Top 100 Advogados Digitais do Brasil 2023

ADVBOX organizou a votação online para escolha dos 100 advogados digitais com maior engajamento na internet.

Foram mais de 100 mil votos, e mais de 700 advogados participantes, que mostraram a relevância da advocacia digital no Brasil.

Os 10 advogados mais votados foram:

1º: Rafael Gonçalves
2º: Thaís Inácia de Castro
3º: Carlos Eduardo do Carmo Junior
4º: Alexandre Leonel Ferreira
5º: Jessica Santos Lousada
6º: Alexandre Silva
7º: Ana Carolina Coutinho
8º: Fred Pataro
9º: Leonardo Mourão Dos Anjos
10º: Rafael Ferreira Guimarães

Acesse a lista completa dos Top 100 Advogados Digitais 2023 para ver se o advogado que você gosta e segue nas redes sociais está na lista.

ADVBOX lançou o Prêmio Melhores Escritórios Digitais 2023

A Lawtech lançou o prêmio de melhores escritórios digitais em 2023.

Podem se inscrever os escritórios que julguem ter um diferencial no seu marketing jurídico, atendimento ou gestão que se enquadre no regulamento de cada categoria.

São 22 categorias dos diferentes aspectos da Advocacia Digital, desde a presença online e a gestão do escritório.

O propósito do Prêmio Melhores Escritórios Digitais é  diferente da lista Top 100 advogados, ele tem o objetivo de avaliar a qualidade dos serviços nas áreas de Marketing Digital, Negociação de Contratos Online, Controladoria Jurídica Digital RH e Gestão.

Por isso, a votação desse prêmio será feita por um grupo formado por mais de 100 especialistas independentes.

Em cada uma das 22 categorias serão 5 indicados, selecionados por critérios técnicos e auditáveis, que irão para votação pelos jurados que darão notas por cada item daquela categoria. São elas:

GRUPO 1 – Produção e divulgação de publicidade informativa

  • Melhor Escritório Digital;
  • Melhor Canal do Youtube;
  • Melhor Instagram ou Facebook;
  • Melhor Site e Blog;
  • Melhor Canal Tik Tok;
  • Melhor Assessoria de Imprensa Digital.

GRUPO 2 – Melhor Gestão Jurídica

  • Maior presença geográfica da equipe;
  • Maior abrangência geográfica de atuação;
  • Melhor Controladoria Digital (Exclusivo para clientes ADVBOX);
  • Melhor Gestão de Equipe/RH – CEO (Exclusivo para clientes ADVBOX);
  • Melhor Equipe de Fechamento de Contratos (Exclusivo para clientes ADVBOX).

GRUPO 3 – Melhores Escritórios por Área

  • Escritório Família e Sucessões mais digital;
  • Escritório Criminal mais Digital;
  • Escritório Trabalhista mais digital;
  • Escritório Previdenciário, Saúde e Assistencial mais digital;
  • Escritório Tributário e Empresarial mais digital;
  • Escritório Consumidor e Contratualista mais digital;
  • Escritório Direito Administrativo mais Digital;
  • Escritório Ambiental e Agro mais digital;
  • Escritório Direito Civil mais digital.

GRUPO 4 – Melhores Parceiros dos Advogados

  • Melhor Agência de Marketing Jurídico;
  • Melhor Case de Transformação Digital.

E é claro, o prêmio de MELHOR ESCRITÓRIO DIGITAL 2023.

Acesse o regulamento completo aqui:

https://blog.advbox.com.br/regulamento-premio-melhores-escritorios/

As pré-inscrições já estão abertas e poderão ser feitas até o dia 24 de fevereiro, cada escritório poderá ser indicado em uma categoria de cada grupo.

Se seu escritório receber o convite para participar do Prêmio Melhores Escritórios de Advogada Digital, saiba que seus esforços estão dando resultado!

Para pré-inscrever um escritório basta acessar a página do prêmio clicando neste link.

Top 100 serão escolhidos todos os anos em Janeiro

Devido ao sucesso o  TOP100 Advogados Mais Digitais ele passa a partir de agora a ser realizado anualmente.

