes mais importantes da nova fase do universo e teve seu trailer apresentado no evento, revelando um pouco dessa nova era também em um pôster inédito.


Trailer de “Capitão América: Admirável Mundo Novo” (Vídeo: reprodução/Instagram/@marvelbrasil)


  • Thunderbolts* propagam a anarquia heroica 

Com estreia marcada para maio de 2025, o time de heróis mais controversos do Universo Marvel também marcou presença no evento. Com David Harbour (Guardião Vermelho em “Viuva Negra”), foi revelado um novo trailer do longa, que propaga ainda mais caos e desordem com a junção da anarquia heroica a um proposito em comum entre os personagens: sobreviver mais um dia. 


Trailer de “Thunderbolts*” (Vídeo: reprodução/Instagram/@marvelbrasil)


Vale lembrar que o longa também já ganhou um pôster épico.

  • Quarteto Fantástico: Primeiros Passos  

A família mais famosa do universo dos quadrinhos Marvel agora caminha lentamente para as telonas. Após divulgar o elenco principal, agora foi a vez do primeiro trailer chegar ao público. A produção não foi divulgada online, a tornando exclusiva aos fãs que marcaram presença na exposição. 

  • Demolidor: Renascido 

Na lista das divulgações exclusivas aos fãs presentes, o longa-metragem do vigilante Demolidor também teve seu trailer exibido aos participantes do evento. Estrelado por Charlie Cox, já conhecidos pelos fãs do herói por integrar o elenco da série Netflix, “Demolidor: Renascido” tem data de estreia prevista para março de 2025. 

Destaque para as animações 

Não muito longe dos longa-metragens, as animações também ganharam espaço na D23 Expo. A série “What If…” teve seu primeiro pôster da sua terceira e última temporada revelado, com destaque para aos Eternos, Visão Branco e aos fãs dos portadores do Gene-X, a mutante Tempestade trouxe felicidade ao aparecer empunhando o Mjolnir, o lendário martelo do Thor. 

Outro destaque foi a prévia da segunda temporada de “X-Men ‘97” que, novamente, ficou em exclusividade aos presentes no evento. 

O universo do cabeça de teia também ganhou novidades com a exibição do trailer da nova produção Marvel Studios “Homem-Aranha: Amigão da Vizinhança”. O trailer ainda não foi lançado oficialmente, deixando os fãs do universo com a expectativa conservada. 

Longe do Universo Marvel, mas ainda no campo das animações, “Toy Story 5” trouxe felicidades aos fãs dos brinquedos mais famosos do mundo, que agora estreiam uma nova aventura enfrentando um possível inimigo um tanto quanto conhecido: a tropa de Buzz Lightyear. Durante o evento, o longa animado teve suas primeiras imagens exibidas. 


Tropa do Buzz Lightears, possíveis antagonistas da trama (Foto: reprodução/painel D23)

Universo Star Wars

Do universo Star Wars, “Andor” acompanha os passos do ladrão intergalático Cassian Andor em sua jornada como um rebelde. A produção também teve seu trailer exibido no evento para quem o acompanhou de pertinho, assim como a data de estreia da sua segunda temporada. “Mandalorian & Goru” também ganharam as mesmas atualizações. 

Avatar: Fogo e Cinzas

A D23 também trouxe novidades sobre terceiro filme da sequência dos humanoides azuis, revelando o título em português e também as primeiras imagens do longa-metragem, com a fotografia deslumbrante que já se tornou tradição na franquia. 


Primeiros vislumbres de “Avatar: Fogo e Cinzas” (Foto: reprodução/Instagram/@marvelbrasil)


A divulgação contou com a presença do cineasta James Cameron. “Avatar: Fogo e Cinzas” tem previsão de estreia para dezembro de 2025. 

“Missão: Impossível 8”: Tom Cruise e Paramount entram em impasse

De volta aos holofotes, a franquia de “Missão: Impossível” encontra-se diante de um verdeiro dilema entre o estúdio responsável pelo longa, a Paramount, e Tom Cruise, ator que deu vida a um dos maiores espiões de todos os tempos: Ethan Hunt. O protagonista da franquia agora se nega a encerrar sua história, entrando em divergência com o estúdio.

Conforme o veículo de notícias norte-americano The Hollywood Reporter, a Paramount deseja despertar o aumento no interesse do público comercializando “Missão: Impossível 8” como o último nome da franquia, que começou em 1996 e, desde então, segura uma audiência fiel entre os fãs de ação e espionagem. 

