Sobre Roger Lemes

Jornalista e andarilho da internet.

Lucro líquido do Nubank amplia para US$ 360,9 milhões no quarto trimestre de 2023

O Nubank acaba de atingir a marca de U$ 360,9 milhões no quarto trimestre em lucro líquido. A startup brasileira teve um acréscimo de 522% se comparado com a receita obtida no ano de 2022, quando o lucro estava na casa dos US$ 58 milhões. 

Em análise, foram US$ 113,8 milhões apenas no quarto semestre de 2022. Analistas da London Stock Exchange Group, empresa especializada em bolsa de valores e informações financeiras, estimaram US$ 410,7 milhões em lucro líquido. 

O ano de 2022 para 2023 também apresentou um aumento na renda do roxinho. No ano passado, o lucro líquido atingiu o dígito de US$ 1,2 bilhão, alta que representou, 488% se equiparado com os U$ 204,1 milhões de 2022. 

Investimento é um dos produtos-chave do roxinho

Além do Brasil, o Nu possui escritórios em outras regiões do globo, como o México. Na América Latina, conta com filial também na Colômbia. A empresa atesta que existe potencial para explorar novos produtos em território latino. 

Atualmente, o banco dispõe de alguns produtos de investimentos. Como a renda fixa, no qual o investidor consegue saber de imediato quanto irá ganhar, e também o de renda variável, que o investidor não pode prever seu gasto ou lucro por depender de variáveis. 


O dinheiro guardado no porquinho pode virar investimento futuro para o usuário (Foto: reprodução/Nubank)

As duas opções oferecem um leque específico de aplicações, desde poupança até ações

Nubank é a quarta maior instituição financeira em solo brasileiro

Conforme o Banco Central, mais especificamente dados obtidos no segundo trimestre de 2023, o Nu se tornou uma das principais escolhas para o brasileiro quando o assunto é vida financeira. 

Além disso, faz parte do índice de instituições com as menores taxas de reclamação do país.

No Brasil, a startup conquistou 87,8 milhões no fim do trimestre passado.

NVIDIA inicia testes de dois novos chips para inteligência artificial na China

A NVIDIA, empresa americana de unidade de processamento gráfico e inteligência artificial, começa a disponibilizar dois de seus novos chips voltados à IA em território chinês. A declaração partiu de Jensen Huang, presidente-executivo da marca, para a agência de notícias Reuters, na última quarta-feira (21), após divulgação de resultados trimestrais.

A contrapartida de aquecer o mercado asiático surge da dificuldade imposta pelas delimitações de exportações dos Estados Unidos. Washington aumentou o controle de exportação da big tech ao país oriental, principalmente de hardware de construção avançado.

Chips focados para inteligência artificial

Segundo boletim da SemiAnalysis divulgado em novembro, empresa especializada em IA, três dos novos chipsets NVIDIA eram especificados para inteligência artificial, sendo eles H20, L20 e L2. Ambos deveriam circular na China, mas ainda não foi confirmado. 

Além disso, têm como característica uma arquitetura de computação reduzida para suprir as restrições estabelecidas pelas leis americanas.


Presidente-executivo Jensen Huang em conferência sobre inteligência artificial (Foto: reprodução/NVIDIA)

Em relação ao primeiro chip, o H20, o valor estipulado era similar ao produto da Huawei, rival da NVIDIA. Além disso, de acordo com relato da Reuters do ano passado, o lançamento original do produto era para novembro, o que não ocorreu devido à falha para integração do chipset. 

Expectativa quanto à recepção

O presidente acredita que a baixa nas vendas acontece principalmente pela negligência da NVIDIA em apostar na China, fato que pretendem corrigir agora e que também revela certo otimismo. Segundo Huang, a empresa espera que os chips consigam atender com sucesso o mercado e que também abra possibilidade de competição.

O executivo não revelou a nomenclatura dos novos chipsets ou os clientes atendidos.

Até o dia 28 de janeiro, a NVIDIA tinha registrado U$1,9 bilhão de vendas na China, contando com Hong Kong