A advocacia mudou e é importante que a população e a comunidade jurídica conheçam as advogadas e os advogados que se destacam de verdade no mundo digital, para respeitar seus trabalhos e se inspirarem, pois a advocacia digital conecta as pessoas aos seus direitos“, afirma Eduardo Koetz, CEO da ADVBOX e da Koetz advocacia, primeiro escritório 100% digital do país (2013).

Foto Destaque: Reprodução

ESG: conheça boas práticas para adotar em sua empresa

A sigla ESG vem do inglês Environmental, Social and Governance e implica na adoção de boas práticas de gestão, considerando as temáticas meio ambiente, social e de governança corporativa.

Essa tendência surgiu no mercado financeiro, como uma forma de medir a geração de valor causada pelas ações de sustentabilidade nas empresas. Vale lembrar que as boas práticas de ESG não valem apenas para grandes empresas e conglomerados. 

Pelo contrário, o micro e pequeno empreendedor também se beneficia com essas ações que poderão atrair investidores e ajudar a aumentar e fidelizar os clientes. Afinal, segundo o Sebrae, os consumidores estão cada vez mais dispostos a pagar por produtos com iniciativas mais sustentáveis. Ainda de acordo com o serviço de consultoria, uma dica importante para o empreendedor adotar uma gestão com foco em ESG é olhar para o seu negócio e refletir sobre quais boas práticas já existem e quais podem ser iniciadas. 


Micro e pequenas empresas também devem adotar ESG (Foto: Reprodução/Pexels).


Para facilitar a identificação dessas ações, a organização pode ser feita de acordo com os eixos: meio ambiente, social e governança, sempre pensando nos grupos envolvidos, como funcionários, clientes, dentre outros. Essas constatações devem ser anotadas e documentadas para que se tenha evidências e a compreensão de qual estágio o negócio se encontra na implementação das boas práticas de ESG

A disseminação das boas práticas de ESG tem sido potencializada por um novo modelo econômico, chamado de capitalismo de stakeholder. Nessa nova visão, uma empresa deve gerar valor para todas as partes interessadas, que são os chamados stakeholders. Este termo engloba todos os grupos envolvidos direta ou indiretamente com a empresa, como colaboradores, acionistas, fornecedores, clientes e a sociedade. Por isso, a adoção de ESG se faz necessária nesse mercado focado nas relações, onde marcas buscam causar um impacto positivo na sociedade enquanto diminuem seus impactos negativos no meio ambiente. 

Além de melhorar o relacionamento com fornecedores, clientes e comunidades, uma empresa que adota boas práticas de ESG deverá zelar pela documentação das informações, pois elas precisam ser comunicadas para que esse relacionamento com os grupos envolvidos seja claro e transparente, aspecto onde a governança se faz importante. 

Foto Destaque: Arte sobre ESG. Reprodução/Pixabay

ESG se popularizou nas empresas e deve ir além do discurso

Em um mundo corporativo no qual a necessidade de adotar uma conduta sustentável é cada vez maior, vem crescendo o número de empresas que são — ou ao menos se declaram ser – praticantes do ESG, sigla em inglês para as palavras Environmental, Social e Governance (meio ambiente, social e governança). Porém, existe uma diferença importante entre ser adepta a esse modelo de gestão e implementá-la, de fato, na rotina diária da companhia. 

Especialistas explicam que o ESG não pode ser compreendido como uma mera adequação promovida em um sistema administrativo, mas sim como a aplicação de uma nova filosofia política. E que precisa ser reconhecida pelos funcionários como um regime cujas ações práticas se consolidem como um espelho da transformação de mentalidade que norteia as decisões tomadas.

“O ESG praticado de forma correta pelas empresas seria aquele que alinha o discurso à prática corporativa, aquele que transporta o lema ‘missão, visão e valores’ do seu site institucional para a era da ação. Quanto aos exemplos de práticas equivocadas, seria dizer que já pratica o ESG porque faz filantropia, tem ações sociais, manual de conduta, mas na prática os colaboradores não enxergam e não acreditam nessa forma de divulgação”, afirma Caroline Palermo, coordenadora do MBA em ESG da Trevisan Escola de Negócios.

Um dos equívocos cometidos pelas empresas que fracassaram ao tentar implementar esse modelo de gestão, que se tornou a “bola da vez” do mercado corporativo, é acreditar que apenas melhorar a qualidade do seu espaço físico, beneficiando os seus colaboradores com isso, já a credencia para ser considerada uma companhia que é praticante deste formato de governança.