Impasse entre os grandes

No entanto, o que trouxe a franquia de volta ao reino dos comentários foi o grande impasse que se instaurou entre o rosto do protagonista, Tom Cruise, e a Paramount, uma vez que o estúdio visa encerrar a saga, mas Tom Cruise, por outro lado, não quer se despedir de seu personagem, Ethan Hunt. O apego de Cruise pelo personagem é tamanho que o ator afirmou desejar interpretá-lo até os 80 anos. 

“Harrison Ford [Indiana Jones] é uma lenda, tenho vinte anos para alcançá-lo”, contou em entrevista ao THR. “Espero continuar fazendo filmes até ter a idade dele.”

Mesmo com Tom Cruise se recusando a soltar o script, o elenco do oitavo filme não se manterá igual aos anteriores, uma vez que Rebecca Ferguson, que deu rosto a Ilsa desde “Missão: Impossível — Nação Secreta”, não irá retornar ao papel, levando alguns fãs da espiã controversa a lamentarem a ausência. 


Rebecca Ferguson como Ilsa, na icônica cena do vestido amarelo, uma das mais famosas do quinto filme da franquia (Foto: reprodução/Paramount)

Otimismo e grandes investimentos 

Mesmo com o dilema entre a produtora e o ator, a Paramount Pictures ainda se mantém otimista quando ao lançamento do longa-metragem, que recebeu um investimento de quase US$ 400 milhões na produção, principalmente em função dos adiamentos e problemas durante a pandemia. 

O estúdio ainda pretende levar o oitavo da franquia ao Festival de Cannes, que acontece na França, entre 13 e 24 de maio de 2025, enquanto a estreia nos Estados Unidos está prevista para 23 de maio, deixando nas entrelinhas o quanto a crítica do festival irá afetar o desempenho no debute do longa. 

O primeiro trailer de “Missão: Impossível 8” deve ir ao ar em 11 de novembro, revelando aos fãs o novo título e também parte do propósito de Ethan e seus companheiros.

Missão: Impossível 

No oitavo da franquia, Ethan Hunt irá finalizar sua missão contra A Entidade, inteligência artificial que ameaça o futuro da segurança mundial. Ao lado de Cruise, outros nomes já foram confirmados no elenco principal, entre eles Vanessa Kirby, que também integra um projeto Marvel. Além da loura, Hayley Atwell (Capitão América), Pom Klementieff (Guardiões da Galáxia), Esai Morales (Terror em Crescent City), Simon Pegg (Star Trek) e Ving Rhames (Pulp Fiction) também estão confirmados no elenco.  

Com participação de Dua Lipa e Zendaya, Cher é empossada no “Rock and Roll Hall of Fame”

Ao lado de Dua Lipa, a cantora Cher apresentou um dos maiores sucessos de sua carreira, a canção “Believe”, no palco do Hall da Fama do Rock and Roll. A performance, realizada neste sábado (19), marcou a cerimônia de posse de Cher, desafiando declarações polêmicas feitas há cerca de um ano.

A cerimônia, que destacou uma das grandes “icon girls” dos anos 90, foi conduzida por Dua Lipa, que iniciou o show com a famosa canção de 1998 e, em seguida, juntou-se a Cher para um poderoso dueto. Durante o evento, Cher foi empossada por Zendaya, que a elogiou em seu discurso.

“O nome [de Cher] é tão lendário quanto seu legado… Sua voz é tão singular que qualquer música que ela canta se torna uma música de Cher. Ela navegou por uma infinidade de gêneros musicais, definiu novos e reinventou outros.”

Já Cher contou um pouco de sua trajetória, agradeceu o apoio da mãe e ainda achou espaço para brincar, afirmando que “é mais fácil se divorciar de dois homens do que ser incluída no Hall da Fama do Rock and Roll”.


Dua Lipa e Cher performam a canção “Believe” (Foto;: reprodução/Instagram/@dualipa)

Ser empossado pelo Hall da fama do Rock and Roll é uma conquista importante para artistas do gênero musical, tornando o momento ainda mais especial, principalmente, quando se está esperando por ele há mais de 30 anos, como Cher. 

Para ocupar um espaço na cerimônia é necessário ser indicado por um comitê, receber mais de 50% dos votos em uma avaliação feita por mais de 500 especialistas no gênero musical e ter lançado o primeiro álbum há no mínimo 25 anos.

Vida após o amor 

Para muitos, Cher havia enterrado suas chances de estrelar no palco do Hall da Fama do Rock and Roll em 2023, quando em uma entrevista para Kelly Clarkson, a artista entregou declarações arriscadas sobre sua duradoura exclusão do evento. 

