Harry e Meghan Markle mudam filhos de escola apenas dois dias após início das aulas
Casal reconheceu a qualidade da instituição, mas a equipe de proteção apontou entraves práticos no deslocamento diário das crianças
Príncipe Harry e Meghan Markle retiraram Archie e Lilibet Diana de uma escola em Londres apenas dois dias depois de matriculá-los na instituição. A decisão ocorreu por preocupações com a segurança das crianças no trajeto até o colégio. Segundo apurou o TMZ, o trânsito intenso e a distância entre a residência familiar e a escola foram determinantes para o casal optar pela retirada.
A equipe de segurança apontou dificuldades operacionais para proteger os filhos durante o deslocamento diário. O percurso se mostrou desafiador para a estrutura de proteção que acompanha a família real, levando Harry e Meghan a reconsiderarem o plano educacional.
O comunicado oficial
Representantes da realeza confirmaram a mudança ao TMZ em comunicado escrito. De acordo com os porta-vozes do casal, a transferência foi decidida após diálogo com a equipe responsável pela segurança sobre os desafios práticos envolvidos.
“A decisão de transferir as crianças de escola foi tomada após uma conversa com a equipe de segurança da família sobre os aspectos práticos de sua situação atual”.
Ainda que tenham retirado os filhos, o casal mantém apreço pela primeira instituição. Os representantes destacaram o desempenho dos educadores e colaboradores que receberam Archie, de 7 anos, e Lilibet Diana, de 5 anos, nos dois dias de atividades.
“Os pais continuam extremamente gratos a todos os professores e funcionários pelo amor, carinho e dedicação que demonstraram à sua família”.

Harry e Meghan com os filhos Archie e Lilibet Diana (Foto: reprodução/Instagram)
O retorno britânico e a vida atual
A mudança de escola marca o primeiro contato dos filhos com o sistema educacional britânico após o retorno da família. Harry e Meghan viveram na Califórnia durante seis anos antes de decidirem voltar ao Reino Unido, buscando aproximar as crianças de suas raízes familiares.
Em 2020, o casal deixou as atribuições de membros seniores da realeza e passou a viver como integrantes não trabalhadores da família real. Desde então, mantêm contatos esporádicos com compromissos oficiais. A volta ao país de origem do príncipe representa uma tentativa de conectar as crianças ao contexto britânico, ainda que os desafios de proteção permaneçam no cotidiano.
