Londres dita o tom: tendências de street style que vão invadir o verão 2026

Quando as passarelas oficiais da London Fashion Week para a primavera-verão 2026 se encerraram, o que continuou ecoando pelas ruas foi o estilo dos espectadores – o street style. Já consagrado como laboratório de experimentação fashion, o apetite do público por ousadia e originalidade nas ruas deixou pistas valiosas do que veremos nos looks do próximo verão no Hemisfério Sul.

As principais editoras de moda apontam que, para o verão 2026, o street style londrino traz duas tensões simultâneas: o retorno da nostalgia (anos 90/2000, referências retrô) e a reinvenção de peças utilitárias e fora do óbvio.

Tendências que atravessam o verão

O street style londrino revelou que o próximo verão será marcado por ousadia e criatividade. Entre os destaques, as cores chamaram atenção pela intensidade: tons neon dividiram espaço com pastéis delicados, criando combinações inesperadas que abandonam a neutralidade. Essa explosão cromática, vibrante e festiva, promete encontrar terreno fértil no Brasil, onde vestidos leves, saias esvoaçantes e peças de beachwear já traduzem naturalmente o espírito tropical.

Outro ponto de destaque foi a alfaiataria desconstruída. Blazers alongados, cortes assimétricos e linhas fluidas dominaram as ruas de Londres, mostrando que a formalidade pode ceder espaço à liberdade estética. No Brasil, essa tendência deve chegar em versões mais leves, confeccionadas em tecidos como linho e algodão, mantendo a sofisticação sem abrir mão do conforto térmico necessário para enfrentar o calor.


Tendências street style de Londres (Reprodução/Hanna Lassen/Getty Imagens Embed)


A busca por novidades também se refletiu nos volumes e texturas. Mangas bufantes, ombros estruturados e tecidos tridimensionais trouxeram dramaticidade às produções londrinas. Por aqui, essas referências devem se traduzir em detalhes estratégicos, como tops volumosos combinados a shorts ou vestidos com recortes e aplicações de renda, que garantem movimento sem pesar no look.

Os acessórios, por sua vez, assumiram papel de protagonistas. Tiaras chamativas, bolsas em tamanhos mini e joias esculturais apareceram como pontos de cor e estilo capazes de transformar visuais básicos. Adaptados ao cotidiano brasileiro, esses elementos se tornam aliados acessíveis, permitindo que um brinco ousado ou uma bolsa vibrante sejam suficientes para atualizar a produção.


Tendências street style de Londres (Reprodução/Hanna Lassen/Getty Imagens Embed)


Do street style ao Brasil: adaptações que fazem sentido

Para aplicar essas tendências no verão brasileiro, algumas adaptações são bem-vindas:

  • Priorize tecidos leves e de respirabilidade (linho, viscose mista, algodão)
  • Use acessórios vibrantes (bolsas, brincos) para transformar looks neutros
  • Aposte em camadas leves (um colete leve sobre vestido ou camiseta)
  • Explore texturas de forma pontual — por exemplo, um top de renda ou recorte trabalhado
  • Combine peças utilitárias com elementos femininos para equilíbrio

Tendências street style de Londres (Reprodução/Hanna Lassen/Getty Imagens Embed)


O que observar nas vitrines daqui para a frente

À medida que as grandes marcas e editoras de moda absorvem o que circulou nas ruas de Londres, veremos algumas dessas tendências se refletirem em coleções high-street e fast fashion. Vale estar de olhos abertos para: cores ousadas invadindo linhas básicas, acessórios “statement” virando peça de transição (usável no dia a dia), itens utilitários sendo reinterpretados em cortes mais leves e urbanos e maquiagem gráfica e penteados com textura. 

Outra aposta forte é a releitura dos itens utilitários. Bolsos funcionais, recortes estratégicos e modelagens inspiradas no sportswear devem ganhar cortes mais leves e urbanos, dialogando com a rotina de quem precisa de praticidade sem abrir mão de estilo. Além disso, o impacto do street style se estende à beleza: maquiagem gráfica, com delineados geométricos e cores vibrantes, promete ser um dos pontos altos da estação, assim como penteados que exploram textura, tranças e acessórios capilares.