 “Eu não estaria nisso agora nem se eles me dessem um milhão de dólares”, começou a artista, evidenciando a pessoalidade que levava o fato de ainda não ter seu nome integrado ao show. Cher continuou, afirmando não estar brincando e que eles poderiam ir “você-sabe-o-quê”

Ouvir a cantora protagonizando o famoso refrão “você acredita na vida após o amor?” no palco do Hall da Fama do Rock and Roll significou o que poderia ser classificado como o fim dos ressentimentos e um divisor de águas no estreitamento das relações entre a artista e o evento. 

Semana de muitas emoções 

Além de seu empossamento no hall do rock, Cher também foi um dos maiores destaque do “comeback” do Victoria’s Secret Fashion Show, o popular oásis das “angels” levou a artista ao palco do retorno após cinco anos de pausa em função de críticas por polêmicas nos bastidores e falta de inclusão no elenco de modelos.

Enquanto nomes como Bella e Gigi Hadid desfilavam, a cantora soltava a voz ao som de clássicos como “Strong Enough” e “Believe”, completando a passarela das modelos que exibiam look em vermelho.

A participação de Cher foi amplamente elogiada, principalmente pela potência vocal da artista aos 78 anos, levando o público a ovacioná-la, a transformando em um dos maiores sucessos da noite, ultrapassando até mesmo a abertura de Gigi Hadid e suas desequilibradas asas. Além de Cher, nomes como a coreana Lisa, do Blackpink e a dona do hit “Water”, Tyla, também se apresentaram. 

“Ainda Estou Aqui” é premiado pelo Festival Internacional de Vancouver

A produção nacional “Ainda Estou Aqui”, estrelada por Fernanda Torres e Selton Mello, acaba de conquistar mais um prêmio em sua trajetória pelos festivais de cinema mundiais, agora alcançando o prestígio do VIFF Audience Award, concedido pelo Festival Internacional de Vancouver, no Canadá. 


Produção brasileira é premiada com o VIFF Audience Award (reprodução/Instagram/@viffest)

A notícia foi publicada nas redes sociais do festival na sexta-feira passada (11), estampando a capa do carrossel. Ao todo, mais de 41 mil votos populares foram contabilizados ao longo das sessões exibidas neste ano, premiando os favoritos do público, que inclui o drama nacional dirigido por Walter Salles. 

Pelo mundo 

Drama baseado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva, já debutou mundo afora pelos festivais internacionais, como o de Veneza, onde a produção recebeu a aclamação do público, tendo sido eleito a melhor exibição do festival pela crítica internacional e seu roteiro também foi premiado.


Elenco de “Ainda Estou Aqui” no 81º Festival de Veneza (reprodução/Instagram/@sonypicturesbr)

O novo “garoto dourado” do cinema brasileiro também foi apresentado no Festival Internacional de Toronto e na Mostra de Cinema Internacional de São Paulo, aclamado por ambos os públicos.

O longa-metragem ainda é o responsável por colocar o Brasil nos trilhos do Oscar 2025, onde concorrerá na categoria de “Melhor Filme Internacional”, passando na frente de outras produções internacionais, como “Motel Destino”. 

Entusiasmo nacional 

“Ainda Estou Aqui” também se tornou combustível para o entusiasmo nacional quando se trata de acompanhar a sétima arte produzida no Brasil, característica que caminhava lentamente entre o público do próprio país, deixando nossas produções a margem do esquecimento. 

A direção de Walter Salles recobrou a animação dos brasileiros para acompanhar o que é interno, levando o filme a ser amplamente comentado pelos internautas, assim como a se tornar aguardado nos cinemas.  

Mais detalhes

Com roteiro de Murilo Hauser e Heitor Lorega, “Ainda Estou Aqui” teve seu trailer divulgado no começo de outubro, quase um mês depois de seu premiado debute no Festival de Veneza, antes disso, tudo o que o público tinha acesso eram as imagens oficiais compartilhadas pela Sony Pictures Brasil, onde era possível ter um pequeno vislumbre de Fernanda Torres como Eunice Paiva, Selton Mello como Rubens e também da gigante Fernanda Montenegro na versão mais velha do mesmo papel de sua filha, Eunice.