“Temos sido procurados com frequência por empresas que revelam esse propósito de mudar a estrutura do escritório com um projeto que, na sua visão, poderia ajudá-la a implementar o ESG, mas um escritório ‘bacana’ não faz dela uma companhia que age de acordo com esse modelo de gestão”, ressalta a arquiteta Erica Prata, diretora de operações da AKMX Arquitetura e Engenharia, companhia com 20 anos de experiência no mercado corporativo. “A arquitetura é uma aliada. Mas, para uma empresa ser considerada uma legítima praticante do ESG, ela tem que ir além e realizar ações que produzam um impacto social e ambiental na comunidade na qual ela está inserida”, completa a representante da AKMX.

Caroline Palermo, por sua vez, destaca que a implantação bem-sucedida desta filosofia de governança sustentável só é possível se o comando maior da empresa cumprir com os preceitos exigidos para a prática desse modelo. “O erro é sempre tentar começar pelo departamento de marketing sem que a alta gestão esteja plenamente comprometida com os pilares ESG”, enfatiza a especialista.

47% dos brasileiros não associam o ESG a nenhuma empresa
Uma pesquisa recente divulgada pelo Google, realizada em parceria com a plataforma MindMiners e o Sistema B, ouviu três mil brasileiros com mais de 18 anos de idade, de todas as regiões do país, e apontou que 47% das pessoas deste grupo não conseguiram citar uma única empresa que adotasse a prática do ESG. Para completar, apenas uma de cada cinco entrevistadas pela gigante mundial de tecnologia disseram já ter ouvido algo sobre esse tema. Entretanto, 87% dos que receberam uma explicação sobre como é essa prática admitiram considerar que é importante as companhias adotá-las em sua administração.

Em meio a esse cenário de pouco conhecimento geral sobre o assunto, o professor coordenador dos cursos de Compliance Ambiental e ESG da Trevisan Escola de Negócios, Fabrício Soler diz que “não existe um manual-padrão” para a implantação desse modelo de gestão, mas aponta caminhos para atingir essa meta. “Cada empresa precisa construir uma matriz de risco para traçar suas vulnerabilidades e como mitigá-las, olhando para os pilares ambientais, sociais e de governança corporativa, mas claro que existem fatores comuns, como por exemplo, ética na cadeia de fornecedores, trabalho justo, licenças ambientais, compliance, canal de denúncias, entre outros”, afirma.

Caroline também ressalta que existem diversas ações que podem ser realizadas para implementar o ESG. E pondera que esses movimentos devem começar pela “conscientização da alta gestão e dos colaboradores, seguida por um mapeamento de riscos atrelado aos indicadores de sustentabilidade”.

Já Soler analisa que a adoção dessa prática “é um caminho sem volta e que vai avançando a cada dia”. “Agora, as empresas agem por inteligência, porque estamos nos adaptando e não há uma regulamentação global, mas logo será por meio de compliance. O mercado apresenta indícios nesse sentido com resoluções, consultas públicas e certificações”, analisa o especialista.

Foto Destaque: Reprodução

Pitch: o ‘se vira nos 30’ do mundo dos negócios

“Pitch” é um termo muito conhecido no contexto empresarial. Ele consiste em uma apresentação rápida em que se tenta angariar investidores, fazer uma venda ou conseguir qualquer tipo de apoio para si ou para sua empresa. Por isso, é uma técnica importante que pode definir o crescimento de um negócio. Uber e AirBnb foram alguns dos hoje gigantes que foram impulsionados a partir de um pitch bem sucedido.

A ideia de pitch leva em consideração que o tempo do seu interlocutor é curto, e que você deve, então, falar de forma convincente e o mais rápido possível. O pitch deve ser informativo, e explicar quem você é, qual tipo de ajuda procura, quais metas e objetivos tem e quais problemas você tem capacidade de resolver caso consiga o que busca. Essa apresentação será estruturada de forma diferente conforme o objetivo do negócio.

