Carolina Dieckmann se emociona ao homenagear Preta Gil no Dia do Amigo
Atriz compartilhou vídeo reflexivo sobre saudade e revelou a dificuldade em lidar com o luto no primeiro aniversário da morte da cantora
Carolina Dieckmann tocou seguidores nesta segunda-feira (20) ao publicar um vídeo com reflexão sobre a saudade. A homenagem marca exatamente um ano da morte de Preta Gil, amiga próxima, e chega no Dia do Amigo. Na legenda da publicação, a atriz confessou que, para ela, “o Dia da Amizade virou o dia da saudade”.
O texto compartilhado e suas origens
No vídeo, Carolina narra um texto que ela mesma esclarece não ter escrito. A atriz explicou que há dúvidas sobre a autoria: alguns mencionam Clarice Lispector, outros apontam ligação com Antonio Carlos Affonso dos Santos. Ela reconheceu, porém, que desconhece com certeza quem criou as palavras que decide compartilhar.
“Esse texto não é meu; uns dizem Clarice Lispector, outros, que tem algo de Antonio Carlos Affonso dos Santos. A verdade é que eu não sei, mas é tão bonito quando a gente sente que alguém que a gente nem conhece diz exatamente o que a gente queria dizer, e não soube como. Hoje tá mais difícil dizer qualquer coisa”
O trecho narrado por Carolina aborda saudades provocadas por retratos, cheiros, vozes. Menciona pessoas que deixaram marca, amigos que nunca mais foram vistos, despedidas que não chegaram a acontecer. As palavras traduzem, para ela, o que desejaria expressar neste momento delicado, um ano após a partida da cantora.
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Homenagem de Carolina Dieckmann para a amiga (Vídeo: reprodução/Instagram/@loracarola)
A dificuldade emocional em processar o luto
Antes de publicar a homenagem, Carolina recusou convites para entrevistas e depoimentos sobre Preta Gil. Ela justificou que essa data marca um ponto muito doloroso em sua jornada pessoal.
“Essa data, um ano sem ela, é muito dura para mim. Tô tentando processar”
A atriz enfrenta um conflito interno: enquanto documentários sobre Preta Gil ganham lançamentos, ela não consegue enxergar essa data como celebração, apenas como momento de luto. A dicotomia a coloca numa posição incômoda, em que reconhece a importância de contar a história da cantora mas não consegue acompanhar os eventos com a mesma disposição.
“Eu sei que esses documentários são comemorativos, mas esse um ano da partida da Preta não é uma comemoração íntima. Então fica essa dicotomia. É estranho. Eu tentei, mas não tenho conseguido falar sobre isso”
Apesar da dificuldade emocional, Carolina sinalizou que pretende estar presente nos lançamentos dos documentários. Para ela, a história de Preta Gil merece ser contada ao público, mesmo que esse primeiro aniversário de sua morte permaneça como data de dor pessoal, distante de qualquer comemoração.