Trailer de “Ainda Estou Aqui” (reprodução/YouTube/Sony Pictures Brasil)

“Ainda Estou Aqui” é baseado no drama do escrito brasileiro Marcelo Rubens Paiva, onde ele relata os desafios percorridos por sua mãe quando seu o marido desapareceu em meio a Ditadura Militar no Brasil, deixando Eunice no escuro do paradeiro do pai de seus filhos enquanto vivenciava as incertezas de um período obscuro e completamente omisso de justiça. 

O longa chega aos cinemas brasileiros em 7 de novembro. 

Zack Snyder deseja Adam Driver em nova produção sobre universo do UFC

O site Omelete compartilhou no último sábado (05) detalhes sobre uma nova produção cinematográfica que conta com Zack Snyder na cadeira de direção, este que inclusive manifestou interesse em integrar o ator Adam Driver no elenco do longa.

As informações são do portal de notícias World of Reel, que aponta que a nova trama será ambientada no universo das lutas UFC e terá roteiro escrito por Zach Baylin, cineasta já a vontade no universo dos esportes e conhecido por projetos como “Creed III” e também “King Richards: Criando Campeãs”. O portal ainda negou que o longa será produzido pela Netflix. 


Diretor Zack Snyder (Foto: Reprodução/John Nacion/Getty Images embed)


Detalhes em aberto

Mesmo com poucas informações, alguns detalhes já foram divulgados de forma extraoficial, como a possível contratação de Adam Driver para o papel principal do longa-metragem. Entretanto, alguns detalhes para o firmamento ainda permanecem em aberto, como a discussão de termos oficiais e também qual estúdio estará por trás da produção, uma vez que, segundo as informações do WoR, não será do catálogo de streaming Netflix 

Ainda nas informações extraoficiais, a produção teria envolvimento direto de Dana White, atual presidente do UFC e teria terminado recentemente o processo de escolhas dos locais que a trama passaria: Arábia Saudita e Las Vegas. 

Adam Driver 

Aos 40 anos, Adam Driver é um ator norte-americano que consolidou seu lugar nos telões ao assumir o papel de Kylo Ren, na trama de “Star Wars: O Despertar da Força” e repeti-lo por outras duas produções da mesma saga. 

Driver também chamou a atenção do público com sua requintada atuação em “Casa Gucci”, onde ao lado de Lady Gaga, interpretou Maurizio Gucci e destrinchou, através da trama a árdua, a separação de Maurizio e Patrizia Reggiani (Lady Gaga). 


Trailer do filme “Casa Gucci” (Vídeo: Reprodução/YouTube/Universal Pictures Brasil)


Dentro da filmografia de Driver é impossível não citar “Histórias de um Casamento”, produção que dividiu com Scarlett Johansson e entregou ao público uma autentica atuação enquanto explorava a desapaixonante história do casal Charlie (Adam Driver) e Nicole Barber (Scarlett Johansson), deixando o telespectador no camarote de uma relação falida. 


Scarlett Johansson e Adam Driver no filme “Histórias de um Casamento” (2019) (Foto: Reprodução/Instagram/@marriagestory)

O público agora fica no aguardo de mais detalhes quanto a integração de Driver ao elenco da nova produção de Zack Snyder. Mesmo que os detalhes divulgados sejam tratados como apenas um rumor e a agenda de Adam tenha espaço suficiente para assumir o papel, ainda sobra a dúvida sobre o ator aceitar ou não a proposta do diretor de “Liga da Justiça”. 

Patrick Stewart retornará como Professor X

O site Omelete compartilhou, neste sábado (28), informações do insider MTTSH. Conforme a informação privilegiada, Charles Xavier, o Professor X, marcará seu retorno ao Universo Marvel. As informações foram compartilhadas pelo insider no antigo Twitter, atual X, e revelam que Patrick Stewart estará de volta ao papel que carregou por quase 14 anos no universo Fox. 

Com base no que foi divulgado pelo informante, o mentor dos X-Men, aparecerá em “Vingadores: Doomsday”, que está marcado para estrear em maio de 2026 e “Vingadores: Guerras Secretas”, com data marcada para maio de 2027.

Retorno de grandes nomes 

Além de Patrick Stewart, os novos filmes do Universo Cinematográfico Marvel também marcará o retorno de Robert Downey Jr., anteriormente conhecido como Tony Stark, um dos heróis mais famosos integrante dos Vingadores, agora recapitula sua participação na editora como o antagonista Victor Von Doom, o Doutor Destino. 