No Brasil, esse movimento deve se traduzir em produções que equilibram ousadia e conforto. A expectativa é que vitrines nacionais apostem em peças que possam transitar entre diferentes contextos: do trabalho a encontros sociais, sempre com um toque de frescor tropical. Dessa forma, as ruas de Londres não apenas ditam tendências globais, mas também inspiram novas formas de adaptação criativa ao clima, ao corpo e ao estilo de vida brasileiros.

Trump critica ONU e questiona eficácia da diplomacia internacional

Durante a 80ª Assembleia Geral das Nações Unidas, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez um discurso contundente criticando a atuação da ONU, apontando o que considera falhas na eficácia da organização em lidar com conflitos globais. Segundo Trump, embora a ONU tenha “muito potencial”, muitas vezes suas ações se limitam a palavras sem efeito prático.

Crítica direta à ONU e à diplomacia simbólica

“Na maior parte do tempo, ela parece ter palavras vazias e seguir uma carta apenas com palavras vazias. Elas não resolvem uma guerra, a única coisa que resolve uma guerra é uma ação”, disse o presidente, reforçando a necessidade de medidas concretas para a manutenção da paz internacional.

Trump aproveitou o discurso para destacar sua própria atuação, afirmando que, nos primeiros sete meses de seu segundo mandato, conseguiu encerrar sete conflitos internacionais. Ele enfatizou que a liderança dos Estados Unidos está disponível para colaborar com qualquer país disposto a agir de forma prática e decisiva para tornar o mundo “mais seguro e mais próspero”.


Discurso do presidente Trump (Vídeo: reprodução/X/@GloboNews)

Alianças estratégicas e responsabilidade global

O discurso, marcado por um tom crítico, também incluiu menções à importância de alianças estratégicas e à responsabilidade de países poderosos em assumir papéis ativos na resolução de crises globais. Trump sugeriu que a ONU muitas vezes falha por depender apenas de declarações diplomáticas e resoluções que não são seguidas de ações concretas, e defendeu que o caminho para a paz exige comprometimento real e medidas efetivas.

Além de críticas à ONU, Trump também ressaltou a necessidade de cooperação entre países para enfrentar desafios globais, incluindo segurança internacional, comércio e tecnologia. Segundo ele, a postura norte-americana é oferecer parceria e liderança, mas sempre com foco em resultados concretos, e não apenas em discursos ou promessas.

Perspectiva internacional e análises de especialistas

Analistas internacionais observaram que o discurso de Trump reflete uma visão pragmática e unilateral dos Estados Unidos, priorizando resultados tangíveis sobre protocolos diplomáticos formais. Especialistas apontam que, ao enfatizar a ação direta, Trump busca reforçar a imagem de liderança americana, especialmente em um momento em que a ONU enfrenta críticas por sua lentidão em lidar com crises em diferentes regiões, como Oriente Médio, África e Ásia.

O discurso chamou atenção por sua clareza em diferenciar o que Trump considera diplomacia efetiva e diplomacia simbólica. Ao longo da fala, ele reiterou que a ONU deve ser mais do que um fórum de discussões: deve ser um espaço de decisões e ações que realmente impactam a vida das pessoas e a estabilidade mundial.






Lula na ONU: soberania, clima e denúncia de genocídio em Gaza

Em discurso proferido na Assembleia Geral das Nações Unidas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva elevou o tom contra o que chamou de crescente desrespeito à soberania dos países, especialmente manifestado por meio de sanções unilaterais e intervenções arbitrárias. Para Lula, tais medidas não são exceção, mas vêm se tornando uma “regra” no cenário internacional.

“Desordem internacional” e a importância das instituições democráticas

O presidente afirmou que os princípios que regem a criação da ONU estão sob ameaça. Criticando o uso do poder em escala global como instrumento de imposição, ele disse que atentados à soberania, sanções arbitrárias e intervenções unilaterais se intensificaram, corroendo a ordem internacional.

Lula também defendeu o julgamento de Jair Bolsonaro — condenado por tentativa de golpe após perder a eleição de 2022 — ressaltando que todo o processo respeitou o direito ao contraditório e à ampla defesa. Esse ponto aparece como central para mostrar que a democracia brasileira funciona, inclusive nos momentos em que determinados atores externos buscam questionar decisões judiciais ou interferir politicamente.

