Preta Gil é homenageada com dois documentários que evidenciam diferenças entre família e amigos

Flora Gil conduziu produção focada na família, enquanto amigos seguiram caminho diferente no Globoplay

24 jul, 2026
Preta Gil | Reprodução/Instagram/@Pretagil
Preta Gil | Reprodução/Instagram/@Pretagil

No primeiro aniversário da morte de Preta Gil, em 20 de julho, dois documentários foram lançados simultaneamente sob o especial ‘Quanto Mais Preta, Melhor’. A divisão entre as produções reflete um racha entre familiares e amigos da cantora, que seguiram caminhos distintos para contar sua história.

Duas perspectivas, dois caminhos

Flora Gil, madrasta de Preta, conduziu separadamente o documentário ‘Meu Nome é Preta’, que concentra depoimentos de familiares da cantora. A produção estreou em 20 de julho e terá exibição semanal até 8 de agosto, data em que Preta completaria mais um aniversário. Simultaneamente, o Globoplay lançou ‘Preta: Eu Não Ando Só’, uma produção que reúne amigos da cantora e oferece uma perspectiva diferente sobre sua vida e legado.

Segundo apurado pelo Portal Leo Dias, ‘Preta: Eu Não Ando Só’ era um desejo manifestado pela própria Preta Gil ainda em vida. A divisão entre as duas produções aconteceu durante o desenvolvimento das mesmas, quando família e amigos optaram por caminhos independentes para homenagear a artista.


 Documentário ‘Preta: Eu Não Ando Só’ (Vídeo: reprodução/X/@HugoGloss)


Reações e especulações

Preta Gil morreu em 20 de julho de 2025, aos 50 anos, em consequência de um câncer colorretal diagnosticado em 2023. A cantora e empresária deixou um legado marcante na música brasileira. Malu Barbosa, uma de suas amigas mais próximas, esteve com ela durante os três anos de tratamento contra a doença.

No primeiro aniversário da morte, Flora Gil publicou homenagem nas redes sociais citando amigos de Preta e mencionando estar sempre cercada de amor. A ausência de Malu Barbosa naquela publicação alimentou especulações entre fãs sobre possível distanciamento entre integrantes dos dois grupos.


 Documentário ‘Meu Nome é Preta’ (Vídeo: reprodução/X/@tvglobo)


A falta de alinhamento entre família e amigos é apontada como principal motivo para as duas produções independentes, cada uma sob uma perspectiva diferente, conforme informações obtidas pela reportagem. Os documentários reúnem pessoas que acompanharam a cantora ao longo de sua trajetória, desde seus primeiros passos na música até seus últimos dias.

O especial ‘Quanto Mais Preta, Melhor’ marca o primeiro aniversário da morte da artista com as duas produções simultâneas no Globoplay, oferecendo aos espectadores narrativas distintas que refletem os diferentes espaços que família e amigos ocuparam na vida de Preta Gil.

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