Robert Downey Jr. é revelado como Victor Von Doom na Comic Con (reprodução/Instagram/@marvelstudios)

Longe das telas e mais perto dos bastidores, agora a cadeira da direção também traz um nome já conhecido pelos “marvetes” — nome popular para os fãs do Universo Marvel: Joe e Anthony, os Irmãos Russos, famosos por dirigir sucessos do MCU, como “Capitão América 2: O Soldado Inverna” (2014), “Capitão América: Guerra Civil” (2016), “Vingadores: Guerra Infinita” (2018) e o estouro de bilheteria “Vingadores: Ultimato” (2019). 

Outra participação de Stewart

O grande intérprete de Charles Xavier nas telas já teve seu retorno comemorado em uma produção anterior, o filme “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”, onde Patrick interpretou Xavier em um universo alternativo, enfrentando a Feiticeira Escarlate, Wanda Maximoff, na busca pelos filhos. 

No longa, Charles Xavier, um renomado telepata, enfrentou Wanda em um embate psíquico, perdendo para a detentora do caos e deixando os fãs decepcionados pelo potencial do personagem não ter sido explorado, o deixando abaixo de Wanda no seu próprio campo de habilidades. 


Wanda derrota Charles Xavier no plano psíquico (reprodução/Disney)

O novo retorno de Xavier também significa uma oportunidade de reaver as abordagens ao mentor dos mutantes e quem sabe deixar os fãs satisfeitos com o desenrolar da trama. 

Rock in Rio 2024: Palco Mundo recebe grandes nomes do rock brasileiro e resgata as origens

Na noite deste sábado (22), a Cidade do Rock entregou aos fãs do rock nacional o “Pra Sempre Rock”, uma coletânea de shows com os grandes nomes nacionais do rock and roll. Com as apresentações de Pitty, Capital Inicial, Detonautas, Nx Zero, Rogério Flausino e Toni Garrido. O evento promete reviver os tempos dourados do Rock in Rio com os grandes nomes do rock and roll brasileiro. 

Capital Inicial 

Falando em grandes nomes, a abertura dos gigantes do rock ficou a cargo da banda Capital Inicial, que iniciou com a clássica canção sobre a adolescente rebelde que deixa a casa dos pais, a intitulada “Natasha”. Não decepcionando ninguém, o grupo seguiu com “Primeiros Erros”, deixando o público bem a vontade para reviver uma canção que já acompanhou muitos jovens no retorno da escola. 


Dino Ouro Preto no Rock in Rio 2024 (Foto: reprodução/Multishow)

Mesmo com a confusão significativa nos horários e o atraso de horas — afinal, o mundo dos roqueiros estava previsto para começar por volta de 00h, mas iniciou às 2h —, o público parecia disposto a engajar o show dos donos do hit sobre os erros pretéritos. Havia energia de sobra para cada um cantar “A sua Maneira”, da única maneira possível: aos gritos, pulos e com o coração. 

Tornando o momento ainda mais significativo, Dinho Ouro Preto, vocalista da banda, abraçou o público — em tom literal — quando se entregou ao mar de pessoas cantando com mais proximidade uma música tão marcante aos fãs do rock nacional. 

Toni Garrido 

Com abertura do Capital Inicial, Toni Garrido assumiu a noite do rock. Com energia contagiante, Garrido já tomou o palco com um pedido: todos pulando, ele queria o público pulando enquanto cantava “Onde Você Mora?”. 

Em seguida, o cantor, que foi vocalista da banda Cidade Negra, tocou ao público “A sombra da Maldade”. Prosseguindo com a canção “A Estrada”. 

É perceptível que a energia do público, que começou contagiada pelo Capital Inicial, foi se perdendo gradualmente. Em hipótese pelo estilo musical ou talvez pelo horário, mas era evidente que Garrido estava com certa dificuldade para energizar o público e mante-los na atmosfera de seu show. 

Terceirizando um sucesso Nando Reis, popularizado em dueto entre o ruivo e Marisa Montes, Toni Garrido se movimentou pelas extremidades do Palco Mundo, levando ao público um gostinho do romance Marisa e Nando, nos anos 90. 

Pitty 

Com a intimidade de quem se sente a vontade, a roqueira Pitty foi o terceiro nome a subir no palco, encontrando todo o carinho dos fãs e os levando a loucura quando a cantora equalizou com “Equalize”. Dedicado em acompanhar a artista, os fãs pareciam uniformes com Pitty, hipnotizados na canção enquanto acompanhavam a letra.  


Pitty canta “Equalize” (Vídeo: reprodução/Instagram/@rockinrio)


Com uma escolha quase em storytelling, a baiana entregou “Na sua estante”, um clássico de sua trajetória musical e um dos grandes sucessos dos anos 2000, e permanece na memória dos fãs até os dias atuais. 