Rejeição a sanções externas e apelo por autonomia

Sem citar nomes específicos, o presidente criticou medidas adotadas por outros países, especialmente sanções econômicas, restrições de vistos e tarifas comerciais voltadas ao Brasil. Ele classificou essas ações como arbitrárias — uma forma de intimidação diplomática que ameaça a integridade institucional do país.

Uma das mensagens mais fortes do discurso foi a afirmação de que “nossa democracia e nossa soberania são inegociáveis”. Essa declaração sinaliza que o Brasil, sob seu governo, não aceitará interferências externas que busquem fragilizar ou condicionar sua atuação institucional.


Discurso do presidente Lula (Reprodução/X/@GloboNews)

Contexto diplomático

O discurso de Lula ocorre em meio a tensões recentes entre Brasil e Estados Unidos, provocadas por sanções impostas por Washington, que incluem a revogação de vistos e restrições a autoridades brasileiras. O governo americano justifica essas medidas como resposta a decisões judiciais envolvendo aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro. 

No mesmo palco internacional, Donald Trump relatou ter se encontrado rapidamente com Lula nos bastidores da ONU. Segundo ele, os dois se cumprimentaram com um abraço e combinaram uma reunião para a semana seguinte, ocasião em que Trump elogiou o brasileiro, descrevendo-o como “um homem muito simpático”. 


Discurso do presidente Trump (Reprodução/X/@GloboNews)

Já a diplomacia brasileira insiste que as sanções ferem princípios fundamentais do direito internacional e da soberania nacional, enquadrando a disputa como parte de uma narrativa de defesa do respeito mútuo entre Estados e do fortalecimento das instituições democráticas.

Reformas internacionais, ação climática e critica ao genocídio em Gaza

Além da defesa da autonomia brasileira, Lula também voltou a cobrar reformas profundas nas instituições multilaterais, apontando que organismos como a ONU e o Conselho de Segurança precisam refletir a realidade geopolítica atual, dando mais espaço ao Sul Global e reduzindo as assimetrias de poder entre nações. Para ele, não é mais aceitável que estruturas criadas no pós-guerra continuem a determinar unilateralmente os rumos da política internacional.

A pauta ambiental também esteve no centro do discurso. Lula ressaltou a urgência em enfrentar a crise climática, defendendo a aceleração da transição energética e maior apoio financeiro e tecnológico aos países mais vulneráveis.

Ele frisou que florestas tropicais e comunidades tradicionais devem estar no centro das políticas ambientais e cobrou que os compromissos já assumidos pelas nações desenvolvidas saiam do papel. O presidente ainda propôs a criação de um balanço ético global das ações climáticas, que leve em conta não apenas números técnicos, mas também justiça, equidade e solidariedade entre os povos.

Um dos trechos mais contundentes do discurso foi dedicado ao conflito no Oriente Médio. Lula condenou o que chamou de genocídio em curso na Faixa de Gaza, afirmando que “nenhum atentado terrorista, por mais grave que seja, justifica o genocídio em andamento”.


Discurso do presidente Lula (Reprodução/X/@GloboNews)

Ele acusou países com poder de influência de serem “cúmplices” ao não agir para frear a escalada da violência e criticou o uso da fome como arma de guerra e o deslocamento forçado da população civil. Para o presidente, o massacre em Gaza não representa apenas a morte de milhares de inocentes, mas também a tentativa de anular o sonho de um Estado palestino.

Compromisso do Brasil com justiça, paz e sustentabilidade

O discurso de Lula reforça a postura do Brasil como um ator que busca equilíbrio entre soberania, justiça social e responsabilidade global. Ao combinar críticas à ordem internacional atual, apelos por ação climática e defesa de direitos humanos, o presidente projeta a imagem de um país ativo, que não se limita a reagir a eventos externos, mas propõe soluções e reformas estruturais.