O pitch para investidores é detalhado, com explicações sobre o mercado, a atuação da empresa, seu diferencial, seus desafios e suas perspectivas de crescimento. O pitch de vendas traz detalhes sobre o produto e o serviço e se adiantar a possíveis receios do cliente em relação à compra. “Pitch de elevador” é o termo usado para uma apresentação bem rápida. É como se você encontrasse o investidor de forma casual, em um evento ou, como o nome insinua, no elevador, e tivesse apenas o tempo de subida ou descida de andares para expor sua ideia e chamar atenção para ela. Mais sucinto ainda é o “Tweet Pitch”. Referente aos 280 caracteres do Twitter, é a explicação da ideia da forma mais objetiva possível.

Seja qual for a intenção, há técnicas narrativas eficientes para chamar a atenção do interlocutor. Uma delas é o storytelling: o uso de uma narrativa para demonstrar como a empresa surgiu ou como o produto pode solucionar um problema do dia-a-dia. É válido pensar na linguagem corporal, na velocidade e entonação da fala, bem como tentar despertar a curiosidade do interlocutor para captar sua atenção.

Quer se aprofundar nisso? O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) tem um vídeo com mais detalhes sobre o pitch:

<iframe width=”560″ height=”315″ src=”https://www.youtube.com/embed/AdATgCgCwO8″ title=”YouTube video player” frameborder=”0″ allow=”accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share” allowfullscreen></iframe>

A clareza e a objetividade são essenciais para o sucesso do pitch. Por isso, independentemente do ramo da empresa e do benefício pretendido, é importante ter claros os pontos que se deseja levantar durante a apresentação, bem como planejá-la e estudá-la de antemão.

Foto Destaque: Apresentação empresarial. Reprodução: Imagem de DCStudio no Freepik

Método que visa aumentar durabilidade de cílios, criado pela jovem empreendedora Carol Damasceno, vem conquistando o mundo

Carol Damasceno, original de São Paulo, começou sua carreira na área de Estética e Cosmetologia com apenas 17 anos, onde especializou-se no ramo de Estética e Cílios.

Em 2018, a jovem empreendedora criou o seu próprio Método de Retenção de Cílios – nomeado Retenção dos Sonhos -, com a finalidade de trazer maior qualidade e durabilidade ao seu trabalho de lash designer.

O Método de Carol Damasceno transforma qualquer técnica de cílios, em um cílios duradouro que se mantém por mais de 30 dias, fidelizando a cliente e aumentando cerca de 4x mais o faturamento da lash designer.

Tenho alunas que estão palestrando e ganhando prêmios com a utilização do meu Método Retenção dos Sonhos, então, essa realização não é só minha, é nossa. Eu e minhas alunas somos uma grande comunidade de mulheres lash designers que apoiam e torcem umas pelas outras, fico muito realizada em vê-las fazendo sucesso e saber que, pude contribuir com o meu Método!”, nos conta Carol, orgulhosa de seu trabalho.



O método, internacionalmente reconhecido, tem transformado a vida de muitas mulheres, visto que tem alunas de Carol que antes ganhavam R$1.500 como lash designer e, depois do Método Retenção de Cílios, faturam mais de R$8.000, aumentando também a fidelização de clientes.

Unindo técnica, prática e muita dedicação, Carol foi ganhadora de prêmios como o Prêmio TOP of Mind de Melhor Lash Designer da região de São Paulo e o Prêmio de Lash Influenciadora 2022,  além de ter sido convidada à palestrar em Buenos Aires acerca do seu Método, sendo a única convidada brasileira do Evento, e nesse mesmo dia, foi Jurada em um Campeonato de Cílios em Buenos Aires.

A missão de Carol, segundo ela, é encorajar outras mulheres, do ramo dos cílios, a lutarem pelos seus sonhos e metas, com autoconfiança para superar as dificuldades e desafios que surgirem ao decorrer de seu caminho.

Acompanhe o trabalho de Carol Damasceno nas redes sociais, através do

Instagram: @lashcaroldamasceno

Foto Destaque: Reprodução

Como formalizar a sua empresa

É fundamental a formalização para que a sua empresa atue com legalidade. Somente em 2022, foram abertos 3.641,472 pequenos negócios, entre eles 2.851.280 são de microempresários individuais ( MEIs), 663.992 são microempresas (ME) e 126.200 são empresas de pequeno porte (EPP). Estes sair dados divulgados pelo Sebrae, por meio de dados da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE). 


