Príncipe George faz 13 anos e entra em Eton em setembro

Herdeiro ao trono britânico ingressa no colégio tradicional onde o pai estudou, numa decisão que contou com participação de toda a família

25 jul, 2026
Príncipe George | Reprodução/X/@Unrulycat2511
Príncipe George | Reprodução/X/@Unrulycat2511

No dia 22 deste mês, o Príncipe George completou 13 anos e marcou a transição entre a infância e a adolescência. Como segundo na sucessão ao trono britânico, ele adentra uma fase repleta de responsabilidades. A partir de setembro, frequentará o Colégio Eton, instituição de prestígio fundada no século 15, consolidando uma tradição que passa por sua família. Conforme apurado, William e Kate Middleton conduzem a criação do herdeiro buscando harmonizar as obrigações constitucionais com a vida doméstica descomplicada.

Os pais e suas influências

A trajetória de vida de William marcou-se pela exposição mediática durante a infância, pelas dificuldades do divórcio de seus pais e pela morte da Princesa Diana. Kate Middleton, por sua vez, cresceu em ambiente de classe média, longe dos holofotes e cercada de estabilidade familiar. Essa combinação de vivências orienta profundamente a forma como educam George, Charlotte e Louis.

Na prática, o primogênito participa de compromissos oficiais como o Trooping the Colour e passa as festas de Natal em Sandringham, mas também desfruta de momentos simples: brincadeiras informais com os irmãos, passeios em família e até visitas a eventos como Wimbledon em Windsor. Ingrid Seward, autora especializada em biografias da Família Real, comenta esse modelo:

“O dever de William e Catherine enquanto pais nunca foi de somente educar George ou qualquer um dos três filhos sobre obrigações constitucionais ou aparições públicas. A ambição conjunta deles é criar um jovem que consiga entender o privilégio extraordinário de seu nascimento, tanto quanto os valores mais básicos que formam uma família feliz.”


Príncipe George, ao lado de seu pai Príncipe Willian (Foto: reprodução/Getty Images Embed/Karwai Tang)


Eton como próximo capítulo

O ingresso em Eton representa um marco significativo. Como aluno interno, George retornará para casa apenas nos fins de semana, alterando a rotina familiar de forma considerável. William também cursou a instituição, perpetuando a tradição que caracteriza a educação dos membros da realeza.

A matrícula não resultou de imposição protocolar. De acordo com fontes próximas ao Palácio, William, Kate e o próprio George discutiram a mudança abertamente, assegurando que fosse uma decisão compartilhada. Jennie Bond, antiga correspondente da BBC, observa como os pais conduziram esse processo:

“Ainda bem que George tem pais muito atenciosos, que sentam com ele para conversarem sobre seus medos e sentimentos. Eles com certeza só decidiram matricular o menino em Eton quando tiveram a certeza de que era isso que ele realmente queria.”

Educação que respeita o equilíbrio

A estratégia dos Príncipes de Gales reflete a convicção de que George pode cumprir suas funções constitucionais sem abrir mão de uma adolescência saudável e segura. Eton integra esse projeto: a escola prepara para responsabilidades futuras enquanto mantém o espaço para desenvolvimento pessoal.

Desde seu nascimento em 2013, cada decisão sobre George é acompanhada pela mídia especializada e por estudiosos da monarquia. Observadores da Família Real reconhecem que a educação do herdeiro estabelecerá referências para a próxima geração de liderança. A aposta dos pais continua sendo a educação equilibrada, agora marcando um novo capítulo ao ingressar em Eton.

“A criação de George é a mistura perfeita entre o gosto pela tradição da instituição em que ele nasceu e um dia vai liderar, e o respeito pela vida familiar.” Assim completa Ingrid Seward sua análise sobre o modelo adotado pelos pais do príncipe.

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