Ao encerrar sua fala, Lula destacou que o respeito à vida, à democracia e à dignidade humana deve ser o alicerce de qualquer política internacional. Ele concluiu afirmando que o Brasil continuará a lutar por um mundo mais justo, sustentável e solidário, onde conflitos sejam resolvidos pelo diálogo e pela cooperação, e não pela imposição ou violência.







Wanessa Camargo se diverte nos bastidores e after da ‘Dança dos Famosos’: “amando mais o after”

A cantora alvoroçou os bastidores da “Dança dos Famosos” ao revelar, em tom bem-humorado, que está se divertindo mais com os encontros pós-gravação do que com o próprio programa. A declaração foi exibida durante o “Domingão com Huck” deste domingo (21), após ser flagrada em clima íntimo com o ator Allan Souza Lima, seu parceiro na competição, em um quiosque na Praia da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

Humor e descontração marcam bastidores do “Dança”

Nos bastidores do programa, enquanto Nicole Bahls comentava sobre a organização dos afters, Wanessa brincou: “Eu só estou na ‘Dança’ por causa do after. Eu descobri que estou amando mais o after do que o programa”. A fala gerou risos entre os colegas de elenco, como Manu Bahtidão, que completou: “Tem gente aqui que só vive por esse after”.


Declaração da Wanessa sobre o after (Vídeo: reprodução/X/@whatwouldbdo)

Clima de romance na competição

A revelação de Wanessa ocorreu após ela ser vista em clima de romance com Allan Souza Lima na madrugada de sexta-feira (19). Os dois participaram de um encontro com outros membros do elenco do programa e foram flagrados juntos em fotos que circulam nas redes sociais. 

Em entrevista ao portal Leo Dias, Wanessa comentou sobre sua atual fase de solteirice, afirmando estar “livre, desimpedida e independente”. Ela também destacou a união do elenco e como os encontros após as gravações têm sido momentos de diversão e conexão.


Entrevista de Wanessa Camargo (Vídeo: reprodução/X/@euleodias)

Foco no programa e amizades

Nos encontros após as gravações, Wanessa destacou a importância da convivência com os colegas e a energia positiva que esses momentos proporcionam. Segundo a cantora, esses encontros ajudam a fortalecer amizades, aliviar a tensão das competições e transformar a experiência no programa em algo ainda mais especial.

Embora os rumores sobre um possível romance entre Wanessa Camargo e Allan Souza Lima tenham ganhado força nas redes sociais e na mídia, a cantora tem se mostrado cautelosa ao comentar sobre sua vida pessoal. Wanessa prefere direcionar o foco para a experiência positiva que está vivendo no programa, destacando os momentos de aprendizado, diversão e interação com os colegas de elenco.

Príncipes Harry e William seguem distantes, e duquesas veem reconciliação como incerta

A tensão contínua entre os príncipes Harry e William não é novidade, mas suas repercussões internas começam a se refletir também em figuras próximas à Família Real. Segundo a correspondente da BBC, Jennie Bond, Kate Middleton e Meghan Markle já teriam chegado a uma conclusão: a situação entre os irmãos é algo que eles mesmos terão de resolver — e esse processo pode se estender por muito tempo.

Reencontro com o rei, mas distância entre irmãos

Recentemente, Harry se reuniu com o rei Charles III após quase dois anos de afastamento — um momento aguardado pelos observadores da realeza. O encontro aconteceu em Clarence House e durou menos de uma hora. Curiosamente, William, irmão de Harry, estava a menos de 12 km de distância, mas um reencontro entre os dois não aconteceu.

Segundo Jennie Bond, esse episódio reforçou para Meghan e Kate a percepção de que a reconciliação entre Harry e William dificilmente será rápida. “Isso deixou claro para Meghan e Kate que não há clima para reencontros fraternos agora”, destacou a correspondente.

Harry já havia admitido a distância emocional entre os dois, durante o lançamento de seu livro de memórias, Spare. “A distância entre nós nunca pareceu tão grande”, declarou o príncipe.