Reunião de negócios no escritório. Foto: Reprodução/


Para quem está procurando como formalizar seu pequeno negócio e quais as diferenças de enquadramento, preparamos o passo a passo:

MEI 

Para o registro como MEI é necessário que o seu negócio possua no mínimo o faturamento abaixo de R$ 81 mil ao ano. Também, este modelo pode ter somente um funcionário e não poderá ter titularidade ativa em outra empresa.  Acesse “Quero ser MEI” dentro da plataforma do Governo Federal, em gov.br; escolha a opção “Formalize-se”; após isso, confira de os seus dados no sistemas e preencha os campos solicitados; nessa tela você também colocará as principais informações sobre a sua empresa. Então, o MEI está aberto. No entanto, ainda é preciso acessar o site da prefeitura de seu município, criar um login e permitir a emissão de notas fiscais. 

ME e EPP 

Para abrir uma microempresa (ME) ou uma empresa de pequeno porte (EPP), o que irá diferenciar é o enquadramento, e o faturamento. Em ME devem ser até R$ 360 mil ao ano, já as EPP chegam a R$ 4,8 milhões por ano. Confira o passo a passo para seguir esses modelos: 

Estabeleça a natureza jurídica, se há ou não sócios, separação entre patrimônio de pessoa física ou jurídica. Escolha o nome do negócio, deve ser único. É importante pesquisas na Junta Comercial do seu estado ou no Cartório de Registro Civil de Pessoas Jurídicas. Se viável, o registro poderá ser feito na Junta Comercial (site). 

Defina no CNAE a atividade do seu negócio; elabore um contrato social, será como uma certidão de nascimento da empresa; registre a sua empresa na Junta Comercial de sua cidade, fornecendo o Número de Identificação do Registro da Empresa (NIRE) e o CNPJ. Para finalizar, realize sua Inscrição Municipal e Estadual. Em cidades dentro do REDESIM, a inscrição é gerada automaticamente e basta bloquear pelo número do protocolo do portal. 

Foto destaque: funcionário no escritório. Reprodução/Portal Empreendedor Brasil 

Marketing Digital na Advocacia: Fernanda Almeida CEO da Agência FEAL Consultoria Especializada é convidada para participar do Podcast “Em Juízo”.

É notório que os podcasts vem crescendo em um cenário de mídia nacional e ocupando um espaço especial no coração dos brasileiros.

Isso se dá principalmente pela capacidade que esse meio de comunicação tem de transmitir conhecimento e propagar discussões que são essenciais para a vida do brasileiro.

Cada vez mais a presença de renomados profissionais das mais diversas áreas ganham lugar de fala e levam mais informações para o público.

Uma forma de mensurar isso é através de projetos como o Em Juízo Podcast que tem como intuito entregar conteúdos descomplicados e criativos sobre o dia a dia da advocacia. E, dessa maneira, auxiliam na construção de carreira de advogados.

Nesse caso, ainda é possível ir além, uma vez que os professores Flávio Pedron, Guilherme Lage e a advogada Jéssica Vilaça receberam a especialista em posicionamento de marca Fernanda Almeida para compartilhar com os ouvintes toda a sua experiência.



O bate-papo foi esclarecedor sobre marketing digital e branding, Fernanda Almeida deu dicas sobre os temas e abordou pontos fundamentais para o crescimento efetivo de qualquer profissional que deseja obter destaque em sua carreira.

CEO da FEAL Consultoria, Fernanda Almeida tem mais de 14 anos de experiência no mundo corporativo e vivência nas áreas de Administração, Gestão Financeira, Gerenciamento de Projetos e Marketing Digital. Ainda atua como empresária, palestrante e treinadora.

A sua participação no podcast foi uma oportunidade para falar mais sobre o seu trabalho e levar informações descomplicadas sobre o tema, para os ouvintes.

Quer saber mais sobre o trabalho da Fernanda Almeida e aproveitar as dicas que ela compartilha nas redes sociais? Corre para segui-la: Instagram, Facebook, Linkedin da FEAL e o Linkedin da Fernanda.