“São 40 anos de Rock in Rio e eu lembro dessa menina lá na Bahia vendo isso pequena, numa TV que nem pegava direito e imaginando um lugar onde as pessoas pudessem realmente viver a música. É muito bom estar aqui nesse palco hoje.”, contou Pitty.

Pitty prosseguiu sua setlist com a canção de desabafo para os desvalorizados: “Me adora”, entregou aos fãs uma história quase narrada pela própria cantora em um pedido de mantimento dos bons tempos após uma decepção amorosa, mantendo a reputação e integridade do que um dia foi amor. 


Pitty no Rock in Rio 2024 (Foto: reprodução/Multishow)

Como de costume, o show de Pitty segurou bem a empolgação do público, se desenrolando cuidadosamente com as canções escolhidas a dedo. 

Rogerio Flausino 

Flausino recebeu o palco das mãos de Pitty. Com violão e microfone no suporte, o líder do Jota Quest, começou sua participação com “Dias Melhores”, canção já tatuada na memória de qualquer fã de rock, o que contribuiu para sustentar o público desinibido que Pitty deixou. 


Rogério Flausino, do Jota Quest, se apresenta no Rock in Rio 2024 (Foto: reprodução/Multishow)

Surpreendo, Flausino cantou “Amor Maior”, recebendo o apoio do público e dos famosos, onde foi possível ver desde Gio Lancelot até Camila Queiroz e Kleber Toledo, que curtiram o show agarradinhos cantando os sucessos ao som da voz de Rogerio, que representava sua banda, Jota Quest. 

“Isso aqui é uma festa da música brasileira e hoje é o nosso dia!”

Com facilidade, o vocalista resgatou a disposição do público puxando o famoso “pogo” — termo usado quando o público de um show pulam todos ao mesmo tempo, no mesmo lugar —, e a responsável por isso foi a canção “Do seu lado”, que revive o refrão “o amor é o calor que aquece a alma”.

Detonautas 

O roque clube comandou o palco mundo assim que o atual Jota Quest o deixou, abrindo seu show com a canção “Quando o sol se for”, um clássico do grupo fundando 1997 e que coleciona sucessos no cenário do rock nacional desde então. 


Detonautas no Rock in Rio 2024 (Foto: reprodução/Multishow)

Com o pedido especial que o público iluminasse o momento com a lanterna de seus celulares, Detonautas cantou “Olhos Certos”, trazendo todo o sentimento que compõe a banda em uma fiel demonstração que há muito amor empregado em um estilo musical tipicamente tido como agressivo.

NX Zero 

O grupo, que estava presente na playlist de muitos adolescentes emos dos anos 2000, dividiu o palco com o roque clube cantando “Outro Lugar”, composição de Detonautas.  

Com aval dos vocalistas, o público abriu a famosa roda punk e em meio ao mosh contagiante curtiram o show de rock da maneira mais tradicional possível: com terremoto de roqueiros indo uns contra os outros em um ato de liberdade e representação. 

Não distante da energia avassaladora do público, Di Ferreiro e Tico Santa Cruz, vocalista do Detonautas, dominaram o Palco Mundo, tornando o espaço pequena para toda a movimentação dos artistas. 


Detonautas e NX Zero (Vídeo: reprodução/Instagram/@rockinrio)


Agora sozinhos no comando do show, o NX Zero reviveu a época alternativa cantando “Só rezo”. Com instrumentária pesada, o grupo segurou a nostalgia na ponta dos solos de guitarra e vocais pesados de Di Ferrero. 

Trazendo à tona uma onda de sentimentos indescritíveis, a banda cantou “Cedo ou Tarde”, invadindo o palco e o público com memórias passadas. Ao olhá-los de perto, a sensação era de observar um grupo de pessoas revivendo algum momento de sua trajetória da maneira mais irremediável possível. 


Di Ferrero, do NX Zero, no Rock in Rio 2024 (Foto: reprodução/Multishow)

Os fãs ainda tiveram a surpresa de ouvir o refrão em rap na voz de Chorão, o ex-vocalista do Charlie Brown Jr. Uma homenagem do NX Zero ao cantor com quem gravaram uma versão da canção que foi ao ar em 2013. 

De volta ao palco, Dinho Ouro Preto, vocalista do Capital Inicial, embalou o público com Di Ferrero ao som de “Razões e Emoções”.