Meghan e Harry ao lado de Kate e William (Foto: Reprodução/Chris Jackson/Getty Imagens Embed)


Entre dever real e vida pessoal

Diversos fatores contribuíram para o afastamento. Um dos pontos centrais foi a saída de Harry e Meghan do Reino Unido e a renúncia às funções reais, há mais de cinco anos. Outro aspecto é a carga de responsabilidades assumida por William como sucessor direto ao trono, especialmente em momentos delicados para o pai, o rei Charles III e Kate Middleton, como parte desse núcleo, acompanhou de perto essa pressão.

Além disso, a polêmica entrevista de Harry e Meghan a Oprah Winfrey, em 2021, voltou a ser lembrada. Meghan revelou que houve “conversas preocupantes” sobre a cor da pele de Archie, seu filho. “Essas falas ecoaram dentro da família real e ainda hoje são motivo de ressentimento”, analisou Bond.

Em rara manifestação pública após o episódio, William respondeu de forma seca aos jornalistas, afirmando que não são uma “família racistas”.


Príncipes Harry e William (Foto: Reprodução/Dominic Lipinski/Getty Imagens Embed)


Kate e Meghan diante do impasse familiar

Jennie Bond afirma que tanto Meghan quanto Kate entendem que esse “mal-estar” é algo que os irmãos terão de resolver sozinhos. Não cabe a elas, neste momento, tentar mediar ou acelerar a reconciliação. Apesar da esperança de muitos súditos, a correspondente avalia que as duquesas acreditam que hoje não é o momento certo para “fazer as pazes”. Há, inclusive, quem acredite que esse momento talvez nunca chegue.

Esse impasse evidencia que, mesmo em uma instituição marcada pela tradição, os conflitos pessoais têm força suficiente para se sobrepor ao protocolo. Para além das aparições públicas, a relação entre Harry e William segue fragilizada, e qualquer sinal de reconciliação dependerá mais do tempo e da disposição deles do que de expectativas externas.

Álvaro e Lucas Leto são flagrados aos beijos após gravação do “Dança dos Famosos”

O clima de intimidade entre dois participantes do Dança dos Famosos 2025, programa exibido no Domingão com Huck, chamou atenção nesta sexta-feira (19/9). Álvaro Xaro e Lucas Leto foram vistos trocando beijos em um quiosque na Praia da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. O flagrante acontece após a gravação da edição do quadro, em um encontro com outros colegas da competição.

Indícios e clima de sintonia nos bastidores

Nas redes sociais, os dois já vinham deixando pistas sobre uma aproximação. Álvaro publicou uma foto de Lucas Leto nos Estúdios Globo com a legenda “meu global favorito”. Pouco depois, Leto retribuiu com outra publicação, mostrando Álvaro relaxando em um sofá, com o comentário “Bem dengosinho”.

Além disso, em um momento mais delicado nos bastidores da competição, Lucas Leto ajudou Álvaro a enfrentar uma crise de ansiedade pouco antes de subir ao palco. Em postagens, Álvaro relatou que Lucas “deitou do lado dele e puxou assunto para tirar ele do buraco”, o que surtiu efeito. 


Post feito por Álvaro (Reprodução/X/@FOFOQUEI)


O encontro no quiosque e a repercussão nas redes

Após o fim das gravações, Álvaro e Lucas se reuniram com outros participantes do Dança dos Famosos em um quiosque à beira-mar. Estavam presentes também Wanessa Camargo, Allan Souza Lima, Nicole Bahls e Fernanda Paes Leme, entre outros. O grupo aparentava descontração, e lá, Álvaro e Lucas foram vistos aos beijos, o que ampliou o vínculo que já parecia existir entre eles. 

No momento flagrado, Álvaro chegou a oferecer bebida diretamente na boca de Lucas. A cena reforça o clima de proximidade que tem sido notado não só nas redes sociais, mas também entre os colegas de trabalho e demais integrantes do programa.

O flagrante repercutiu rapidamente nas redes, com fãs comentando tanto o carinho entre os dois quanto a espontaneidade do momento. Alguns celebraram a demonstração de afeto, dizendo que ela contribui para visibilizar relações afetivas com mais naturalidade; outros se mostraram curiosos para entender se a relação vai além da participação no programa.


