André Marques converte cinzas de sua cachorra Tora em diamantes e planeja fazer o mesmo com seu pai

Ator de 46 anos criou joias amarelas em homenagem à Cane Corso e prepara diamante azul em memória de Otto Marques

22 jul, 2026
André Marques | Reprodução/Instagram/@euandremarques
André Marques | Reprodução/Instagram/@euandremarques

Com 46 anos, André Marques decidiu transformar as cinzas de Tora, sua cachorra falecida em janeiro de 2025, em joias de diamante. O ex-apresentador do Video Show tinha uma ligação profunda com o animal e encontrou nessa prática uma forma de preservar a memória daqueles que marcaram sua vida.

Das cinzas de Tora nasceram brincos de diamante e um pingente de cor amarela, escolhida para remeter ao pelo caramelo da cachorra. A confecção levou alguns meses e o resultado carrega um significado que vai além do valor material da peça.

“Quem me acompanha há bastante tempo sabe que eu encontrei uma forma muito especial de manter comigo quem marcou a minha vida. Das cinzas da Gorda nasceram dois diamantes e um pingente que carregam um significado impossível de explicar. Depois foi a vez da Tora”, contou André Marques.

O legado de Tora

A cachorra era uma Cane Corso de procedência francesa, raça e pelagem que a tornavam única no Brasil à época de sua importação. André descreveu o animal com detalhes que revelam a importância que teve em sua rotina.

“Ela era diferente… uma Cane Corso de pelagem mais clara, que veio da França numa época em que essa cor era bem difícil por aqui. Era meio medrosa, mas tinha um coração enorme. Foi uma mãezona, criou seus filhotes aqui em casa e, através deles, espalhou amor pela casa de muitos amigos meus”, acrescentou André.

A prática de transformar cinzas em diamantes não é nova para o ator. Ele havia realizado o mesmo processo anteriormente com Gorda, outra cachorra que fazia parte de sua família e deixou marcas profundas em sua vida.


André Marques pretende eternizar cachorrinha (Vídeo: reprodução/Instagram/@euandremarques)


Novos projetos em homenagem

Além de Tora, André possui as cinzas de Banha, outra cachorra, mas ainda não definiu como transformá-las. O projeto mais recente, porém, vai além: após a morte de seu pai, Otto Marques, em maio de 2025, o ator solicitou um diamante especial.

“A da Banha eu ainda não decidi como será. Já a do meu pai, fiz um pedido muito especial: um diamante em tom azul, em homenagem aos olhos azuis que ele tinha”, revelou André. A escolha da tonalidade azul estabelece uma conexão direta com características físicas marcantes de Otto.

“É um processo delicado, emocionante e cheio de significado. Para algumas pessoas pode parecer apenas uma joia. Para mim, é uma forma de transformar saudade em presença, de carregar comigo, todos os dias, um pedacinho de quem fez parte da minha história”, afirmou André Marques.

Para o ator, essas peças funcionam como um ritual que mantém viva a lembrança daqueles que ocuparam lugar importante em sua trajetória pessoal.

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