Em documentário, Carolina Dieckmann compara impacto da traição de Rodrigo Godoy ao câncer de Preta Gil
Atriz participou de produção sobre a cantora e revelou como a separação agravou o quadro clínico durante a quimioterapia
Em depoimento ao documentário ‘Preta, Eu Não Ando Só’, exibido pela Globo nesta segunda-feira (20), Carolina Dieckmann afirmou que a traição do ex-marido Rodrigo Godoy representou um impacto tão devastador quanto a própria doença para Preta Gil. A separação ocorreu enquanto a cantora enfrentava o tratamento contra câncer no intestino, diagnosticado em 2023.
Carolina integrou o elenco de depoentes do projeto, que também contou com relatos de familiares e amigos próximos. No filme, ela expressou sua avaliação sobre como a separação afetou Preta durante o período mais crítico da doença.
O depoimento sobre a separação
“A doença da Preta tem um agravante muito grande, que eu nem consigo dizer o tamanho, que foi vir junto com o fim do casamento do jeito que foi. Eu acho que, naquele momento, foi a porrada maior do câncer. Você tomar porrada de alguém que você não espera, que você dorme…”
Assim descreveu Carolina Dieckmann o abalo emocional causado pela descoberta da traição. Preta Gil confirmou publicamente, à época, ter sido enganada pelo então marido. A doença posteriormente evoluiu para outras regiões do corpo ao longo do tratamento.
o tanto que eu odeio esse ex da Preta Gil não tá escrito #PretaNaGlobo pic.twitter.com/3gw87kujWu
— Matheus (@matheuscaseca) July 21, 2026
Depoimento de Carolina para o documentário ‘Preta, Eu Não Ando Só’ (Vídeo: reprodução/X/@matheuscaseca)
Apoio dos amigos
A ausência de Rodrigo durante o processo de quimioterapia levou Gominho a tomar uma decisão importante. O influenciador deixou Salvador para morar com Preta e oferecer suporte emocional quando percebeu que ela enfrentava a doença praticamente sozinha.
“Aí era o ex-marido traindo e ela fazendo quimio. Aí eu falei: ‘Não, gente, não tem condição. Vou para lá’. Aí a gente já foi na intenção de ficar sempre com ela”, disse Gominho.
O apoio não foi isolado. Além de Gominho, amigos como Jude Paulla e Duh Marinho também acompanharam Preta nessa fase.
Preta Gil faleceu aos 50 anos em 20 de julho de 2025, nos Estados Unidos, enquanto continuava o tratamento. Um ano após sua morte, a Globo lançou o projeto ‘Quanto Mais Preta, Melhor’, que reúne duas produções inéditas: o documentário ‘Preta, Eu Não Ando Só’ e a série documental ‘Meu Nome é Preta’, disponível no Globoplay, com depoimentos de familiares, amigos e personalidades que marcaram sua trajetória.