Nasce Bento, primeiro filho de Carol Peixinho e Thiaguinho

A influenciadora Carol Peixinho deu à luz ao seu primeiro filho com o cantor Thiaguinho. O bebê se chama Bento e nasceu na madrugada desta sexta-feira (19), às 00h22, na maternidade ProMatre, em São Paulo. Segundo o anúncio postado pelo casal nas redes sociais, mãe e filho passam bem, e Thiaguinho está “radiante de felicidade”. 

Um anúncio emocionante

O nascimento foi comunicado de forma carinhosa, com um texto narrado na primeira pessoa, como se fosse o próprio Bento se apresentando aos fãs. “Oi, gente! Cheguei! Sou eu, BENTO! Nasci na madrugada do dia 19/09, às 00h22, trazendo comigo muito amor, luz e alegria! Mamãe e eu estamos bem, e Papai está radiante de felicidade”, dizia a publicação.

O pequeno ainda “agradeceu” o carinho que recebeu durante a gestação: “Fui muito esperado e já recebi tanto carinho… Presentes, mensagens, abraços cheios de energia boa… Senti cada um de vocês pertinho de mim mesmo antes de chegar! Estou começando minha vida cercado de amor, bênçãos e sorrisos, e mal posso esperar para conhecer cada um que torceu por mim!” 


Post sobre a escolha do nome Bento (Reprodução/X/@AloAlo_Bahia)


Repercussão nas redes sociais

Nas redes, fãs e amigos do casal lotaram os comentários com mensagens de carinho e boas-vindas ao bebê. “Que bênção! Seja muito bem-vindo, Bento. Que Deus abençoe essa família linda”, escreveu uma seguidora. “Thiaguinho vai ser o pai mais babão do Brasil, tenho certeza!”, brincou outro internauta.

Diversos famosos também celebraram a chegada do bebê. Mensagens de carinho vieram de colegas da música, influenciadores e ex-participantes de realities. A postagem já soma milhares de curtidas e compartilhamentos, consolidando o nascimento como um dos assuntos mais comentados do dia.

Famosos celebram a chegada de Bento (Reprodução/Quem/Instagram)

Relacionamento marcado pelo carinho

Thiaguinho e Carol Peixinho estão juntos desde 2021, mas só assumiram publicamente o namoro em fevereiro de 2022. Em março deste ano, anunciaram a gravidez, quando Carol revelou que havia percebido mudanças no corpo e no sono antes de confirmar a gestação.

Agora, com a chegada de Bento, o casal inicia uma nova fase, celebrada intensamente não apenas por eles, mas por uma legião de fãs que acompanha cada passo da história de amor dos dois.


Dua Lipa brilha em Nova York com look Schiaparelli no “Harper’s Bazaar Icons”

Em noite marcada por brilho, estilo e presença internacional, Dua Lipa roubou todos os flashes ao desfilar pelas ruas de Nova York em um look ousado para o jantar do “Harper’s Bazaar Icons”, realizado na noite de segunda-feira (15). A cantora apostou em um vestido Schiaparelli da coleção outono/inverno 2025 que equilibra dramaticidade e elegância com maestria.

O look que virou assunto

Com decote poderoso e franjas que ganharam movimento a cada passo, o modelo, já usado anteriormente por Margaret Qualley em editorial de revista, ganhou nova vida no corpo de Dua Lipa. A peça é uma produção que conversa bem com o ambiente glamoroso da noite: cortes precisos, textura rica e atenção aos detalhes, evidenciando a assinatura de luxo que acompanha o nome Schiaparelli.  Para completar a produção, a cantora investiu em joias vistosas da Bulgari — colar, anel e bracelete em ouro rosé, com ônix, madrepérola e diamantes —, ampliando ainda mais o impacto visual do look. 


Vestido usado por Dua Lipa (Reprodução/X/@musesarchive)

O jantar “Harper’s Bazaar Icons” é uma ocasião que reúne nomes de destaque no universo da moda e cultura. Naquela noite, além de Dua Lipa, estiveram presentes personalidades como Linda Evangelista, Tracee Ellis Ross, Tessa Thompson e Mary Katrantzou. O evento não é apenas uma vitrine de estilo, mas também uma homenagem aos que moldam tendências e narrativas do mundo fashion.