NX Zero fecha a noite (Vídeo: reprodução/Instagram/@rockinrio)


Com chave de ouro

Para encerrar a noite dos grandes nomes do rock and roll com chave, o público recebeu de presente os artistas que passaram no “Pra Sempre Rock” cantando “Por Enquanto”, canção de Cássia Eller. 

Acompanhar muitos dos gigantes do rock nacional em uma única noite se tornou um dos pontos mais altos do sábado na Cidade do Rock, resgatando as origens do evento que se iniciou em nome do rock e foi se moldando com as tendências temporais. O reencontro do rock and roll com nomes nacionais e um público disposto a companha-los foi sem dúvidas uma dádiva aos amantes do estilo musical que atravessa gerações e sobrevive entre as muitas tendências que se perderam ao longo dos anos. 

Rock in Rio 2024: Paralamas do Sucesso revive clássicos para novo público

O que acontece quando o antigo é bem feito? Ele dura. Foi exatamente o que “Os Paralamas do Sucesso” provou na tarde deste domingo (15), ao sustentar o público do Rock in Rio 2024, que reunia os jovens e também os fãs mais antigos da banda fundada em 1982. 

Após tocar alguns sucessos como “Ska” e “Loirinha Bombril”, o vocalista Herbert Vianna relembrou o primeiro RIR da banda, em 1985, buscando na memória popular se havia fãs daquela época ali, o que gerou manifestação da plateia dos mais antigos. 


Estrutura Os Paralamas do Sucesso no Rock in Rio 2024 (reprodução/Multishow)

Mexendo com os sentimentos dos fãs, ao som da voz de Herbert, a banda tocou “Aonde Quer Que Eu Vá”, levando o público a cantar junto ao vocalista uma das músicas de maiores sucessos. Os presentes ainda desfrutaram de “Lanterna dos Afogados”, canção famosa lançada em 1989.


Os Paralamas do Sucesso apresentam “Lanterna dos Afogados” (reprodução/Instagram@multishow)


“A gente gostaria muito de agradecer todos vocês. Nos ajoelharíamos aos pés de vocês para agradecer”, disse Herbert. 

Sucesso em outra voz 

Mais conhecida na voz do saudoso Tim Maia, o público do Rock in Rio 2024 ganhou de presente “Gostava Tanto de Você”, entregue por Herbert ao público em uma espécie de tributo ao “Sindico do Brasil”.

Trazendo outro sucesso conhecido na voz de ouro gigante, dessa vez Gilberto Gil, foi o escolhido quando a banda tocou “A Novidade”, de 1986, composição de Gilberto Gil e Os Paralamas do Sucesso. Em uma clara crítica social, a música traz uma perspectiva sobre o quanto o novo pode simplesmente perder o seu valor e se tornar uma fonte de recursos a ser consumida, isso é demostrado na analogia com a sereia, que de uma rápida novidade se tornou um pesadelo. 

Com mais uma crítica social confidenciada na letra da canção, a banda tocou “O Beco”, abordando a violência urbana e como sua manifestação não atrai uma reação cabível.

 Hit após Hit 

Com uma seleção de músicas impecável dentro da trajetória da banda, o grupo estava em perfeita sintonia com o público, que vibrava as canções como se o show deste domingo (15) fosse um hábito. Nenhuma canção deixava a banda na mão, sempre trazendo a Cidade do Rock na mesma linha das músicas de sucesso. A sensação era como se o público tivesse uma “cola” com a letra de todas as músicas escolhidas para serem apresentadas. 

Antes de tocar “Caleidoscópio”, Herbert lançou uma homenagem a Lulu Santos, detalhando que o cantor é uma de suas maiores referências e ainda lhe atribuiu o título de melhor guitarrista que nasceu “nesta parte do planeta”. O cantor também dedicou a canção aos instrumentistas que se encontravam na plateia.

No caminho dos hits, a banda trouxe “Meu Erro”, canção famosa por sua inesperada relação indireta com a Kid Abelha e a desilusão amorosa do vocalista em meio as paixões imediatistas da época. 


Canção “Meu Erro”, por Paralamas do Sucesso (reprodução/Instagram/@multishow)


Considerações finais 

Com um público encantado e completamente dominado pelo show que comandou o Palco Mundo, os fãs desfrutaram de uma perfeita viagem pela trajetória da banda, passeando por sucessos que movimentaram a plateia de uma maneira que apenas uma banda de rock dos anos 90 consegue fazer. 

Paralamas do Sucesso dominou a plateia e também se divertiu, o que contagiou a energia dos fãs e juntos acrescentaram o que moveu o show de maneira esplêndida: paixão pelo rock. 