Foto Destaque: Reprodução

O que o Spotify pode te ensinar para alavancar o seu negócio

Para quem deseja empreender ou já é dono do próprio negócio, precisa assistir a nova série da Netflix: The Playlist, que apresenta o olhar das pessoas que contribuíram para a criação de uma das maiores plataformas de streaming de música.

Vamos para as lições que o Spotify te ensina para o seu negócio?

  • Esteja pronto para fazer um pitch em qualquer lugar! 

No primeiro capítulo da série, o CEO Daniel Ek encontra-se com Pen Sundin e, antes dele entrar no carro, Daniel faz um pitch para o executivo da Sony.

  • Crie uma proposta de valor! 

Uma proposta de valor não serve apenas para conquistar os usuários da plataforma, as gravadoras e os artistas também precisam ser encantados! Normalmente, quando se cria uma proposta de valor, os idealizadores da marca pensam somente no cliente final. Por isso, o Spotify tem stakeholders importantes para o negócio funcionar. Além dos ouvintes, as gravadoras e os artistas fazem parte da proposta.


 

Foto: CEO do Spotify Daniel Ek (Foto: Reprodução/Instagram)


  • Tenha uma equipe multidisciplinar e é claro complementar! 

Nos capítulos quatro e cinco da série somos expostos para a importância de termos de uma equipe multidisciplinar, pois, pessoas diferentes apresentam pensamentos diversificados. Ter profissionais com skills diferentes também deu sucesso para a empresa. Martin Lorentzon fala sobre isso.

  • Ideias não surgem do nada. Perceba os insights e faça um mix de ideias 

Também no capítulo quatro, Andreas Ehn é CTO da plataforma e tinha um grande desafio à sua frente. Neste capítulo esquecemos a ideia de que tecnologia é feita de 0 e 1 pois quem desenvolve o projeto precisa ser muito criativo. Em uma conversa sobre células com a namorada que trabalha na área de saúde, Andreas teve diversos insights para resolver a questão.

  • A importância de escolher muito bem o seu sócio!

Sim, sociedade é igual a casamento. Escolher bem quem estará com você durante os desafios e os dias bons do seu negócio é uma das premissas mais importantes. No episódio número 5, Martin Lorentzon diz – “Confie quando estiver no poço. Confie quando estiver no fundo do poço.” 

  • Observe as tendências, observe o seu público e o seu comportamento!

Quando o Spotify foi construído, a pirataria era muito presente no mercado onde os usuários tinham acesso às músicas gratuitamente. E como não tem como uma empresa fugir das tendências, o Spotify entendeu essa questão e conseguiu contornar diferente da sua concorrente, a Apple Music. O seu negócio precisa conhecer muito bem o seu público e falar diretamente com eles, isso gera proximidade e empatia!

  • O mercado está em constante mudança, não congele!

Para que resultados ocorram, precisamos ter constância nas nossas atitudes. Novos modelos de negócios precisam ser criados. 

As outras lições são: tenha um modelo de negócio e um diferencial, e é claro, não desista.

Foto destaque: Divulgação da série “Som da Faixa” na Netflix Reprodução/oficinadanet.

 

Identifique se o MEI está ativo e aprenda a mantê-lo em dia

De acordo com o Ministério da Fazenda, atualmente o Brasil possui mais de 14 milhões de microempreendedores individuais (MEI) ativos. Isso significa que cada empresa registrada no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) possui atribuições para que o funcionamento do seu negócio ocorra de maneira regular. 

A forma mais comum de assegurar a estabilidade judicial da sua empresa está no cumprimento das obrigações de cada MEI. O Programa Gerador de DAS do MEI (PGMEI) é o canal por onde a empresa realiza todos os pagamentos do mês (boletos). Essas parcelas apresentam variações, tendo valor mínimo de R$ 66.

Além do DAS, também temos o DASN, que é uma maneira de prestar a receita adquirida durante o ano todo. É importante analisar com frequência esses dados para ter a certeza de que a sua empresa está em dia.

Identifique se o MEI está ativo

No caso de contas inativas, é importante se atentar a essa consequência. Um MEI que fica 12 meses consecutivos sem pagar os boletos DAS, tem o seu cadastro cancelado. Sendo assim, o CNPJ da empresa será suspenso por 90 dias. Ele pode ser recuperado se a dívida for quitada. Mas caso isso não ocorra, após esses três meses o cadastro será cancelado definitivamente, sem opção de resgate. 

