Adriane Galisteu faz desabafo sobre síndrome que a deixou sem andar: “Difícil de tratar”

Apresentadora comemora evolução após ter sido diagnosticada com Síndrome do Piriforme, doença que comprime o nervo ciático

10 abr, 2026
Adriane Galisteu | Reprodução: Instagram/@galisteuoficial
Adriane Galisteu | Reprodução: Instagram/@galisteuoficial

A apresentadora Adriane Galisteu, conhecida por sua presença marcante na televisão, utilizou suas redes sociais recentemente para compartilhar uma atualização e um desabafo sobre o seu estado de saúde. O foco principal da conversa com os seus seguidores foi a chamada Síndrome do Piriforme, uma condição dolorosa e bastante limitante com a qual Galisteu vem lidando desde que recebeu o diagnóstico médico, em outubro de 2025.

Na época em que a condição se manifestou de maneira mais aguda, a apresentadora enfrentou uma crise severa que chegou a deixá-la temporariamente sem conseguir andar. Para alguém com uma rotina tão intensa, que se divide entre a apresentação de reality shows ao vivo, presenças vip em eventos, treinos físicos intensos e seus compromissos familiares, perder a mobilidade foi um obstáculo assustador. Na sua última atualização, feita logo após mais uma de suas sessões regulares de quiropraxia, ela abriu o coração sobre a lentidão e a complexidade que envolvem esse tratamento.

Evolução no tratamento

“Estou conseguindo ter mais força. Continuo tratando desde o ano passado, desde aquela crise que eu não andava”, revelou a apresentadora através de um vídeo onde se mostrou muito grata pela evolução do seu quadro, mas, ao mesmo tempo, extremamente realista quanto aos obstáculos. Galisteu não escondeu do público o quão frustrante o processo pode ser: “Ô coisa difícil de tratar. Agradece a Deus todo dia, nem lembra que tem esse troço chamado piriforme”, aconselhou ela diretamente aos fãs, fazendo questão de lembrar a importância de valorizarmos diariamente a nossa saúde e o perfeito funcionamento do nosso corpo quando ele está livre de dores.

O desabafo de Adriane Galisteu cumpre um papel fundamental de utilidade pública perante a sociedade. Ao relatar abertamente todo o seu sofrimento e a sua jornada na busca pelo alívio físico, ela consegue trazer visibilidade para a Síndrome do Piriforme, servindo de alerta para que as pessoas não subestimem os sinais corporais e busquem rapidamente a ajuda médica especializada diante de queixas como dores intensas na região lombar ou nas pernas.


 Apresentadora Adriane Galisteu (Foto: reprodução/Instagram/@galisteuoficial)


Entenda a “Síndrome do Piriforme”

Mas, afinal, o que é essa condição tão dolorosa que afastou momentaneamente a apresentadora de sua rotina normal? O piriforme é um pequeno músculo que fica localizado na região profunda dos glúteos, sendo de extrema importância para o movimento de rotação externa da perna. A chamada “Síndrome do Piriforme” ocorre quando este músculo sofre algum tipo de espasmo, contratura ou hipertrofia e acaba pressionando e comprimindo o nervo ciático, que passa logo abaixo dele. Essa compressão mecânica acaba gerando uma dor muito aguda, que se assemelha fortemente à dor ciática clássica, irradiando da região da coluna lombar e dos glúteos até a extensão da perna. Dentre os principais sintomas relatados pelos pacientes estão o formigamento, a dormência e, em casos mais graves como o relatado por Adriane Galisteu, a total incapacidade de locomoção devido à intensidade das dores.

O processo de tratamento para a Síndrome do Piriforme exige do paciente não apenas intervenção física, mas uma dose de paciência, disciplina e dedicação contínua. Como bem pontuado pela própria artista, a recuperação e o alívio não acontecem da noite para o dia. Envolve geralmente uma longa e cuidadosa combinação que vai desde o repouso imediato na fase inflamatória aguda, o uso prescrito de medicamentos anti-inflamatórios ou relaxantes musculares, até intervenções de longo e médio prazo fundamentais como a própria fisioterapia, as técnicas de quiropraxia, e a rotina contínua de alongamento e fortalecimento direcionado tanto da musculatura pélvica quanto da região lombar. Sendo assim, cada pequeno avanço, como a recuperação progressiva da força muscular citada pela apresentadora, representa uma vitória que merece ser celebrada pelo paciente.

Mais notícias