Rock in Rio 2024: Travis Scott encerra primeiro dia de shows

O rapper Travis Scott foi o responsável por fechar o primeiro dia de shows do Rock in Rio desta sexta-feira (13). O norte-americano se apresentou no Palco Mundo, após Mc Cabelinho e o Coral das Favelas, que fecharam o Palco Sunset. 

Como o primeiro headline do evento, Travis foi aguardado pelo público do Palco Mundo com altas expectativas. O cantor se apresenta quase três anos após a tragédia dos Estados Unidos, onde a comum roda punk resultou na morte de 10 pessoas, o momento também conhecido como mosh é um dos mais aguardados do primeiro dia na Cidade do Rock.

Travis iniciou a sua apresentação com um verdadeiro espetáculo visual, mostrando que mesmo em meio ao autotune característico ao som de “Hyaena”, ele possui outros meios de fisgar a atenção do público, quase o hipnotizando com o melhor show de luzes que verão em suas vidas. 


Travis Scott no Rock in Rio 2024 (reprodução/Multishow)

Na setlist, como já era esperado, a canção “My Eyes” do álbum “Utopia”, em homenagem aos fãs do trágico show de 2021, se tornou um dos poucos momentos de lucidez e energia não psicodélica de Travis, atribuindo um diferencial a performance apoteótica do rapper. 

Dessa vez, a esperada roda punk estava menos motivada do que costume, talvez pelo receio marcado pela história ou simplesmente pelo cansaço. Os poucos que tentaram tornar o momento memorável através do mosh, acabaram por rodar em frustração ao invés de entre empurrões. O momento chegou a embalar por poucos minutos enquanto Travis cantava “Thank God”, mas não rendeu o esperado.  


Roda punk ou mosh se formando (reprodução/Multishow).

Estrutura fora do normal 

O grande marco da noite de Travis Scott no encerramento do primeiro dia da Cidade do Rock foi sem dúvidas a estrutura descomunal que o artista escolheu para proporcionar ao público a experiência completa. Contando com um trabalho visual impecável, a arquitetura do show de Travis dispensou o palco principal do Palco Mundo, que se tornou um mero apoio para o desenvolvimento completo da apresentação do norte-americano, que aconteceu mais perto do público, em uma passarela exclusiva para a voz de “Fe!n”. 


Estrutura do show de Travis Scott (reprodução/Instagram/@rockinrio)


Mas como nem tudo é flores, a estrutura exclusiva do cantor, além da experiência inovadora, também proporcionou um atraso significativo no início do show e, anteriormente, rendeu um breve desentendimento entre a equipe do norte-americano e da brasileira Ludmilla, após se recusarem a deixá-la usar da estrutura já disponível. A confusão resultou em uma rasa incerteza quanto a participação da “Rainha da Favela” no Rock in Rio. 

Exemplo de acessibilidade 

Diferente da maioria das apresentações do dia, Travis estava empenhando na proximidade com os fãs, desde o posicionamento da estrutura do seu show quanto a participação do público. O rapper chegou a chamar três fãs para o palco enquanto cantava “Sirens”. Os jovens, em uníssono, compartilhavam a mesma energia de Travis, embalando as canções no palco ao lado do cantor. 


Momento em que Travis Scott leva fãs ao Palco Mundo (Reprodução/Instagram/@hugoglos/Multishow)


Diferente dos fãs, a imprensa não teve a oportunidade de se sentir tão próxima do cantor, que prezou pela sua privacidade e retirou o campo de visão do backstage.

Detalhes 

Além das músicas mais famosas, Travis Scott ainda cantou a música tema da turnê do seu último show em São Paulo, nesta quarta-feira (11), intitulada de “Circus Maximus”, a canção de Travis em parceria com The Weeknd e Swae Lee aborda temas como o autoconhecimento, a fama e a busca constante por autenticidade em um mundo onde a superficialidade é mais valorizada. 

Um dos pontos da noite também foram as promessas de tremores quando o astro tocasse “Fe!n”. A ideia começou após relatos de tremores sísmicos causados pelo show do rapper na última quarta-feira (11), em São Paulo. Os vizinhos próximos ao Allianz Parque chegaram a notificar as autoridades sobre possíveis “minitremores” nas dependências da atração de Travis.

Finalizando a noite com “Telekinesis”, Travis sustentou com excelência o papel de encerrar o primeiro dia do RiR com chave de ouro, mostrando que sua experiência com produção não ficou no passado, a transmitindo na união entre a conexão com o público e o visual, se provando um perfeito showrunner