O poder do estilo e a construção da imagem

O look de Dua Lipa mostra bem como a moda, além de estética, funciona como ferramenta de afirmação de personalidade. O decote ousado reforça sua presença de estrela, enquanto as franjas criam dinamismo, sugerindo movimento e teatralidade sem descuidar da sofisticação.


Dua Lipa usou franjas também no Met Gala 2025 (Reprodução/Dimitrios Kambouris/Getty Imagens Embed)


O uso de jóias de luxo e a escolha de grife consagrada apontam para uma marca pessoal que equilibra ousadia e elegância. Também vale observar como este tipo de produção se torna conteúdo: fotos, cobertura de redes sociais, repercussão na mídia — tudo amplifica o impacto. Um vestido como esse, usado em evento de peso, não é apenas um figurino, é peça de branding.

O Look como afirmação de Estilo

No cenário fashion, vestir algo tão marcante pode trazer riscos — pode polarizar opiniões, parecer exagerado para alguns — mas também fortalece a marca pessoal do artista. Dua Lipa, nesse caso, parece saber disso. O look evidencia seu estilo forte, sua inclinação para visuais que não passam despercebidos, mas que dialogam com glamour, com tradição de casas como Schiaparelli, com o universo das joias de luxo.

Além disso, escolhas como essa colaboram para reforçar sua visibilidade em um ambiente global — não apenas como cantora, mas como ícone de estilo. Uma produção bem fotografada, bem assessorada, usada em evento de moda internacional, funciona como parte de uma narrativa que une música, imagem e moda.

PatBo celebra “Alma Latina” e lança linha autoral de sapatos em retorno triunfante à NYFW

No dia 16 de setembro de 2025, a grife brasileira PatBo tomou sua posição como única marca brasileira no calendário oficial da New York Fashion Week, apresentando sua coleção Verão 2026 intitulada Alma Latina. Sob o comando criativo de Patrícia Bonaldi, o desfile simboliza um mergulho em sua própria identidade, uma declaração de pertencimento, orgulho cultural e experimentação estética. 

Ícones, inspirações e estética

A coleção Alma Latina extraiu inspiração de figuras femininas marcantes da cultura latino-global, como Carmen Miranda, Carmen Costa, Frida Kahlo, Elza Soares, Shakira e Rosalía — mulheres que combinam arte, resistência e identidade. Visualmente, a coleção aposta muito em contrastes: volumes inflados, silhuetas que celebram a forma feminina, cortes com recortes estratégicos, transparências, tule, rendas, tecidos fluidos, e uma atmosfera sensual porém trabalhada, que busca dialogar com o corpo sem expor de forma gratuita.


Desfile PatBo (Foto: reprodução/John Lamparski/Getty imagens Embed)


A paleta de cores é variada, transitando entre tons terrosos e cores vibrantes que evocam o tropicalismo latino, o calor, o gesto visual que celebra a natureza, a flora, a vida. Um destaque visual e simbólico: a flor de lótus foi eleita como novo ícone da marca, presente não só nas estampas e aviamentos, mas também na identidade da recém-lançada linha de sapatos.


Desfile PatBo (Foto: reprodução/John Lamparski/Getty imagens Embed)


A criatividade da coleção e o olhar de Patricia Bonaldi

Ao longo dos anos, Bonaldi construiu um caminho sólido, apostando em algo que parecia contra a maré da indústria: em vez de abrir mão do artesanal para competir em escala, ela transformou a técnica manual em diferencial de luxo. Isso permitiu que sua marca dialogasse com consumidoras em busca de exclusividade e autenticidade, e a levou a alcançar grandes multimarcas e plataformas internacionais, como a Bergdorf Goodman e a Saks Fifth Avenue.

Em entrevista à Elle Brasil, dias antes do desfile, Patrícia disse:

Queria trazer um lado mais íntimo meu e reforçar o orgulho de ser quem a gente é, lembrar que existimos e fazemos coisas incríveis.” 

Com a nova fase, Bonaldi mostra ambição em duas frentes: consolidar a PatBo como player global e, ao mesmo tempo, criar novos pilares de negócio, como a linha de sapatos. Mas ela reconhece os desafios: tarifas, logística, escala e adaptação ao gosto de um público internacional que muitas vezes busca peças mais “resort” ou do dia a dia.