Abaixo, veja como acessar a sua conta para se certificar de que ela esteja em dia:

  • Acesse a página no site Gov.br
  • Clique em “Consultar CNPJ cancelados”
  • Insira o número do seu CNPJ ou do seu CPF
  • Digite os caracteres da imagem
  • Clique em Consultar

Consulte o site da Receita Federal e veja se a situação do seu CNPJ está em dia. (Foto: Reprodução/PE&GN)


É importante reconhecer que, em caso de inadimplências, mesmo com o CNPJ extinto, as pendências deverão ser quitadas. No entanto, não é necessário que todo o valor seja abatido de uma só vez. Nesse caso, existe a possibilidade de parcelamento. Além disso, os benefícios previdenciários (aposentadoria por idade, auxílio-doença, aposentadoria por invalidez, auxílio-reclusão, pensão por morte e salário-maternidade) continuarão ativos.

 

Foto Destaque: Consulte o MEI. Reprodução/Pexels.

Dropshipping: a nova forma de se relacionar com o mercado, o cliente e o fornecedor

Dropshipping é novo modelo de negócios que está em alta no mercado. Ele consiste em o empreendedor não ter estoque físico, mas sim divulgar os produtos de outros fornecedores. Ele possui vantagens e desvantagens, e surgiu com a ascensão dos marketplaces possuindo um baixo investimento, e tendo que selecionar bem quais os fornecedores, quais as melhores formas de investir nas redes sociais e quais as melhores plataformas a serem utilizadas.

Guilherme Lui, consultor de negócios e  marketing do Sebrae-SP explicou: “Dropshipping, basicamente, é a venda ao consumidor sem ter um estoque, em que o empreendedor é um intermediário entre o fornecedor e o cliente final”.


Funcionamento do Dropshipping/ Reprodução: Kangu


Para começar empreender no dropshipping, temos algumas dicas:

– Encontrar seu público alvo

Entender o produto que você deseja oferecer, você delimita o espaço e a quem você deve oferecê-lo. Além disso, é preciso que encontre certa afinidade com o que está lidando.

– Escolha os fornecedores

A relação do vendedor com o fornecedor é essencial, então é necessário que conheça o produto. Como nesta modalidade de mercado quem entrega o produto é o próprio fornecedor ao cliente final, uma dica o Rodrigo Lui, é o vendedor adquirir um pequeno estoque do fornecedor, para criar mais afinidade com o produto, e assim, seja uma boa parceria.

– Selecione seu marketplace

Ao selecionar o produto que será vendido e o nicho que estará, é importante escolher bem o marketplace que irá atuar, pois eles também possuem afinidades com os produtos vendidos.

O professor da Fecap, Arthur Motta, afirma: “Pense grande, mas comece pequeno. Se você entrar em vários, pode se perder. Veja os programas de fidelidade de cada plataforma e confira também os treinamentos, alguns marketplaces dão essa capacitação”, pensando em inicialmente ser utilizado apenas um mercado de venda.

– Atente-se a precificação e controle financeiro

É necessário que ocorra um estudo dos preços que serão ofertados, para não ter uma distância significativa muito baixa ou muito alta dos outros produtos que estarão sendo oferecidos no mercado.

Assim, o controle financeiro se faz fundamental, pois há momentos em que as vendas serão significativas e em outros momentos, não.

– Identifique os valores de venda e seja destaque

O feedback dos clientes e a identificação de quem são eles, incluindo raça, cor, gênero e outros recortes, são muito bons para a venda.

Assim, é ótimo se destacar no mercado, tanto com as promoções e brindes, sem comprometer as finanças e também com as avaliações e bom atendimento à todos.

O professor de empreendedorismo e marketing da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (Fecap) e diretor de marketing da Associação Nacional dos Cursos de Graduação em Administração (Angrad) salienta: “É um modelo que pode parecer fácil, mas, na verdade, é preciso ter foco no desenvolvimento do negócio, com um bomrelacionamento com o cliente”.

Foto destaque: Modelo de mercado Dropshipping/ Reprodução: JivoChat