É nesse equilíbrio entre exuberância e usabilidade que a estilista se reinventa — sem perder a força de seu discurso visual. Sobre a linha de sapatos, ela acrescenta: “Nunca quis que o sapato fosse só um complemento”, reforçando que enxerga o calçado como uma peça de identidade própria, capaz de dialogar com o estilo da coleção e, ao mesmo tempo, de se sustentar como produto estratégico no crescimento da marca.


Desfile PatBo (Foto: reprodução/John Lamparski/Getty imagens Embed)


Desafios e impacto internacional

A PatBo com Alma Latina reafirma que não é apenas moda: é discurso visual, identidade cultural, aposta de negócio. Patrícia Bonaldi mostra que é possível combinar espetáculo e intimidade, brasilidade sem ser exótico, e crescimento internacional sem abrir mão da origem dos gestos artísticos e artesanais.

Mas a marca conta com desafios, sustentar o alto nível de detalhamento artesanal em escala internacional, já que os custos com mão de obra especializada, técnicas de acabamento, logística e tarifas se tornam mais elevados. E no caso da nova linha de sapatos, soma-se ainda a exigência de domínio técnico para garantir não apenas impacto visual, mas também conforto e qualidade no calce.

Entretanto, o desfile em Nova York e o lançamento da linha de sapatos não são apenas marcos estéticos, mas estratégicos — marcam um amadurecimento da marca, uma disposição de correr riscos e de afirmar protagonismo cultural. E talvez, seja esse equilíbrio entre arte e comércio, entre identidade e existência, que define não só o sucesso da PatBo, mas o caminho de marcas brasileiras no cenário global.

Juiz em Nova York rejeita acusações de terrorismo contra Luigi Mangione

Um juiz de Nova York rejeitou nesta terça-feira (16) duas acusações de terrorismo contra Luigi Mangione, acusado de assassinar Brian Thompson, CEO da UnitedHealth. Entre as acusações rejeitadas estavam homicídio em primeiro grau em prol de um ato de terrorismo e homicídio em segundo grau como crime de terrorismo. O magistrado considerou as acusações “legalmente insuficientes”.

Acusações Federais e Pena de Morte

Mangione é acusado de matar Thompson em 4 de dezembro de 2024, em frente a um hotel em Manhattan, onde a empresa realizava uma conferência com investidores. O crime provocou grande repercussão na mídia e trouxe à tona debates sobre segurança em eventos corporativos nos Estados Unidos.  Em audiências anteriores, Mangione se declarou inocente das acusações tanto estaduais quanto federais. A Justiça estadual o acusa de homicídio como crime de terrorismo, crime que pode levar à prisão perpétua.


Reportagem CNN (Reprodução/X/@CNNBrasil)

No âmbito federal, o Departamento de Justiça busca a pena de morte contra Mangione. Segundo os promotores, ele perseguiu Thompson através de fronteiras estaduais e cometeu o assassinato com intenção de aterrorizar trabalhadores do setor de planos de saúde e desestabilizar o sistema de saúde americano. O caso federal adiciona complexidade ao processo, já que envolve acusações de terrorismo em escala nacional, que podem resultar em punições mais severas do que no caso estadual.

Defesa Questiona Base das Acusações

Os advogados de Mangione argumentam que as duas acusações se baseiam em teorias conflitantes, pedindo o arquivamento do caso estadual. Segundo a defesa, as acusações violariam o direito constitucional do réu de não ser processado duas vezes pela mesma conduta — princípio conhecido como double jeopardy.

Por outro lado, os promotores sustentam que não há fundamento para essa alegação. Eles afirmam que as opções enfrentadas por Mangione são consequência de suas próprias ações e que o caso deve seguir seu curso legal. As datas dos julgamentos, tanto no caso estadual quanto no federal, ainda não foram definidas. Mangione permanece sob custódia federal enquanto a Justiça organiza os próximos procedimentos legais.

O caso continua a atrair atenção internacional, não apenas pelo perfil do acusado e da vítima, mas também pelas implicações legais em torno do uso das acusações de terrorismo em crimes individuais nos Estados Unidos.